Literatura e política. COLABORE, PIX: (31)988624141
segunda-feira, 20 de julho de 2026
não provo minhas teses nem coloco em prática minhas teorias
não provo minhas teses nem coloco em prática minhas teorias
pois o normal seria os resultados dos ensaios as defesas das
experiências porém continuo uma conjectura indecifrável um
problema insolúvel um enigma lançado pela esfinge
devoradora de homens um mistério de nostradamus uma
magia do livro gigante de são cipriano o certo é que não
explico minhas profecias então não adquiro melhorias nem
melhoro o mundo com o que nele existe concluo que só
pioro avanços do que vejo que tentei combater permanecer aí
sinto-me um darcy ribeiro frustrado pois foi outro que também
tentou igual ao paulo freire o mundo não quer assunto conosco
quer permanecer do lado errado da história o mundo não quer
compartilhar o mundo quer destruir o mundo quer matar de
fome de sede de estagnação de bloqueio econômico quer terras
raras água petróleo bombas atômicas nucleares muitas bombas
atômicas nucleares o mundo quer transformar o mundo num
depósito de ferro velho o mundo não quer paz amor quer um
novo herodes velho geralmente um pedófilo infanticida que
odeia crianças meninos meninas o mundo que estupros são
sucessos garantidos nas cerimônias do oscar nos prêmios
globais nos tapetes vermelhos onde ninguém fica vermelho
pelo menos de vergonha então frustrei-me frustrei o mundo o
mundo não me frustrou sempre foi é o que sempre será antes de
mim comigo depois de mim antes doutros que tentaram antes de
mim que só obtiveram por troca a herança maldita do ódio explícito
BH, 0190302026; Publicado: BH, 0200702026
domingo, 19 de julho de 2026
no capitalismo não existe o bom o bem
no capitalismo não existe o bom o bem
existe o que tem capital pois para o
capitalismo o ser vale o que tem nos
bolsos nas contas correntes nos
investimentos ao ter esses predicados o
ser tem valor tem cidadania soberania
dignidade justiça acabou o saldo acabou
a amizade o interesse vem o escárnio
vem o falatório as cobranças o ser já
perdeu o poder quem tem alguma
chantagem para barganhar ainda pode
tentar se safar se reabilitar numa delação
premiada sem correr o risco numa
queima de arquivo se tiver coragem
suficiente sem medo da morte de
denunciar antigos poderosos da mesma
bacia das almas mas se for frouxo paga
sozinho o capitalismo não protege mais
quem não tem nenhum para oferecer
nem em paraísos fiscais sonegou
prevaricou chantageou cometeu
corrupção foi corrupto corruptor
corrompido corrompeu agora não
adianta o grito não tem mais o que
tirar da garganta profunda só na cadeia
é que vai dar a bunda se tiver sorte fazer
uns boquetes para não morrer no estilete
no capitalismo quem se engana quebra a
cara ao se empolgar com as luzes dos
spots dos flashes turvadores se tiver bom
advogado um togado no bolso consegue um
habeas corpus preventivo mesmo nas
madrugadas mais frias ou chuvosas sai
saltitante pela porta da frente em polvorosa
se bobear leva outra rasteira nervosa
BH, 0170302026; Publicado: BH, 0190702026
sexta-feira, 17 de julho de 2026
quem foi que falou que não falava o que falei?
quem foi que falou que não falava o que falei?
falava falei falo é na cara apareça aí fala agora
ou cale-se para sempre nunca fugirei do que
falei se falei está falado fadado não guardo o
que não falei muita gente fala pelos cotovelos
outros até pelo corpo todo outros ainda são
ventríloquos bonecos animados papagaios de
piratas louros repetidores dão o pé dão a mão
dão a bunda o que têm dão luziu não é luzia o
outro pensa que é ouro leva ouro de tolo como
um bobo sobe a colina a montanha uma pepita
gigante às costas cai rola pedra estatela a
costela à boca da caverna a favela está escura
não há luz não há vela ulisses cegou o único
olho como um ninguém o último saiu vitorioso
preso nos ventres dos carneiros das ovelhas das
cabras dos bodes ardiloso só tento ser ulisses
no que falo não nunca no que faço ou fala ou
faz quem fala não faz quem faz não fala nem
sei mais o que muito menos o que faço sanhaço
assanhado macaco amestrado corvo torvo turvo
comedor de olhos para turvar os que enxergam
as sereias cantam amarram-me ao mastro cera
nos próprios ouvidos a caravana marítima segue
as ondas vem um bloco de rocha manda a nau
mais para o alto-mar alguém mandou parar de
falar o que não era verdade todos emudeceram
BH, 070402026; Publicado: BH, 0170701026
quarta-feira, 15 de julho de 2026
quanto mais rezo mais a assombração me aparece ai
quanto mais rezo mais a assombração me aparece ai
então vejo fantasmas ectoplasmas duendes bruxas
fadas malvadas bruxos magos malignos abantesmas
prestidigitadores enganadores falsos taumaturgos
toda a reunião da legião do mal do lado errado da
história ombreada com a extrema-direita a fazer o
brasil a descer a ladeira a chafurdar na lama a
afundar no lodo a afogar no pântano então o mal
pode se refletir na figura do mau que é o filho do
pior registro que as causas naturais já nos
desvendaram estamos prestes a repetir o erro se não
apelarmos à nossa total consciência transformaremos
o país inconstitucionalissimamente em republiqueta
ajudaremos a rasgar a nossa bela constituição o que
resta da nossa justiça o que ainda se salva no nosso
legislativo desperdiçaremos as sobras do nosso
executivo a extrema-direita não respeita à nossa
constituição nunca a respeitou se voltar aos holofotes
do poder terminará por destruir o que sobrou da
cidadania da dignidade da soberania da liberdade os
monstros precisam voltar ao inferno com a pedra
sepulcral selada na boca da fornalha com o carimbo
fortalecedor do selo sagrado da nossa democracia
BH, 070402026; Publicado: BH, 0150702026
terça-feira, 14 de julho de 2026
hoje são os sexagenários septuagenários octogenários
hoje são os sexagenários septuagenários octogenários
que ditam a moda os jovens envelheceram antes da
hora perderam o bonde da história são os coroas que
tentam impedir a zeração z ou a zeração zero de
meter os pés pelas mãos com essa geração negativa
matou-se a realidade a juventude rebelde a revolução
do jovem revolucionário idealista progressista com a
zeração da geração z matou-se a cultura a vanguarda
a literatura o teatro o cinema a resistência a resiliência
com a zeração z consolidou-se o conservadorismo
o obscurantismo a religiosidade o fim do trabalhismo
do trabalhador do trabalhista com isso fecharam-se as
editoras bibliotecas salas de leituras lojas de vendas de
livros museus galerias de arte baniu-se a história a
educação a liberdade a igualdade a fraternidade o
jovem da geração z leva zero em tudo no consumo
come qualquer porcaria na moda veste qualquer trapo
qualquer fato velho serve de capuz de carapuça para
encobrir a carranca envelhecida do dito jovem da
zeração z de zero que passa de geração em geração
os pais foram omissos apolíticos analfabetos políticos
cristãos armamentistas seguidores cegos de pastores
rentistas padres carismáticos todos cobradores de
indulgências dízimos ofertas vendedores de simonias
hoje os jovens da geração z ou da zeração z são mais
velhos do que sexagenários septuagenários octogenários
BH, 060402026; Publicado: BH, 0140702026
segunda-feira, 13 de julho de 2026
penso pouco quase nada do pouco do quase nada que penso
penso pouco quase nada do pouco do quase nada que penso
gostaria de pensar algo de útil à humanidade pois a
humanidade necessita dum pensamento novo duma
utilidade necessária dum argumento útil ao
desenvolvimento da raça humana à elevação da
evolução da espécie da espécime do aprimoramento do
ser humano com a adaptação da vida moderna somos
os únicos seres do universo que ficamos atrasados os
demais evoluíram acima da média continuamos abaixo
mesquinhos rasteiros não compartilhamos nada não
dividimos não somamos só diminuímos parecemos não
sentir vergonha das nossas condições medíocres
fazemos questões de ser piores não desvendamos os
olhos não tiramos as vendas das vistas ficamos cada vez
mais cegos boçais a rir das futilidades a bater palmas às
superficialidades rasos rhesos a rezar preces aos falsos
santos ninguém dá uma verdade a ninguém prevalece só
a mentira de todos para todos a gerar lucros a gerar
riquezas de poucos ninguém dá de comer a ninguém ou
de beber a alguém quem tem toma tudo de quem não tem
ainda se gaba da informação privilegiada da meritocracia
da herança herdada então sedimentamos a ignorância a
estupidez a insensatez como o tempo criamos uma duna
mais sólida intransponível invulnerável carregamos essa
duna maldita até aos fins dos nossos dias sem batermos às
portas da percepção sem solidificarmos os tendões do coração
BH, 0110702026; Publicado: 0130702026
domingo, 12 de julho de 2026
quarta-feira, 8 de julho de 2026
meu coração é de negro africano
meu coração é de negro africano
coração de boi bravo zebu grande
do tamanho dum monte aguenta
tempestade em alto-mar procela
na travessia furacão tufão vendaval
redemoinho só não aguenta correntes
nos pulsos grilhões nos pés cangalhas
no pescoço injustiça no caminho isso
não seu moço meu coração é um caroço
uma pedra bruta nas costas da burguesia
um nódulo no peito da elite faltou com
a liberdade do meu coração faltou com
fartura agora aguenta o troco o rojão
meu coração é um toco onde o injusto
tropeça cai de borco de cara no chão
quebra a boca na mão de pilão o pau
do nariz com o ferrão o corte na goela
com a faca de serra ou dum facão não
vem que não tem se vier leva também
aqui é boi que não se entrega é touro
que mata o toureiro todo dia na arena
a vaca não vai para o brejo o bezerro
não fica desmamado dá cabeçadas
sacode o cupim ninguém monta em
mim sou cipião sou catão sou tacão o
tendão que me sustenta é um pêndulo
infinito branquelo espanto no grito
olha que não falo cicio sussurro soturno
burburinho de legião legionário templário
zumbido de multidão quem me conhece
começa a correr antes da confusão
BH, 060402026; Publicado: BH, 080702026
terça-feira, 7 de julho de 2026
segunda-feira, 6 de julho de 2026
falar da ditadura militar sanguinária hoje
falar da ditadura militar sanguinária hoje
é jogar conversa fora grande parte do
povo trabalhador brasileiro ou da nação
trabalhadora brasileira ou do operário do
proletariado nacional justificam a
ditadura militar assassina como algo
normal que era até necessária até melhor
do que na democracia até parte do povo
estudado diplomado se faz de omissa ou
analfabeta política apolítica a abraçar a
extrema-direita acolhedora de torturadores
generais nefastos políticos fisiológicos
cristãos armamentistas pastores rentistas
militares entreguistas apátridas vira-latas
lesa-pátria o pelego agora combate o
trabalhismo odeia o trabalhista tem raiva
do trabalhador operário proletário o
pelego chega a pensar que é capitalista
porém na hora da festa fica de fora do
banquete só se alimenta com as sobras
os restos do festim o pelego é o filho
pródigo que continua a comer as bolotas
dos porcos do butim pede intervenção
na própria nação escroto bate continência
à bandeira yankee age como se o próprio
país fosse um curral um chiqueiro um
quintal para entregar ao estrangeiro aos
nove anos presenciei com minha mente
coração olhos torturas em presos aulas
de como agredir de deboches com as
encomendas da mãe ao pai humilhado
humilhações desprezo que fizeram de
mim o lixo que sou hoje mocorongos
mocorongas bolsonaristas não têm nem
noção do que é uma ditadura se tivessem
não a pediriam para si próprios todo dia
BH, 060402026; Publicado: BH, 0600702026
quando digo que não sou humano
quando digo que não sou humano
é porque não sou humano pois
louco é quem diz que quer ser
chamado de humano a fazer parte
desta humanidade posso até
parecer um componente da raça
humana maluco é quem quer ser
da raça humana errei se às vezes
quis ser humano ou da raça
humana errei errar é humano
agora não erro mais não sou mais
humano deixei tudo que me
relacionava com humanos para
atrás alguns tentam contatos
imediatos porém sou isolado
eremita ermitão índio ontem
indígena hoje só não sou humano
humano não deus me livre de raça
humana não faço questão não sou
mais escravo nem do capital nem
da religião nem de banco nem de
bancos de igrejas vaticano vá te
catar noutro lugar no catar de
doha no meu ninguém põe põe
no do teu pai põe no da tua mãe
mudei até de nome agora me
chamo arthur bispo do rosário
preciso duma colônia menos
humana como a juliano moreira
mais uma colmeia uma caixa de
marimbondos uma casa de vespas
ferroador meter o ferrão na bunda
desses humanos desumanos
BH, 0190302026; Publicado: BH, 060702026
sábado, 4 de julho de 2026
Hoje sonho com tigres; inédito de LLEWELLYN MEDINA:
Chuva dança elegante minueto
sol as asas de fora face redonda
cigarras mágico concerto
tanajuras desvairadas no solo encharcado
vida explode fugaz e esvoaçante
sem compreender os mistérios
que me assombravam
(e ainda assombram
exceto mula sem cabeça
saci-pererê macumba sob a mangueira
da encruzilhada aqui perto)
relva reluzente
madeiras e metais
pura música da partitura por Deus criada
oportunidade de brincar no chão inda molhado
o menino de então
os mistérios da vida
lendas ouvidas na infância
sonhos de mil e uma noites
e os olhos de amêndoa primeira paixão
o mundo cenário de leite e mel
lembranças me requentão o coração
era fininho e imortal e espadaúdo
o menino de então
hoje sonho com tigres
sexta-feira, 3 de julho de 2026
o universo me faz perder tanto tempo
o universo me faz perder tanto tempo
o universo não gosta de mim quanto
tempo estou aqui à toa a tecer loas
às elites a endeusar a burguesia de
que velem essas coisas materiais ao
universo? o universo é imaterialista
as elites não têm emoções a
burguesia não tem sensações
dependem do povo proletário para
sobreviver dependem do proletariado
pata tudo na vida se pararmos o jogo
derrubamos das nossas costas a elite
se quebrarmos o tabuleiro tiramos
nossas tetas da boca da burguesia o
universo não nos faz enxergar isso
não nos une continuamos explorados
escravizados assalariados
continuamos a enriquecer a
plutocracia não tomamos vergonha
na cara somos capachos queremos
ser pelegos patronais queremos ser
parasitas dos parasitas da elite
queremos ser párias dos párias da
elite queremos ser vermes dos vermes
do sistema a disponibilizarmos
nossas veias aos sanguessugas nossos
sorrisos nossas palmas em troca
recebemos palmadas cassetetadas
murros socos balas perdidas
preconceitos fascismos racismos
nazismos todo tipo de zumbis que a
humanidade já enterrou fazemos
questões de desenterrar de ressuscitar
então é cabresto são rédeas selas
fazemos dos nossos lombos montarias
são esporas chibatas ferrões freios
ferraduras o universo zomba quando
inconscientemente pedimos ditadura
BH, 0310302026; Publicado: BH, 030702026
quinta-feira, 2 de julho de 2026
quem não sabe inventa não sei
quem não sabe inventa não sei
fazer uma letra nova fabricar
uma palavra moderna invento
um símbolo chamo de letra aí
invento um movimento num
papel feito com uma mão
chamo de palavra mas isso não
é uma letra é um garrancho é
um risco é um rabisco mas isso
não é uma palavra é um monte
de pontos é um morro de
pingos uma colina salpicada de
gotas uma montanha de grãos
de areia estás a mentir para nós
falaste que ias inventar uma
letra nova vens com velharias
disseste que fabricarias uma
palavra nova vens com sons
guturais primais tribais
cavernosos de cavernas
paleolíticas coisas pré-históricas
de paredes de locas de grutas
rupestres aí não vale mais são
coisas velhas antepassadas
ancestrais antecedentes tais nem
sabemos o que mais a academia
exige uma escrita hodierna de
hodie o liceu quer algo que não
morreu a escola quer uma
escolástica elástica que descola
um pensamento sólido não mais
essas experiências jogadas aos
ventos essas metamorfoses que
não atraem mais o status quo o
stablishment a inteligência rara
intelectual do normal vai lá acalma
os lobos os leões as hienas os
enigmas para não seres devorado
pelas esfinges sedentas insaciáveis
BH, 0270302026; Publicado: BH, 020702026
a tristeza é muito grande a alegria é que
a tristeza é muito grande a alegria é que
vou morrer de alegria um dia deixar de
existir fisicamente para existir só no
poema na poesia ao desistir de tentar
ser o que não nasci para ser pois queria
ser humano não o sou não faço parte
da raça humana faço questão de não
confundir-me com o que não presta a
humanidade não nasceu para prestar
não posso respirar o mesmo ar do
leviatã não posso viver preso à mesma
gravidade dum yankee então a tristeza
é muito grande no meu coração só
aumenta meu coração fica cada vez
menor com menos espaço para a
alegria pequeno apertado não adianta
tentar enganar aos desavisados nada do
tudo para todos que se faz hoje é para
melhorar a humanidade muito pelo
contrário é para escravizá-la piorá-la
explorá-la fazer com que a humanidade
gere lucros muitos lucros não gerou
lucros é cancelamento descarte é total
invisibilidade muitos estão dispostos a
se vender pelo vale o quanto pesa sísifos
carregam nas costas pedras do capital
do capitalismo recebem suas migalhas
pagam as indulgências os dízimos daí
deitam as cabeças vazias nos travesseiros
de plumas de gansos satisfeitos felizes
BH, 0190302026; Publicado: BH, 020702026
quarta-feira, 1 de julho de 2026
sempre há no socialismo os que estão dispostos a se vender
sempre há no socialismo os que estão dispostos a se vender
ao capitalismo em vendeta o brasil está cheio de vendidos
vingativos bandidos principalmente no meio do bolsonarismo
com bolsonaro os filhos os filhotes da ditadura militar pois
antes de mais nada o que um bolsonarista é é vendilhão vende
mãe vende pai vende irmão para complementar vende até a
nação sem esquecer a religião pátria família deus nada tem
sentido nas bandeiras desfraldadas pois desfraldam as
bandeiras que envergonham a humanidade a sionista de
israhel ou a yankee dos usa para pano de chão loas ao
fascismo usam a bandeira símbolo nacional verde amarela
há uma disputa federal ao troféu vira-lata dum lado a deputada
nikole chupetinha ferreira que até chama o país de bostil é
endeusada no pig partido da imprensa golpista doutro lado
os apátridas bichos escrotos nefastos sem dignidade nos
nomes nada acontece nem no conselho de ética nem no de
justiça pois seguem leves soltos a espalhar fake news ou a
boicotar a sabotar o brasil a pedir invasões taxações
bombardeios aos yankees através do donald trapo que faz
do ser humano um cachimbo mete soca fumo bota fogo
a espalhar as fumaças que não são a do habemus papam
ou a fumaça branca que representa paz amor esperança
BH, 0190302026; Publicado: BH, 01°07020267
Assinar:
Postagens (Atom)