jogou-me ao chão carrinho
de mão sem carinho de
ternura perdi a tanajura que
agrura pendura a fatura na
garupa tiro de garrucha
derrubou mais um capitão
do mato feitor servidor de
dono de engenho lavoura de
café de cana lá vou fora
pela estrada a pé minha vó
deu-me rapé seu moço leva
a mulher maior tesouro
quem não quer quero levar
tudo comigo se no meio não
tiver mulher dou é um
pontapé bengalada na cabeça
cajadada varada do solo
sagrado nasce o chão feito de
terra da qual é feito o homem
sem defeito qual o nome do
sujeito nunca vi nem de perto
de longe parece um preto de
flanco parece um branco
chama aí os irmão da pauliceia
resolvem o enigma da esfinge
BH, 0240802026; Publicado: BH, 070902026