quarta-feira, 26 de julho de 2017

A poesia é um encanto e um fenômeno; BH, 0230260270902001; Publicado: BH, 0190102014.

A poesia é um encanto e um fenômeno
Do encantamento e que não deixa o humor nosso 
De cada dia encapelar-se, agitar-se de raiva, ou 
Enfurecer-se igual ao mar; a poesia afasta o encapetado,
Faz-nos voltar aos tempos de traquinas, de
Menino moleque, a poesia conserta o endiabrado;
Quando estamos a cismar, a melhor coisa a 
Fazer, é encantoar-nos, meter-nos num canto,
Afastar-nos do convívio e encantar-nos; seduzir
A inspiração, arrebatar a criação, causar
Encantos e maravilhar-nos com toda sedução,
Esta coisa maravilhosa, esta feitiçaria
Inexplicável e que nos causa satisfação, que
Seduz-nos e arrebata-nos para si, com um poder
Mágico, maior do que o maior poder encantador,
Igual aquele que provoca os maiores
Encantamentos; fico encantado só de 
Pensar na poesia e em tudo há poesia,
Que deixa-me cheio e muito satisfeito
E até com ar misterioso, de mago nefelibata;
Com cérebro de escuna, embarcação pequena de 
Dois metros e vela latina, na tranquilidade
Esmeralda do mar; e a maior tristeza de 
Um poeta, é a incapacidade e a incompetência,
De não escumilhar um poema, de não bordar
Em escumilha, em tecido fino de lã, ou
Seda, o poema mórbido causado pelo cumbo
De caça miúdo, que mata os passarinhos
E faz-me espumar de indignação e 
Faz-me escumar estupefato, com aqueles,
Que perseguem os bichinhos nos campos;
A poesia veio para livrar a espuma do mar
Do óleo; e para manter a escultural escuma
Da onda, a escultura da escumadeira; e da
Colher com orifícios, com a qual se retira
A escuma dos líquidos e tem formas perfeitas,
De figuras, ou de formas entalhadas em
Material duro; modelada em material
Endurecível, como o coração do homem e
Fundida em metal conforme o molde
Mental da obra feita por escultor e de pessoa
Que só tem o corpo bonito, para artista que
Faz esculturas; e cinzelar em qualquer lugar,
Entalhar na tentativa de imortalizar
E assim fazer, esculpir para não estragar;
A poesia não deixa desmoralizar e nem
Descompor o ser, ou esculhambar o ente;
Não gosta de desordem e detesta qualquer
E total esculhambação, esculacho de médico;
Descompostura de esculápio, que só sabe
Esculachar o fraco que não tem amparo;
E nem arma que é utilizada para defesa
De golpe; e o único escudo, é só o da
Moeda portuguesa e que não vale nada;
Vale menos do que a escudela, a tigela de
Madeira, de pouca qualidade; gostaria 
De se nomeado escudeiro da poesia,
Gostaria de ser o criado que leva o 
Escudo do cavaleiro da cultura, que 
Morre para escudar o clássico; dá a vida
Para defender e amparar com mais
Veemência do que a um escrutínio;
Com mais ardor do que votação em urna,
Ou o ato de apurar os votos, o escrutinar
E o verificar dados de uma eleição;
Quero ser nomeado escrutinador da poesia,
Ser aquele que escrutina a arte e 
Ainda serve para pesquisar, investigar
E escrutar onde existem representantes
De fenômeno tão soberano; juro que serei bem
Cuidadoso, como aquele que tem escrúpulos,
Juro que serei escrupuloso e colocarei toda
A minha escrupulosidade a serviço da 
Eternização e da infinitização de 
Tal fenômeno, para que se repita sempre.

O dia em que fizer um livro e será o que estiver bem guarnecido; BH, 01301002000; Publicado: BH, 0220102014.

O dia em que fizer um livro e será o que estiver bem guarnecido, 
Guardado dentro de mim, como se estivesse cartonado, coberto 
Com papel cartão; será, espero, uma cartonagem literária, que 
Dará para guarnecer, cobrir o espaço e o universo; e cartonar
E cobrir no local onde se registram as transações entre pessoas
Físicas e jurídicas e onde se guardam os arquivos dessas 
Transações, o cartório honesto e não o casuísta, igual
Ao teólogo que aplica as regras da razão e da religião,
Para resolver casos de consciência, aquele que explica 
A moral por meio de casos e o jurista inteiramente
Subordinado às fórmulas feitas do casuísmo, adoção passiva
De ideias, doutrinas e princípios de jurisprudência  expostos
Por outrem na casuística, que é a parte da teologia,
Que se ocupa dos sistemas dos casuístas e a aplicação
De soluções jurídicas dadas anteriormente a casos
Ocorrentes, o registro e exame de casos médicos ocorridos;
Será um livro de casuarina, árvore da família das casuarináceas
E até de casuar, ave da família dos casuarídas, semelhante
Ao avestruz; e não por casualidade, não por qualidade de
Casual, acidental, de eventualidade do acaso, mas a
Mais pura inspiração, a mais elevada criatividade e não
Só pelo mero casual, o que aconteceu por acaso, o que depende
Do fortuito eventual, que só faz esterilizar o pensamento; e
Impedir a reprodução mental, capar somo se fosse,
Extrair os órgãos do animal, os testículos, ou ovários e
Castrar a mentalidade espiritual; efeito do estresse
Capador, o indivíduo castrado e o castrador que exerce
A profissão no gado e no interior da cabeça do malgrado;
A operação de castração poética que não deixa cria, igual
Ao castor, mamífero roedor, da família dos castóridas,
De cujo pelo se fazem chapéus; a morte da espiritualidade,
O puro é escarnecido, o honesto é esculachado em
Praça pública; o que se abstém de quaisquer relações
Sexuais é zombado, por não ser de atos contrários à
Modéstia, ao pudor e à pureza moral, é desrespeitado;
É o casto que sofre o castigo, o sofrimento corporal, ou moral
Como o infligido a um culpado; é o casto que sofre a
Pena, a punição e o linchamento moral, por
Penitenciar-se; e punir-se a si próprio, a colocar às
Costas a própria cruz e ativar contra si o juramento
Com dano, sem melhorar a felicidade por não sentir
O irmão mais feliz; e tenta corrigir os erros sem cobrar
Correção dos erros alheios, vive de sofrer para fazer um 
Alguém feliz e não deixa de castigar-se pelo menor
Motivo de desatenção; é mesmo o seu castigador,
Paga preço alto e caro pela castidade, pela pureza,
Pelo comportamento correto, pela casta pura e o 
Castiço que o diferencia da maioria da humanidade; e 
É chamado de ingênuo, de bobo e de devanear
Fora da realidade e de fazer no ar fantasia e de 
Criar coisa fácil da areia frágil; e não pode entrar num
Prostíbulo e falam que vive num castelo de cartas, com 
A cabeça na parte mais elevada do convés do navio; e 
Na construção da fortaleza medieval e que sonha
Com residência senhorial e real, com casa  fortificada
E que deve tomar cuidado, por ser um castiçal de cristal,
E não peça dourada de metal; e sim de barro, de vidro
E de porcelana, igual ao que tem local na parte superior,
Para encaixar velas; é esse o caso que acontece, fazem
Ocorrência com o fato e o acontecimento se transforma em
Dificuldade, em problema; e o mundo esquece o apreço e o
Universo esquece a estima, a aventura amorosa, a tragédia;
A história, o pesadelo, o conto do vigário e a forma que pode
Apresentar em certas línguas, um nome, ou um pronome
Segundo a sua função sintática; dúvida de consciência,
Quanto ao modo de proceder de acordo com a moral
Religiosa, em todo e apesar de tudo, pensado de propósito,
Premeditadamente, herda a carta do casmurro e 
Desconhecem a sua classe; ignoram sua raça, desqualificam
Seu gênero, destroem sua família; e na Índia, por
Exemplo, não faria parte de qualquer das classes em
Que se divide a sociedade; e passa a ser um homem
Difícil de abordar, fechado, teimoso, um castelhano,
Natural de Castela, Espanha; um espanhol de língua 
Espanhola, com todo o castelhanismo, regionalismo, ou 
Dito peculiar, por extensão, um castelão, senhor de castelo;
Um alcaide castão, de ornato de osso, ou de marfim na
Parte superior de uma bengala e outros instrumentos;
E querem cassar-lhe a dignidade, anular os atos,
Suprimir-lhe a vida, tornar sem efeito, quebrar
E partir com cassação e supressão de direitos políticos
E mandatos parlamentares, coisa que não acontece
Com a maioria dos ladrões do dinheiro do povo;
Corruptores e corruptos, sonegadores e demais bandidos,
Que estão há vidas no poder, a entregar, a vender, a
Sugar, a mamar, sem nenhum conceito de ética,
Escrúpulo e preceito e princípio de vergonha; e só
Dançam castanholas com o dinheiro da nação, tocam o
Instrumento de percussão formado de duas peças
Pequenas de madeira, ou marfim, arredondadas e 
Côncavas e que se prendem aos dedos, ou pulsos do
Tocador, ligadas e a bater uma contra a outra; é
Só isso que os nossos principais políticos sabem fazer
Bem feito, castanholar e não preservar o castanho; não
Impedir o fim da madeira do castanheiro marrom,
A árvore da família das fagáceas, de nome comum de
Diversas espécies de árvores da família das bombáceas;
A castanha-do-pará das lecitidáceas e o fruto também e
A castanha do cajueiro; é hora de parar de quebrar,
De parar de derrotar, de parar de vencer o povo; e a 
Cassiterita, o mineral bióxido de estanho e minério; 
E a água no leite, dissolve a caseína, a substância 
Proteica que constitui a maior parte dos protídios
Do leite, é por isso que existe leite A, B, C, etc; e no vegetal
A matéria azotada extraída de resíduos hulhíferos,
Faz lembrar-me a cássia, o gênero de plantas ornamentais,
Da família das leguminosas e a flor dessa planta faz-me
Chorar de dor, a dor que o cassetete, o porrete de madeira,
Borracha dura, com alça para prender no pulso, não é 
Capaz de tirar um lamento daquele que não tem nada a dever.

Minha mente não é o fruto que tem a polpa cheia; BH, 01201002000; Publicado: BH, 0210102014.

Minha mente não é o fruto que tem a polpa cheia
E suculenta; meu pensamento não tem a aparência de carne,
Não tenho o espírito polpudo, carnoso e rico em memória;
Sim, sou um carniceiro carnívoro comedor de cadáver, que se 
Alimenta de carne e da ordem dos mamíferos plantígrados e 
Digitígrados; um indivíduo de índole perversa, sanguinária, 
Igual ao médico-cirurgião pouco experiente e inábil e ao que faz
Aborto em clínicas de fundo de quintal, a aumentar a 
Carnificina extra-oficial; o abate indiscriminado e 
Exterminador de crianças e na mortandade infantil;
O homem hoje não é mais carneiro, não é mais o mamífero
Criado para fornecer lã; não é mais estrela de constelação
E nem signo do Zodíaco, áries, perdeu a índole mansa e 
Submissa; hoje cabe num ossário pequeno nas paredes de cemitérios,
Hoje é um amontoado de carne-seca, de carne salgada de vaca, de 
Pedaços de charque carunchoso, atacado pelo carruncho, cheio da 
Térmita que corrói, destrói a madeira, ou cereal armazenado em grão;
Gorgulho cheio de velhice e nesta carta, nesta comunicação
Escrita e que não remeto a ninguém, deixo aqui só 
Para mim mesmo, registro e epístola, missiva de alguns
Pensamentos ambíguos, inadequados e inacabados e pequenos,
Como os cartões dos baralhos; é um mapa do que trago e tenho
Dentro da minha ilha, um diploma sem cursar curso algum,
Sem defesa de tese, ou de teoria; uma carta aberta e que 
Não é dirigida a alguém através da imprensa e nem 
Mudará e nem melhorará a Constituição e nem tirará os
Alfinetes do papel em que são espetados em grupo para venda ,
De toda riqueza que a nação brasileira possuía;
E perdeu a fiança natural, o documento pelo qual,
Quem quiser responde pela dívida de outrem; nós 
Não, a Magna não poderá deixar a entregação do 
Tesouro de maior patente, de maior título de declaração
De privilégio, que são as vantagens e as regalias que a
Nossa rica natureza nos legou; o povo tem que ter
Plenos poderes de ação para resguardar e preservar o que
O governo luta tanto para entregar; o povo tem que ter
A carta branca; pô-la na mesa e usar de franqueza,
Não deixar-se dominar e ter sempre o poder de decisão;
Maior do que o juiz, que pede providência a outro por
Precatória, fora de sua jurisdição; para numa cartada
De recurso extremo, lançar a última tentativa de negócio
Ousado, tipo lance de cartas e reverter o jogo que
Parece perdido para o governo, mas não está; o governo
É só um pedaço de papel retangular muito encorpado,
Uma visita desagradável a quem temos que fazer sala,
Que imprime seu nome, sem endereço e sem profissão
Na nossa história; é um postal que deixaremos esquecido e 
É por isso que sou aquele burrico que puxa aquela carroça,
Aquele carro tosco, para cargas; sou aquela cavalgadura e
Aquele boi de qualquer veículo moroso, que pisa devagar
As poeiras do caminho; e sou pisado pelas patas desses bois ao
Ter nas costas a carroçada, toda a carga e tudo que a
Carroça pode transportar; sou o carroção, o grande carro de bois
Coberto de toldos, para gêneros, pessoas, caravanas; tenho todas as
Marcas da pedra de dominó, que tem seis de cada lado e na
Matemática, a expressão, o problema de muitos termos, perdido
Na solução, na resposta sem abrigo de cimento armado
Encravado na terra; o bunk com, ou sem peça de artilharia
Para defender uma posição, alojar soldados, munições e
Mantimentos; e cai a casamata da realidade da sociedade tão
Perversa e injusta que carregamos nas costas, na nossa
Carroçaria, na parte dos automóveis, onde vão o motorista
E os passageiros; e nos caminhões onde vai a carga e da
Estrada que permite passagem e rolagem precárias, carroçável,
Do carroceiro; eu que guio e que conduzo a minha
Vida de carrocinha, simples, pobre, de duas, ou três rodas para
Pequenos objetos, igual a utilizada por vendedores ambulantes;
É o coração fechado com grades, para captura de cães vadios
E passa pelo rodízio, pelo círculo plano de madeira, para
Diversão de crianças em parques e que giram em torno
De um eixo, como um carrossel sem dono, uma carruagem
Sem freios, sem controle, um carro sobre molas puxado por
Parelhas de cavalos; e para este livro volumoso e antigo, para 
Esta pasta deixo a coleção de documentos por mim escritos,
O calhamaço de folhas, fragmentos de cartapácio e a folha 
De papel com dizeres e ilustrações, a fazer a propaganda do
Artigo, a anunciar o acontecimento, em lugar público,
Com a fama que terá a boa cotação do cartaz, a boa 
Performance do cartazista; a sorte no carteado, o azar 
Qualificativo no jogo de vaza em cartas, qualquer
Carteamento, no jogo de baralho, calcular o ponto em que
O navio se encontra para cartear, as correntezas do mar;
A correspondência do carteiro, a carteira de Judas, a bolsa
Pequena de couro, ou era de outro material, hoje,
Receberia cédulas, levaria documentos e as moedas
No bolso; na pequena caderneta de anotações e lembranças,
A anotação do fatídico ato, na mesa de escrever, na
Escrivaninha, o arrependimento e o desabafo; e a
Maneira do suicídio, evoluiria da corda para o três oitão,
Não teria a designação de seção de estabelecimentos
Bancários e o carteiro, funcionário dos correios, que não
Traz-me nada  do Rio de Janeiro; nem os telégrafos dizem-me
Nada de telegramas, parou a entrega aos destinatários;
Assim não tem chegado o meu capim, nenhum dístico,
Rótulo, ou provocação que faça-me reagir; é vergonhosa,
Como diz Boris Casoy, isso é uma vergonha, a combinação
De empresas comerciais no sentido de eliminar a 
Livre concorrência, pela divisão do mercado entre si;
E pela fixação dos preços dos produtos, o hediondo cartel,
Que faz ajuste entre associações e sindicatos, ao ter
Em vista uma ação comum, globalizante e neoliberal; 
Vale uma reclamação para colocação de inscrições, vale 
Uma faixa de protesto, uma cartela vermelha, na superfície
Lisa de pedestais e de estátuas e destruir esse cartes;
Destruir o invólucro de metal destinado a proteger
Esse mecanismo como se fosse engrenagem de
Certas peças; a cartilagem, o tecido resistente e elástico,
Que forma o esqueleto do embrião, antes da constituição
Dos ossos e que no homem persiste em certos locais, no
Nariz e nas extremidades; no teor cartilaginoso e na
Cartilha, no livro elementar para ensinar a ler, no
Rudimento de qualquer ramo do conhecimento e
Que serve de iniciação  do cartográfico, da arte e da
Técnica de elaborar cartas geográficas, geológicas e toda
Cartografia profissional do cartógrafo que elabora e é o
Entendido em matéria tão profunda e complexa.

Passo os dias com esta catarreira na carreira; BH, 02301002000; Publicado: BH, 0270102014.

Passo os dias com esta catarreira na carreira,
Esta grande secreção de catarro, que mais parece
Um defluxo forte de espermatozoide, na hora
Da masturbação catarral, que cai em catarata; cai
Em grande cachoeira, catadupa de moléstia e
Da visão, caracterizada pela opacidade do cristalino;
É um catamênio, um mênstruo catamenial, que não
Dá para catalogar, para relacionar, ordenar e
Classificar e até mesmo enumerar num catálogo; a
Relação metódica do acontecido, descrição sistemática
Do sistema, caderno, arquivo, livro, também que se 
Faz e guarda essa seleção; essa cataplasma de 
Massa quente usada como medicamento mental,
Aplicada sobre a pele do espírito, diretamente
Entre os dois passos do além e do aquém e da 
Catapora que pega a pessoa molenga, o ser mais 
Do que inútil, que mesmo lançado de catapulta,
Não sobe nem como erupção cutânea; nem benigna
E a maligna que ataca principalmente crianças,
Como uma varicela, que vem como do antigo engenho;
O de guerra movido a cordas, para lançar pedras e o
Dispositivo para lançar aviões no espaço, navios e 
Aeródromos que escapam ao catalogador;
Daquele que cataloga o tempo, a era, a ira dos
Ventos; a catalogação do catalão, natural da Catalunha,
Espanha, língua de Valência; e nas ilhas Baleares, no
Mediterrâneo, no Roussillon, França e em Andorra e 
Outras regiões; ao catarinense, natural do Estado de 
Santa Catarina, que não sabe desistir de um 
Projeto e nem da chuva e que se emprega para
Puxar carros, tirar do atoleiro, da linha 
De tiro, argumento principal, dificuldade e 
Complicação de embaraço; assunto predileto de 
Batalha, cavalo-vapor, peça de jogo de xadrez e 
O instrumento humano pelo  qual se manifestam os 
Orixás no candomblé; no ramo, ou tronco de plantas,
No qual se faz o enxerto, homem estúpido e bem
Grosseiro, tal mamífero quadrúpede domesticado,
Da família dos équidas; fora do apelativo de toda
E qualquer cortesia, do par de uma dama nas 
Danças de salão; ao homem de sociedade e 
Ou educação esmerada, cavalheiro de sentimentos
E ações nobres, com distinção, nobreza, e brio; e a
Qualidade própria de cavalheirismo; comportamento
Brioso, distinto, cavalheiresco, diferente de cavalhada;
A corrida de cavalos, manada de gado, justa, e
Torneio cavalar; só não pode é deixar montar,
Passar por cima do povo, sentar-se escarranchado,
Como se estivesse a montar sobre cavalo, ou outro
Animal; a cavalgar, a andar a cavalo, no cavalgamento,
Enjambement, a própria cavalgadura, pessoa estúpida,
E muito mal educada, montaria cavalgada; a
Carga de cavalaria militar, a corrida de grupo
De pessoas a passeio, desfile, ou galope; trave
para pendurar selas, e demais arreios, pequenas peças
Para levantar as cordas de certos instrumentos musicais;
Suporte para tampos de mesa, armação na qual
Se colocam telas de pintura, quadros-negros, etc;
Cavalete em posição elevada, vantajosa, em lugar
Eminente, daquele que, para ganhar fama, ou
Alcançar a mão da sua dama, ia pelo mundo,
Em busca de aventuras, igual a um cavaleiro
Andante; é homem nobre, paladino de uma
Causa, primeiro na graduação de certas ordens
Honoríficas; membro de uma ordem de cavalaria,
Soldado, homem, denotado empregado de cavalaria, e o
Que cuida dos cavalos, o cavalariço da casa; o de
Estrebaria, abrigo, e cocheira de mercador cavalariano;
Que seguia o conjunto de regras morais, que ditavam
A conduta dos cavaleiros andantes da Idade Média;
Longe da equitação da tropa, à reunião cavalar,
Do peixe da família dos escombrídeos, a cavala, ao
Trabalhador de enxada, diligente, esforçado, não
Reconhecido, que cava a própia sepultura; o
Cavador da própria campa, o buraco, o mar
Revolto pelo vento; o destino obtido com esforço;
Ideal cavado, a ideia de cavar a felicidade,
Com cavadeira, peça de ferro semelhante a um
formão grande, que se adapta a um cabo para 
Fazer buracos; por gostar muito de viver, e de
Não suscetibilizar-se para zangar-se, e cordial,
Na conversa informal, e amigável, livre
Da estilha de madeira no peito, o cavaco que 
Prende Drácula ao leito; e não no negócio, ou
Emprego obtido por proteçao, com arranjo,
Procura passar o efeito, e o ato da cavação.

Olha minha amiga e não adianta se nem catuaba reslve; BH, 02401002000; Publicado: BH, 0280102014.

Olha minha amiga e não adianta se nem catuaba resolve
O meu problema; podes vir com tida planta medicinal, 
Qualquer uma afrodisíaca, da família da bignoniáceas, 
Ou de outra família, que entre nós dois, não haverá a
Catucação, é a falta da minha libido, não permitirá 
Cutucação; lamento ter que dizer mas, não darei uma 
Cutucada em ti, não darei nenhuma catucada, nesta 
Noite de amor; meu sexo não permite cutucão, por mais 
Que, tente, não consigo um catucão; é por isto que,
Prefiro falar a verdade, a ter que enganar-te: não dá 
Para catucar, desculpa minha amiga mas, não dá para
Catucar e faz com a banana caturra, que guardei para ti; 
Pois, não dá para cutucar, sei até que sou uma pessoa 
Teimosa, uma pessoa retrógrada e um homem casmurro
E sempre que olho para ti, sinto vontade de possuir-te;
Porém, o meu fruto da família das euforbiáceas, não quer 
Mais funcionar, persiste em caturrar; em mostrar-se 
Teimoso e em imergir em demasia, como se fosse a 
Proa de uma embarcação; teima na caturrice infundada
E na atitude de não querer causar prazer e gozo nem a 
Mim e nem ati, minha pobre caturrita, que mais parece,
Uma ave dos psitacídeos; tuim, não fica assim, um dia 
Encontrarás um homem menos ruim; com muito amor em 
Caução, com depósito de um contrato, de mais de mil e 
Uma noites de amor e para tornar mais efetiva a 
Responsabilidade e o encargo de fazer de ti a mulher 
Mais mulher e mais feliz  do universo; com garantia de
Carícias, segurança de ternura, penhor do canto, d
Homem cauteloso e pendente e não de um homem sem 
Causa que, não determina a existência, de uma coisa tão 
Importante, quanto tu; um fato real, o agente que causa o 
Motivo da razão, a ação judicial vitoriosa, a demanda 
Satisfatória; olha minha amiga, não pareço e nem sou o
Caucasiano, o natural do Cáucaso, da ex-URSS que,
Pretendo parecer; e nem conheço a família de línguas 
Faladas no tal Cáucaso, ou da raça branca, não tem 
Nada a ver comigo; sou filho de crioulo, filho de negrão, 
Meu pai negão fez dez, eu fiz três, um com defeito e 
Parei por aí e até hoje, não descobri, o que é que
Acontece comigo; não tem nada de calcárico, não tem 
Nada de calcário e nem do caucho; duro da árvore da 
Região amazônica, da família da horáceas, produtora 
De borracha; o látex coagulado, o carchu e o caucionante,
O que cauciona o óbvio; faz dar como caução, garantir,
Penhorar outra vez, caucionar de novo e que presta ao 
Caucionário e o apêndice posterior, móvel do corpo 
Dos animais; rabo e parte do vestido que arrasta
Posteriormente, a cauda de noiva, rasto luminoso dos
Cometas; a correnteza da iluminação, a cachoeira da
Criatividade, onda caudal, que leva água pura,
Cristalina em abundância; de grande caudatório
Agudante, que vai a reboque do bom e que passa
Sem ser subordinado; sem ser servil ao caudilho, a banir
O comportamento caudilhesco e o processo de mando 
Político peculiar ao caudilhismo, tipo chefe militar de uma 
Região, coronel de um bando; cauim de um índio, bebida 
Preparada com mandioca cozida e fermentada; caule da 
Providência, haste das plantas de origem, caulim de 
Argila friável e de cor branca, refratária e empregada no 
Fabrico de porcelana de estilo, causador de admiração; e
Que exprime caudal, casualidade com qualidade, revelação 
Que, une a causa ao efeito, princípio em virtude do qual os
Efeitos se ligam às causas, com origem, produzir e motivar 
Para causar a metamorfose, física, psíquica e social que,
Será o causativo manancial do saber, a morada da sabedoria, 
Do defensor do prazer; o causídico, advogado da satisfação 
Causticante, ardente em noite de inverno; que caustica o corpo frio 
Do cadáver até ele dá sinais de vida, como se fosse um Lázaro.


terça-feira, 25 de julho de 2017

Não e não curei-me da moléstia neuro psíquica; BH, 01901002000; Publicado: 24/01/2014.

Não e não curei-me da moléstia neuro psíquica, 
Que é caracterizada pela alienação mental, acompanhada
De catalepsia, melancolia com estupor e as
Alucinações da catatonia: é o estado de extrema
Rigidez muscular e a total perda da sensibilidade;
Não e não curei-me do pesadelo cataléptico e
Nem livrei-me da catástrofe do meu ser; o
Desfecho das tragédias, que trago em meu espírito;
A grande desgraça da minha alma, ao meu fim
Lastimoso, catastrófico e com proporções de assombrar,
A qualquer ente normal; cansei de buscar com
Cuidado, de pesquisar meu passado, recolher exemplos
Do presente e selecionar para o futuro; cansei de
Procurar como se fosse para matar parasitas no cabelo
E no pelo, fui ao catimbozeiro, ao praticante de
Catimbó, feitiçaria, magia negra e o baixo espiritismo;
E o que arrumei foi uma dívida impagável com
O catimbauzeiro e todos me olham, como se olhassem  
Para um catimbau, um homem ridículo, um cachimbo
Pequeno e velho, tudo por causa do catimbe, que 
Não me trouxe uma resposta sequer; uma solução
E em plena cidade, sentir-me na caatinga, em 
Plena cidade, vi-me um catingueiro, arredio,
Uma variedade de veado sem caterva; bando de 
Pessoas animais fugiam de mim, a minha 
Companhia era evitada pelos meus comparsas
E mais outros da mesma estirpe; não fui
Categórico, sempre deixei em mim lugar para as
Dúvidas; nunca fui terminante, categorizado e
De alta categoria, nunca fui capaz e competente;
Só sei categorizar os meus sete pecados capitais, que 
Não abandono e dos Dez Mandamentos, o único
Que sei dispor dele até agora é o não matar,
Os outros, já os distribui direitinho por minha vida;
E agora, não curei-me da catalisação, da operação
De aceleração de uma reação química pela simples
Presença de uma substância que permanece
Inalterada; a catálise, o catalisador e é assim
Que não posso agir, não posso decompor e
Catalisar e o que determina ser o catalítico e
Catimba da feiticeira; o futebol, a artimanha, a
Maliciosa que serve para envolver o adversário com
Acusação pública, violenta e eloquente, a usar toda
Catilinária, dos três discursos que Cícero proferiu
Contra Catilina; a esquecer e a ignorar a presença
Da catiléia, gênero de orquídeas, cultivado pela
Beleza de suas flores; tão certo quanto o cateto,
A linha perpendicular à outra, ou à uma superfície
E cada um dos lados do ângulo reto no triângulo
Retângulo; a variedade de porco-do-mato de 
Pequeno porte; de milho, das galinhas de pernas 
Nuas, de catete, que só faz procurar convencer alguém,
A adotar uma religião, uma doutrina social; o
Catequizar e o instruir em matéria de religião,
Catequização do catequista catequético, que amarra
O fio feito das tripas de carneiro, gato, ou coelho,
Empregado em suturas cirúrgicas; categute catedrático,
Professor efetivo de uma disciplina em escolas secundárias,
Ou superiores; catedral da hipocrisia, igreja principal de 
Uma diocese onde se encontra a cadeira episcopal, a 
Sé, cátedra, cadeira e cargo que lhe corresponde e um
Currículo de estado, norma pontifícia do catecúmeno; 
Prepara e instrui para receber o batismo, neófito da 
Doutrinação elementar sobre qualquer assunto, pelo
Sistemas de pergunta e respostas do livro de ilustração;
Religiosa, católica, os mistérios, os princípios, o catecismo,
Que manipula a pessoa volúvel, inconstante, como a 
Pequena bandeira de metal que gira levemente,
Enfiada numa haste e colocada no alto de
Torres e edifícios, para indicar a direção dos
Ventos; o cata-vento, o calhamaço das leis inúteis
Dos homens, o espaço opaco e muito grosso que não
Deixa transparecer o verdadeiro tamanho; o indivíduo
De baixa estatura, maior do que um gigante, do que 
Um Golias, um Hércules; espada velha que pesa mais
Do que a justiça, a pancada, o castigo que não corrige
Discussão do ignorante; o berreiro do derrotado, a infelicidade
Do catatau; o medicamento que tem efeito purgativo
Catártico, terapêutica psicoanalista; purificação
Sintética, purgação artificial, catarse superficial;
Essa secreção da bronquite, esse corrimento de defluxo,
Essa inflamação aguda, ou crônica das mucosas, com ou sem


Aumento do catarro expelido no ato da masturbação.