é que corro perigo pelo que persigo preciso
ser arrebatado manda um furacão um
redemoinho me coloca no ninho me joga no
teu olho em arrebentação arrebatadora estás
aí a ouvir universo? não sou daqui quero ir
para o lugar donde vim me leva de volta em
tempestade universal em temporal espacial
quero fluir nas ondas cósmicas dos cosmos
não quero ser nem cosme nem damião sabes
muito bem das minhas necessidades nem
falarei mais nada enquanto não obtiver
respostas num vento solar quente enriquecido
imantado magnetizado que mais universo
podes fazer por mim? não me perguntes
porque não sei as respostas pois as respostas
quem as sabem são as leis dos infinitos dos
ditados dos astros das constelações dos
aglomerados de galáxias como posso existir
sem as minhas estrelas? não quero existir as
estrelas me chamam pelo meu nome tenho
que ir a ser arrebatado por ti igualado no teu
tamanho bitelo no teu bojo deitado no teu
berço ninado no teu colo vem logo universo
é só um segundo de luz um fóton de distância
uma partícula vapt vupt lá fui arrebatado em
arrebatação arrebatadora ninguém aqui sentirá
falta nem dará queixa pelo sumiço ou até
graças a deus partiu rumo a eternidade onde
não foi identificada aquela nova estrela
observada fora de todos os sistemas solares
BH, 0100302026; Publicado: BH, 0400502026
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