segunda-feira, 31 de julho de 2017

Não quero michel temer na Presidência do meu país; BH, BH, 0300702017.

Não quero michel temer na Presidência do meu país
E michel temer é muito pequeno para o cargo; e o 
Que posso fazer, para escafeder com esse gabiru do
Comando da minha nação? quem quiser, pode levar,
Esse rato de esgoto para acabar de criar, em casa; 
Traidor golpista não merece respeito, só lapidação
Pública, conspirador, inconfidente que não faz história,
Que entra pela porta do fundo, rasteja na lama e 
Torna-se um ser imundo, não merece ser chamado
De governo e nem de presidente; matou o Brasil,
Com michel temer o país morreu, matou a democracia,
A liberdade, matou o estado constitucional de 
Direito e social e matou a Constituição Federal e 
Tornou-se no maior assassino da História do Brasil; 
E encontrou num povo trabalhador brasileiro que,
É contra o trabalhismo e nem é trabalhista, terreno
Fértil para acabar com a CLT, a Previdência, o
Trabalho, o emprego e causar o maior escandaloso
Aumento de impostos já vistos nos últimos anos; e
Há os que, o enaltecem no PIG, o chamam de 
Governo, o taxam de presidente, porém, não o 
Reconheço como nada; para mim é um corrupto,
Corruptor e corrompido e só não foi defenestrado,
Por não ter compromisso como republicanismo,
Com a ética,o decoro, a constitucionalidade, a 
Nação; e a sorte desse anão é que, a sociedade,
Hoje, é a pior já composta num estado e nos três
Poderes estão o que, o de mais baixo nível, pode
Representar um povo desta sociedade doente,
Escabrosa, carcomida e que dá sustentáculo a 
Esse espantalho que, a digníssima Presidenta 
Dilma Vana Rousseff cometei o grande erro e a 
Infelicidade de escolher para vice; como não 
Temos coragem e nem forças suficientes para 
Derrubá-lo, é esperar pacientemente, pelo fim
E enterro desse finado defunto zumbi e vampiro;
Não há bem que não acabe e não há mal que 
Dure para sempre; essa maldição chamada 
De michel temer não será eterna nas nossas 
Vidas e nem nas nossas memórias históricas.

Permaneço num escravismo e num sistema dos escravistas colonial e cultural; BH, 030902001; Publicado: BH, 01901002014.


Permaneço num escravismo e num sistema dos escravistas colonial e cultural
E social; escrevidão pra mim ainda não acabou, permaneço em estado e em
Condição de escravo, em sujeição total de eterna escravização, sou vítima da
Escravatura membro tráfico de escravos, ainda não libertei-me, nem
Possuo carta de alforria; gostaria de escovilhar me meu passado, retirar de 
Mim impurezas, como as que se retiram do ouro e da prata; preciso de alguém para
Escovar-me, limpar-me e lustrar-me e escovar meu passado, sovar meu espírito
E repreender minha alma; alguém precisa ver, se aproveita em mim pelo menos sobras de 
Escovilha, pelo menos resíduos metálicos das oficinas ourives; não sou escravo
Escovado, negro esperto, preto ladino, não será qualquer escovadela que me
Resgatará não será qualquer repreensão, assim ligeiramente que me restabelecerá
Na sociedade; escova da qual preciso, não é utensílio feito com pelos, fios
Implantados numa superfície, para limpeza de roupas e dentes, nem para dar lustro;
Quero limpar é meu ente, meu ser, meu eu; quero é tirar do meu olhar visão
De escotilhão, quero tirar da minha vista o olhar de pequena escotilha, de  pequena
Janela, igual a redonda dos navios; quero é enxergar, ampliar meu
Ângulo, ver sem mistura, ser um escoteiro, aquele que viaja sem bagagem e participante
Dum grupo dedicado ao escoteirismo, ao escotismo, para aprender com o sistema:
De educação moral e social  e da infância; nasci sem escopo e lamento dizer que,
Até hoje, não possuo propósito e nem intuito; nada tenho de escol, não sou o mais distinto
Da nata e nem a flor que se cheire, confesso; e é um erro fugir da escola cedo, abominei o
Estabelecimento de ensino, desprezei o conjunto dos adeptos de um mestre, esnobei toda e
Qualquer e total determinada concepção, técnica ou estética, seguida por vários
Artistas; não adquiri experiência e nem sirvo de exemplo do homem escolado
Experimentado, onde muita coisa pode-se aproveitar; porém do mau escolar, do meu estudante
Que, não aproveitou a escolaridade e nem usufruiu de tirocínio da escolástica,
A única herança será a pena e a piedade, a caridade por não conhecer a filosofia
Ensinada nas escolas da Idade média; para quem não tem o conhecimento escolástico,
Também não tem escolha e não pode ter preferência e muito menos opção não e 
Saberá escolher o destino, preferir uma vida melhor na felicidade, não saberá separar
Por qualidade ou espécie, não poderá optar, escolhido, então, nem pensar o relacionado; é 
Só para ser explorado, nunca o que se escolheu para uma missão qualquer e à sua frente
Só em escolho dará com a cabeça, só em rochedo à flor d'água encontrará pela frente,
Só obstáculo perigoso que, causará escolia, desvio de coluna vertebral e não terá escolta
No vale da sombra e da morte; andará sozinho, sem tropa e sem veículo para o
Escoltar, fazer companhia com vistas, a defender a si e a alguém de alguma coisa
Que, impõe perigo e então se recolherá no próprio escombro, brincará de esconde esconde,
Na própria ruína e não terá a alegria de certo folguedo infantil e sim o infinito
Esconder-se   da verdade e da realidade; Ocultar-se na mentira e subtrair se às
Vistas alheias devido o peso da vergonha

domingo, 30 de julho de 2017

Estou triste e acabei de descobrir algo; BH, 1001102000; Publicado: BH, 0160102014.

Estou triste e acabei de descobrir algo,
De uma uma pessoa má, intrigante;
Uma serpente, um ser comum aos
Répteis da ordem dos ofídios e que não diz:
Meu espírito é cobiçoso, sou cheio de cobiça
E sinto manifestar em mim, o lado político,
O desejo intenso de posse, o ambicionar,
O cobiçar o que não cabe dentro dos meus olhos;
Fui desde que nasci, a pior notícia e 
Reportagem da imprensa falada,
Escrita e visual, sobre todo o meu
Acontecimento, no próprio local deste país;
Estou triste, descobri que não paguei
Aos fundos que garantem a liquidação
Dos meus compromissos financeiros
E não cumpri os contratos, com pagamentos;
Só resta-me jogar-me do terraço do apartamento,
Pular dos terraços que cobrem os edifícios ,
Saltar de cima de muitos andares,
Lançar-me no espaço vazio e
No ato cobrir-me de sangue, sangue
De algodão grosso de lã, de roupa de cama,
De cobertor que não deixa livre do perigo e 
Cadê a coragem? cadê a vergonha? nunca tive;
E o que perde o lance do leilão, pois é
Superado por outro coberto por título de
Crédito liquidado por ser pago e
Ser mais garantido, ser mais protegido,
De tipo de pessoa nefasta, que abusa
Da cobardia, pratica a covardia fria,
Tem o espírito tapado, resguardado da luz,
Tem o asco da fêmea de animal já
Fecunda e prenhe por estupro; metem-me inveja e
O pavimento do navio todo inundado,
O casco e o toldo furados; a colcha
Incompleta a faltar vários retalhos
E aquilo que serve para cobrir e proteger,
O amuleto que de nada valerá,
Depois que foi apertado o gatilho.

sábado, 29 de julho de 2017

Não escrevo preocupado com estilo; BH, 06070100110902001; Publicado: BH, 0150102014.

Não escrevo preocupado com estilo,
Ou com elegância, da mesma maneira que, não
Preocupo-me em respirar; respiro naturalmente,
Penso que desde que nasci e ao esfolhear os
Manuscritos, ao folhear a esmo, não procuro teor
De obra literária elevada; de obra-prima, ou
Clássica, tento apenas, entre algumas coisas insignificantes
E outras menos relevantes, evitar o esfolhar das
Florestas e a doença que o homem tem de
Tirar folhas de árvores; quando o escrever causa-me
Um esfolegar e o pensar, um resfolegar ansioso,
Chego a arranhar-me de tensão; fico no mesmo
Desespero de alguém que quer explorar outrem
No preço; ferir superficialmente o ego, tirar
A pele do semelhante, esfolar o igual em
Benefício de si próprio; quando é assim,
Ponho-me à disposição do esfolamento,
Deito a cabeça no cepo e deixo cair a guilhotina;
É assim o meu ato de esfoladela, a ação de
Esfolador, e a ferida que esfola-me, não é
Superficial; a arranhadura que faço é
Sem motivos de soltar foguetes; o esfoguetear
Que demonstro não é o de alegria e sim
O de tornar-me cada vez mais estouvado;
Perdi a ingenuidade de menino esfogueteado,
Travesso nas brincadeiras infantis; e só soube
Apressar-me para a imperfeição, afoguear-me
Na estupidez e a aumentar sempre o esfoguear
Da ignorância, que me mantém um ignorante
Denso e com espírito habitado com o censo de
Deflorar os jardins; e antes de desflorar, se soubesse eu
Esflorar o enigma que me destrói e matar a esfinge,
O monstro mitológico com corpo de leão e cabeça
Humana e que povoa meus pesadelo; causa-me
Tanto medo, atiça-me tanta covardia, que até
Afrouxa-me o esfíncter, o músculo circular, que
Serve para apertar, ou alargar orifícios, ou cavidades
Do corpo humano que chego a desfiar nas
Calças, as necessidades fisiológicas e não sei,
Nem como esfiar corretamente, a causa de tanto
Pânico, que vem reduzir-me a fiapos; a esfiapar
Meu ser e a acentuar a curvatura das minhas costas,
Mais do que as superfícies esféricas, que nem o
Esferômetro, o instrumento para medir tal
Curvatura, é suficiente e insuficiente para registrar o
Formato do esferoide, sólido, cuja forma é semelhante à
Da esfera e que aumenta o peso esferoidal,
A incidir ainda mais na minha corcunda; e
No esférico da corcova, como qualquer corpo sólido,
Perfeitamente redondo em toda a sua extensão;
Sou o Atlas que carrega o globo, a bola furada do
Esfenoide, do osso na base do crânio, o esfenoidal que veio
A ser dividido em fatias à pauladas no esfatiar do
Beco escuro da rua sem saída; não dá nem para
Sentir o dilacerar do cérebro, o rasgar a alma como
Se rasga papel; o fazer em farrapos o ser, o esfarrapar
O espírito de mendigo maltrapilho, de escrito sem
Consistência, ou coerência: texto de esfarrapado; é
Duro abrir farpas na rocha viva, esfarpar o rochedo
Com os dentes, esfarelar as pedras com os dedos; a
Reduzir a farinha com as mãos, meu Deus, não
Esfarinha o meu corpo no precipício; o ente é um farelo,
Uma migalha, um corpo que feris com facada, a
Vítima do esfaquear fatal, do despedaçar da
Carne; do reduzir a fanicos os nervos, esfanicar os
Ossos e não ficar satisfeito, herdou o esqueleto
Negro, olhou o corpo esfanicado até extenuar-se
Ao extremo, mas agora chegou a hora de cansar
Em excesso de odiar; de sentir raiva, rancor
E ira; devemos esfalfar-nos de vez de fazer o
Mau, basta, ser bom não causa esfalfamento
E efeito do esfaimar, de privar de alimentação,
Não impede a resistência; se causar fome a
Alguém, só a fome de amar, a de esfomear por
Amor, faminto por paz; esfaimado em fazer o bem
E hoje deparo com as notícias dos aviões que foram
Lançados contra prédios nos USA; nem a empenagem, a
Parte traseira do avião, sobrou dos que se
Espatifaram contra as torres gêmeas; e da peça de
Madeira, que vai do frechal à cumeeira tudo
Virou pó, e poeira, fuligem de paineira;
E da empena, parede lateral, e cabeceira
De um edifício, só fumo, fumaça, labaredas
E por mais que tentemos, tapar com pedras,
Empedrar nossas memórias, cobrir com pedras
Nossas lembranças, como se faz com o solo,
Penso que não esqueceremos jamais, cenas
Tão infernais; e as torres viraram a parte das
Estradas que tem pedra britada e entulho
E é com olhar empedrado, insensível e
Cruel, que sinto o petrificar do nosso futuro;
Sinto o empedernir da nossa esperança,
Um sentimento que não manifesta arrependimento,
Ou remorso; um sentido empedernido, que quer
Envenenar a humanidade, contaminar com
Peçonha a raça humana, ao empeçonhar com o
Terrorismo, os atos do radicalismo, do extremismo
Suicida e o estorvo da paz; obstáculo à felicidade,
Impedimento à liberdade, empecilho à democracia;
Não quis chorar, pensei que não deveria chorar,
Mas todo o meu espírito chorou; minha alma
Chorou, meu ser chorou, até empanturrar-me
De indignação, encher-me demasiadamente
Da comida do fel, a causar-me um empanzinamento
Silencioso, um empanzinar sem voz e sem arrotos; mas,
Não quero odiar, vingar, quero ir mais além: só perdoar.

Não e nunca fui suficientemente inteligente; BH, 01001102000; Publicado: BH, 0140102014.

Não e nunca fui suficientemente inteligente,
Para vencer a covardia, o espírito cobarde, a ação de 
Covarde que exerço todos os dias durante o curto período
Que tenho de vida; recebo até carga de cobalto, o metal
De símbolo Co, massa atômica 58,94 e número atômico 27 e 
Não consigo curar o câncer do medo nas minhas entranhas;
Sou uma cobaia, pior do que o mamífero da família dos
Subungulados; do porquinho-da-índia, ou do que outro
Animal, ou ser humano utilizados em testes para estudos;
Na hora do medo, só falto coaxar, gritar com coaxo de voz
De rãs e sapos e de todas as injustiças; todas as violências,
Todas as misérias, todas as desgraças, todas as matanças, as
Chacinas; e são de co-autorias minhas, sou o co-autor com
Estado, qualidade e caráter; não quero ser eximido,
Quero ser aquele que, com outrem, produziram obra e ação
E foram participantes de todos tipos de crimes contra a humanidade;
Fui coator contra os mais fracos e apoiei aquele que coage
O pobre, ajudei a coatar os indefesos e a coagir os medrosos;
E ao penetrar-se pouco a pouco em mim, com dificuldade
E ao infiltrar-se em mim, reconhecerá um ser hediondo;
Ao coar-me, como o fazer passar o líquido, ou o pó através 
Do coador, ao filtrar-me, verás os resíduos, os dejetos, os podres,
Que ficarão retidos no meio da borra, daquilo com que,
Eu, em toda a minha vida, quis coalizar-me;
E quis reunir-me em coalizão, aliar-me só com o que
É nocivo e imprestável à ética, à lucidez e à razão;
Fiz aliança com a elite, fechei com a burguesia para
A realização de fins comuns em prejuízo alheio, filiei-me
A partidos políticos; servi à empresas, participei de reunião
De pessoas com intenções suspeitas e minha intenção
Nunca foi boa; toda determinação da minha vontade,
Era com vistas a praticar o fim, meu propósito era
Formado para deformar; meu intento era intentar
Contra a moral e os bons costumes, meu desejo era
Sangrento, ver sangue até de menstruação; o que com
O tempo impediu, toda a devastação que eu cuidava,
Foi um coalho na minha medula, um coágulo
No meu cérebro, que fez coalhar meu sangue e
Coagular minhas veias e azedar igual a leite e toda a
Coalhada, igual ao leite coagulado me deixou em coma;
Aí, parei, estou em coma até hoje e até o cangulo,
O peixe da família dos balistídeos, que mede 40 cm
Aproximadamente e tem coloração cinza-esverdeada; e
Não tem a parte da substância que promove tanta coagulação,
Tanto efeito de aglomerar partículas negativas, ruins, más,
De um ser tornado pastoso, quase um sólido na
Última cavidade do estômago dos ruminantes;
É forçar o coagulador, constranger e não combinar para
Conformar, juntar para formar um todo; e coadunar
Para mudar sem enganar mais os que acreditam;
Sentirei vergonha, se eu a tiver, em passar por utensílio
De plástico, ou metal que coa; sentirei nojo ao olhar
O saco e não encontrar o café e sim restos mortais de
Um feto abortado em coma; não sirvo para trabalhar
Por alguém, não nasci para ajudar ninguém e não
Sou digno que alguém venha coadprivar-me; até o
Adjunto do pároco viu que não mereço perdão, não
Tenho salvação; e o padre coadjutor abandonou-me,
Desde que sentiu o réptil coactor que gerou a igreja,
Ao criar-me de barro, soprar-me nas narinas e chamar-me
Adão e da minha costela falsa, criar-me uma Eva por
Companheira, que criou em mim, um colecionador de dores,
Uma pessoa que coleciona ais; e que possui coleção de complexos,
Conjunto de tabus, dogmas, reunião de objetos macabros, compilação
Para viver e por não ter mérito, não ter capacidade, coligir
Textos de autores diversos para compor uma obra e compilar
O mérito alheio e andar na literatura sem o Prêmio Nobel,
A fazer curvas, ângulos, como a cobra, a colear, mas sem mover a 
Cabeça, sem usar a parte superior do corpo, o cérebro; o coldre, o estojo 
Da pior arma de fogo, que não se traz pendente na cintura
E nem na sela; e que não se resume num sinal gráfico,
Numa pequena peça de metal, para prender as duas 
Partes dos hemisférios no vestiário do crânio, no colchete
Da imaginação, na inspiração que colcheia a 
Figura musical que vale metade da semínima;
E aí, deita em coma na grande almofada cheia de 
Substância flexível, molas, colocada sobre o estrado
Da cama, o colchão eterno, a coberta sobre o lençol, e 
Nenhum corpo a recheá-la, é o parente não em linha reta;
É o paralelo, o efeito colateral, é o que está ao lado da
Espuma no copo de chope, ou de cerveja; e da gola de camisa,
Do colarinho que não conseguimos agarrar quando nossas
Mãos estão ávidas por justiça; preciso de alguém para um
Dia encontrar-me, unir-se estreitamente a mim e
Mudar-me; e receber um grau acadêmico sem cola, um título
Merecido por atos e não por conferir benefícios eclesiásticos;
Utilizar saber em exames, classificar a mente com bons
Vinhos e a mulher do próximo não pode ser cantada;
Não se deve passar conversa nela, pegar com cobiça,
Com adesivo de tatuagem na carne e colar beijos
Como ornatos para o pescoço dela; e assim, preciso,
Ainda, sofrer um colapso, uma diminuição súbita, total
E violenta das minhas forças, não acompanhadas de síncope;
E tolher todo o meu movimento e intensidade que serão
Necessários  tomar um colagogo, um medicamento que excita
A secreção biliar, antes que a comida apodreça no meu
Estômago, para que aprenda a fazer colagem, a
Escrever tal o processo de classificação e à introdução
Em um quadro de elementos colados e na restituição
De parte de quem for herdeiro de bens recebidos dos de cujos;
Não haverá comparação, conferência, confronto, pois o
Direito será menor do que o benefício eclesiástico, do
Título, do que a colação de grau acadêmico a se
Conferir no ato; para escrever jornal sem ser de
Um corpo editorial, prestar colaboração, cooperar, colaborar,
Se houver alguém com disposição a ler a matéria de
Jornal redigida deixará de ser alheia, o colaborador fará
Um trabalho em comum, com ajuda de quem colabora
Com rastros de frases úteis; encalço de palavras sábias; cauda
De sentenças superiores, rabo de pipa de papel com letras;
Chá de planta medicinal, cópia clandestina de pontos de
Exame nas provas escritas; grude que mata a fome do
Mundo, a cultura aglutinante e de teor pegajoso, que
Na hora do coito, na cópula da noite, o óvulo coiteiro
Dos milhões de bandidos, dá asilo só a um; dos milhões
De coitados expelidos, protege só a um coitado, que se transforma
No feto miserável, no desgraçado que não expressa
Nem piedade e nem ternura; e não chega nem a coisificar,
A reificar, a perder o processo de alienação, o momento em
Que a característica de ser uma coisa, se torna típica da
Realidade objetiva, a reificação e a alma acaba perdida na
Coisificação do coisa-ruim, entregue nas mãos do diabo
Abra os olhos então.

Na minha vida não tem cloreto e minha carne não possui cloreto; BH, 01001102000; Publicado: BH, 0180102014.

Na minha vida não tem cloreto e minha carne não possui cloreto 
De sódio e os outros sais e esteres do ácido clorídrico; e o cloro,
Elemento químico, metaloide, de símbolo Cl, não poderá fazer a
Minha assepsia e a minha dor é tanta, que a clorofila, a
Substância líquida, aromática e fortemente anestésica, é 
Insuficiente para cloroformizar, para anestesiar-me e impedir 
Que sinta a dor, impedir que o clorofórmio mate de vez a dor
Mórbida em meu ser; e é por isso que não sou fotogênico, 
Não tenho close, não tenho detalhe e o meu conjunto não 
Pode ser fotografado de perto e é por isso que sou só; não
Sou e nem tenho o prefixo que expressa  a ideia de 
Companhia e de simultaneidade; vivo solitário e longe da 
Coabitação, tenho que morar sozinho, morrer sozinho e se 
Alguém quiser coabitar comigo, habitar em comum comigo,
Não deixarei nem dividir o meu caixão e a minha sepultura;
Não sei encher-me de regozijo, não sei ficar repleto de amor,
Resguardar-me com o perdão e fazer do meu arrependimento
Uma cobertura jornalística; só tento me abafar como abafo um
Som; não sei percorrer-me, ultrapassar-me e exceder-me; o dia
Em que ocupar inteiramente meu espaço, farei tudo para me
Volver com sabedoria, vestir-me de inteligência; revestir-me de
Luminosidade natural, tenho que estender-me por cima de mim e
Espalhar-me pelo mundo, pelo planeta, pelo universo; não quero
Mais que venham tapar meu sol, ocultar as estrelas do meu ângulo
De visão, cobrir o azul do meu céu refletido no firmamento e
Proteger só a pele do cobreiro, a dermatose produzida por um
Vírus, pois minha avó já morreu; era ela que rezava-me contra
Cobreiro e contra quebranto,e espinhela caída e agora, não
Conheço ninguém para rezar no lugar dela, ela era a melhor; e
Como não sou de cobre, de metal de elemento de símbolo Cu,
Número atômico 29 e massa atômica 63,54, nada melhor do
Que uma reza de vó, para deixar tudo bem e ainda hoje sinto
Muitas saudades de Dona Ana Felismina dos Santos; ela
Nunca será coadjuvante em minha vida e toda lembrança
Dela é que coadjuva-me, é que ajuda-me a ter do passado
Ainda bons momentos, no meu filme ela nunca terá o papel de
Artista secundária e sempre receberá o Oscar por tudo que
Ainda desempenha no meu filme; a participação dela nunca
Será cobrável, quando mamãe nos surrava, ela sempre aos
Berros pedia: não bate nos meninos, não, pelo amor de Deus;
Nada se pode cobrar dela, era autêntica e incólume e se
Pudesse, com ânimo e coragem, não a teria deixado morrer,
Tristemente, de câncer; só resta-me agora aqui, readquirir e
Recuperar a imagem dela e procurar saber o que devido com
O tempo deixei a memória esquecer e se não chegar a me
Lembrar, vou zangar-me, enfurecer-me, ficar e virar uma cobra,
Fazer as piores referências a meu respeito e dizer cobras e
Lagartos de mim; pois, a determinada atividade que faço
Questão de ser uma pessoa exímia, é na lembrança, é na
Memória, é no pensamento, na recordação e com tudo isso,
Não posso deixar a minha avó morrer dentro de mim, sempre
Carregarei o espírito dela comigo, sempre a acompanharei.

Já pude ser aprovado? e já pude qualificar-me?BH, 0901102000; Publicado: BH, 0180102014.

Já pude ser aprovado? e já pude qualificar-me?
Obter a aprovação para ordenar e indicar trabalhos
De classe claustral? de classes de claustro, mostrado
No pátio interior descoberto e rodeado de muros, 
Nos conventos? na vida monástica que, expressa
A ideia de prisão? e na claustrofobia, no medo mórbido
E doentio de recintos fechados, muito pequenos, porque
Passa o meu coração, na cláusula do meu peito;
E em cada uma das disposições de contrato, de 
Tratado, de testamento, de condição específica,
De fim de sentença, de oração, de reclusão e de
Clausura, por tentar e pensar que já poderia,
Tirar a clava do peito, tirar a maça da cabeça
E no entanto não tenho nem a clave, não tenho
Nem o sinal que, colocado no princípio, como
Numa frase, ou trecho musical, indica o
Tom das notas: não tenho a clave, nem o sol,
Porque quererei a luar e cair e quebrar a clavícula?
O osso longo do ombro que, se articula com o
Esterno e a omoplata? ou cair por levar  um
Tiro de clavina, de carabina bem temperada; ai,
Não dá para mim, que tenho impulso mórbido,
Para o furto, a chamada cleptomania do cleptomaníaco,
Do cleptômano que se pudesse, roubava dos maridos,
Todas as mulheres casadas do mundo; e toda oferta
Clerical, todo dinheiro do clero, do clericalismo
E sistema de apoio incondicional e domínio
Clérico; corporação de sacerdotes que pertence a igreja
E não posso, escrevo por clichê, por frase de atitude
Muito repetida, por chavão; não pode aprovar, não
É a chapa metálica, em relevo, para impressão
De dizeres e figuras; na clicheria fotográfica negativa,
No lugar em que se fazem, na fabricação de clichês;
Nem eu mesmo sou o meu cliente, nem eu mesmo
Voto em mim; nem eu mesmo leio o que escrevo,
Não sou aquele que confia a defesa dos meus
Interesses a mim mesmo, não sou meu advogado
De defesa, ou procurador de acusação; consulente  de
Médico e dentista, não sou meu freguês e nem
Compro nada na minha mão; perdi a minha
Clientela, meu clima, meu conjunto de
Condições meteorológicas que caracterizam uma
Região, terra, meio ambiente, circunstâncias emocionais,
Que cercam meu acontecimento climatérico,
Meu climático climatério, a menor pausa que acabou
Com a minha libido, com o meu clímax, o meu grau
Máximo virou mínimo; e o fenômeno ótimo não
Passa mais de um momento sem aspecto culminante,
Não chego mais ao auge; nem a prática da medicina,
Nem casa de saúde, e intervenção clínica seriam
Capazes de devolver-me a capacidade de exercer a
Função mais do que natural de possuir a fêmea,
Igual o animal; tenho primeiro que clinicar-me, na carne,
Passar por um tratamento clínico carnal, fazer com que o
Meu clipe, minha pequena peça de metal consiga
Prender alguns papéis; sem levar clister, sem levar a
Injeção de medicamento nos intestinos, via anal;
E o clitóris e o órgão do aparelho genital feminino,
Quando passarei a gostar: a amar? a manipular com
Pés, mãos e língua? e ao impedir a minha clivagem, a
Fragmentação igual a dos cristais segundo
Planos determinados ; e aquele que quer me
Clivar, mal darei para a cloaca praticar na
Fossa, no cano e ser o que recebe imundícies;
O coletor de esgotos, para viver na latrina, no
Lugar mais imundo do mundo, a alma, a extremidade
Do canal intestinal de aves e répteis; e não
Empurra que coato, não vou obrigado, à força
Perco a força e constrangido, empaco
Igual jumento coacto, jegue teimoso, burro birrento,
Que quanto mais tentam coactar, mais foge
De quem quer o coatar; quanto maior a coação,
O ato de coagir e o estado de quem se ver sob ação,
Maior será a reação; finjo que acredito, entro no clube
E para a associação para fins recreativos, esportivos,
Políticos; entro para a sede e close-up neles.

Senhor e a degenerescência dos tecidos; BH, 0801102000; Publicado: BH, 0170102014.

Senhor e a degenerescência dos tecidos,
Em certos órgãos, em especial do fígado, na minha
É nos rins; o estado cirroso, o que tem a
Natureza e aspecto de cirro e que parece
Que está atacado de cirrose, é nos rins;
Senhor, venha então, Senhor, ciscar do
Organismo, venha limpar do cisco, revolver
E tirar só o que presta, igual a galinha revolve
O solo e só retira o alimento; todo resíduo não
Aproveitável, Divino Espírito Santo, expulse do
Organismo da amada irmã; todo pó, todo lixo,
Toda partícula que incomoda igual algo quando cai
No olho, livra meu Deus e Senhor, toda coisa sem
Valor, que esteja a impedir de ficar curada, ponha
Fora imediatamente, meu bom Deus amado; faça
Com que, Jesus, seja transformada numa cisterna,
Num reservatório de água pluvial, pura e cristalina;
Que seja um poço de saúde; uma cacimba de sabedoria,
Afasta a cistite, a inflamação na bexiga, caso tenha;não
Deixa que o estado cismático, que a separou da
Comunhão de tua igreja, seja por longo tempo; traga
De volta ao citadino, igual aquele que habita uma cidade,
Esteve fora e depois volta radiante de alegria, de saudade;
Faça ordenar a citação, faça referir e transcrever como
Exemplo e mencionar o nome, na tua lista de servos
Abençoados e merecedores das tuas graças; venha, citar,
Senhor, a volta da saúde ao seio da minha querida; como
Um toque de cítara, como uma música de um instrumento
Musical de cordas, salva do sofrimento da doença que
Padece; traga de volta à civilidade, à cortesia da saúde;
À delícia da delicadeza de que está de bem com a vida, à
Etiqueta da vida em comunhão com Deus; acaba já Jesus
Cristo, com a claudicação que vem a sofrer, para o erro e
A imperfeição, Senhor, não deixa que venha claudicar,
Fraquejar diante de Ti; coxear na fé, errar no delírio e faça
Que amanhã, Divino Espírito Santo, o estado claudicante
Não seja mais visível na saúde; Senhor Jesus Cristo, o
Senhor conhece-me mais do que eu mesmo, até mesmo
Mais do que a minha mãe, que gerou-me, ouça a cobrança
Que faço a Ti, é com clemência, indulgência por Tua bondade
E brandura; clemente, venho também, indulgente e brando,
Pedir pela recuperação do estado coerente, da volta à 
Coerência, ao conforme e ao lógico da alma; traga-a, Senhor,
De volta à qualidade e ao estado de ligação, de conexão e 
Nexo em palavras e ideias, recupera-a, Senhor e serei grato,
E darei graças ao Divino Espírito Santo de Deus Todo 
Poderoso, abençoa-a Jesus Cristo e faça com que não seja
Mais internada em casa de saúde, de nenhuma espécie,
Quanto mais em casa psiquiátrica; como irmão e na
Responsabilidade que me cabe, venho diante do Divino
Espírito Santo, deixar este documento lavrado, que será a
Prova, será o testamento, será a receita, que levará à
Saúde de volta ao corpo, à minha irmã alma; muito
Obrigado, Jesus Cristo, Divino espírito Santo, meu Deus
Todo poderoso, muito obrigado, legião de anjos, que da
Mesma maneira serviram a Cristo depois que foi rentado
Por quarenta dias e quarenta noites no deserto, também
Estarão aqui, para servir e fazer a recuperação do estado
De saúde física e mental da minha alma irmã; Jesus Cristo,
E Deus criador do céu e da terra, Deus da minha mãe,
Maria da Conceição Santos Medina e Deus do meu pai
Nestor Antônio Medina, eu Ivanovitch Medina Santos,
Espero por tua benção, amém. 

Se por acaso em algum dia qualquer; BH, 0801102000.Publicado: BH, 0170102014.

Se por acaso em algum dia qualquer,
Alguém vier a ler, o que escreverei aqui, é certo
Que, se surpreenderá; ou até mesmo se aborrecerá,
Com o que, deparará pela frente, ao ler diante
Dos seus olhos: não sou um homem, penso,
Que, é isto mesmo que tu leste: não sou um
Homem; embora imperfeito, embora frágil e com
Defeito, sou um espírito, é isto mesmo,
Sou um espírito; sou uma alma, morro,
Sinto dor, sofro, perturbo-me, porém, sou uma
Mente e estou em tudo que sou e tudo
Que sou está em mim; por exemplo, sou
Um clarinete e estou no som de uma
Clarineta, instrumento musical de sopro
E palheta; e sou um clarim e estou numa
Clarinada, no toque de espécie da trombeta
De som agudo e estridente e sou o que toca
Esse instrumento; e na abertura envidraçada
Em teto, telhado, ou parede para iluminar,
Estou na claraboia, na luz do luar; e na albumina
Que envolve a clara do ovo, a clara clâmide,
Manto dos antigos gregos; e na claque, na
Reunião de pessoas combinadas para aplaudirem,
Ou vaiarem, estarei a enfrentar, como um
Clandestino, feito às escondidas e a agir de
Modo ilegal, pois até aquele que, procura
Viajar, ou viaja sem passaporte, leva um pedaço
Do meu clã; sou uma facção, sou um partido e faço 
Parte do grupo de parentes, ou de famílias aparentadas;
Estou na Escócia e na Irlanda, ligadas por
Laços ancestrais, a quererem independência, civismo,
Dedicação ao interesse público; patriotismo e civilizar,
Fazer progredir, mais, social e culturalmente, as
Duas nações, ao torná-las mais corteses, educadas e
Com o intuito de instruir; estou aqui, civilizado,
Com o pé na civilização, espírito urbano, alma cortês,
Dentro do estado de progresso e de cultura social;
Hoje, o civilista, o Tratadista de Direito Civil, vive
Escondido e o partidário do civilismo, da doutrina 
Que, prega a predominância dos civis no governo
De uma nação; sou civil, cidadão, não militar,
Não tenho caráter criminal e nem sou eclesiástico,
Sou um espírito relativo às relações dos cidadãos
Entre si; membro do estado, patriótico: um espírito
Cívico, de jurisdição dos tribunais em que se julgam
As ações de natureza ao Direito Civil, que causa o ciúme
Exagerado, a inveja de ciumeira, a emulação de 
Sentimento de posse absoluta, receio de perda de 
Objeto amado, pelo amoroso, por gosto ácido de frutos,
O cítrico que se extrai da laranja, do limão;
Sou o ectoplasma com citoplasma, com porção
Da célula compreendida entre a membrana
E o núcleo; da citologia e estudo em geral
Do cito, da cavidade expressa da ideia; citado
No limbo, tal aquele que recebeu citação
Judicial e igual ao organismo que tem 
A reprodução por uma divisão em duas partes;
Também sofro a cissiparidade, sou um pensamento,
Uma memória, um sonho, uma saudade; um
Cisplatino que está situado aquém do rio da
Prata; um cisne, sou uma ave palmípede dos
Antídeos, poeta de longo pescoço, orador tal
Músico célebre; uma constelação setentrional,
Dotado de certo classicismo, de certo sistema
Dos que admiram os clássicos, a literatura
Com qualidade clássica e a usada nas classes, ou
Aulas da Grécia e Roma antigas; e que serve de
Modelo exemplar, tradicional e que se opõe à
Escola romântica, com autor de obra digna de
Estudo, modelar, escritor grego, ou latino; e na
Classificação das divisões do curso secundário
Superior, ao classificar o efeito e o pequeno
Anúncio, sem ilustração, publicado nos jornais
Nem sempre é o classificado, o que se classificou,
Que se formou no clássico classificador daquele
Que acredita no que restou.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

O Brasil morreu e o Brasil está morto; BH, 0280702017.

O Brasil morreu e o Brasil está morto,
Pois, um país sem povo soberano, cidadão,
Digno, é um pais defunto, cadáver, ou de 
Zumbis; e a nação brasileira é o tipo de 
Nação predileta para a plutocracia, uma 
Nação rendida, refém e de joelhos, uma 
Nação que, satisfaz a cleptocracia 
Governamental; e uma classe trabalhadora
De quatro para a burguesia e que, expõe o 
Rabo à elite é tudo de bom; a sociedade 
Brasileira está anestesiada, a sofrer uma 
Eutanásia, pois, aceita que o PIG, Partido
Da Imprensa Golpista, chame candidamente,
O golpista propineiro michel temer de governo,
Ou de presidente; e nesse lamaçal de répteis
Rasteiros e de patas, afunda-se a camarilha
Dos deputados; afoga-se o senado no 
Esgoto, sobressai-se a imundície do 
Judiciário e lambuza-se de dia e de noite
Nas retretes do legislativo; quando acabar
Essa porra dessa suruba, com o estancamento
Da sangria dessa orgia, num fecho triunfal de
Finalmente, Luiz Inácio Lula da Silva, preso,
A constranger-se na cadeia; e as hienas
Disputarão os ossos do banquete macabro
De mendigos, com abutres nobres e outras
Carniceiras aves de rapina; e com o povo no 
Ópio, veias entupidas de morfina, a dor do 
Arrombamento, não será sentida, pelo 
Contrário, o estrupo será justificado, tiramos
O PT,  o Partido dos Trabalhadores do poder;
A sevícia será sanada, depusemos a Presidenta
Eleita legitimamente, Dilma Vana Rousseff e o 
Entubamento feito inconstitucionalissimamente   
 E que levou o país ao CTI, era preciso, dirão os
Vira-latas, os entreguistas, os lesa-pátria; era 
Necessário acabar com o republicanismo, com
A democracia, o estado de direito e social, rasgar
A Constituição Federal, o povo aplaudirá, a nação
Explodirá de alegria, uma ode de contentamento com 
Sabor de melancolia da elegia; o Brasil virou um 
Tumor, uma cloaca com pus de gonorreia sem poesia.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Alguém pode carregar-me e pôr em mim uma carga positiva? BH, 01001101002000; Publicado: BH, 0210102014.

Alguém pode carregar-me e pôr em mim uma carga positiva?
E transportar-me para outra dimensão? alguém pode 
Conduzir-me? levantar-me do chão e até suportar meu peso 
Por mim? minha carga pesada? ou continuará a oprimir-me? 
Continuará a agravar-me o estado de saúde e de espírito? e 
De alma e físico? não suporto mais olhar e ver municiar a 
Arma, mirar e apertar o gatilho na cabeça da criança órfã
E abandonada pelo meio das ruas; alguém pode acumular
Eletricidade nas minhas baterias negativas? ou só ajo com
O exercer da pressão? e com o insistir e o exagerar? cansei 
De cobrir-me de nuvens pesadas, igual a atmosfera; e se pinto 
Um óleo sobre telas, todos dizem que, só sei carregar nas 
Tintas; e tornar sombrio o quadro e o semblante, fechado o 
Cenho aonde ando; a crítica veio para saturar-me porém, não 
Reagirei com pente de balas das armas automáticas, ou semi; 
Não reagirei igual ao carregador de ódio, a pessoa que faz o
Carreto da raiva, do rancor, a ameaçar temporal; a soltar cólera 
Abafada, atmosfera fechada e o falso que,  traz muitos 
Embrulhos, cheios de incumbências, atarefado e que, está 
Carregado negativamente e não observa a formiga 
Transportadora de material para o formigueiro; não olha para a 
Carregadeira, a mulher que carrega os fardos do lar, os fechos 
Dos folhos, a cruz pela vida; e diz-se que, tudo foi feito sem 
Interesse e é de qualidade inferior, é a carregação de 
Transportes de um lugar para outro, o carregar sem o carro, 
Com os braços e os ombros, a subir a vereda; a perder-se
Na senda, a enganar-se na trilha do corredor e segue com 
Repreensão; com censura pela bebedeira da carraspana, no alto 
Do outeiro, da janela da casa, simples, branca, de quintal, cerca,
Cachorro e pássaro; alguém livra-me do torturador? e de todos 
Os indivíduos maus, verdugos que, executam sentenças de 
Mortes justo em mim; alguém livra-me do carrasco? quero fugir
Dele, dos cardos da coroa de espinhos, coroa áspera e que, 
Rala-me a testa e o couro cabeludo; alguém salva-me da mata 
Abusiva? deste carrascal de carrapicho, carpo de gramíneas 
Dotado de pequenos espinhos que, aderem ao que lhes toca; e o 
Coque, no alto, ou na parte posterior da cabeça e a árvore da 
Família das meliáceas e espécie de pião para girar entre os 
Dedos; e a carrapeta que, Deus livre alguém de mim, pessoa 
Importuna e que, segue outrem, aonde quer que vá; e que Deus 
Livre a mamona e a pele do aracnídeo minúsculo que, suga
O sangue de animais em pasto, o carrapato que não morre
Nem com carrapaticida, com inseticida específico para
O extermínio de carrapatos da minha espécie: carrancudo,
Que, carrega uma carranca; e passo os dias mal-humorado, 
Trombudo e não há nada que diminua a carranca que trago
Amarrada ao pescoço, igual uma pedra; e sou jogado
Em alto-mar e mesmo a livrar-me da vontade apegada
Ao passado, não sobreviverei, pois não sei nadar, ou boiar;
E se depois de morto, ainda servir, transformem-me no 
Grande rosto de madeira, caricatural, de feitura
Primitiva que, as barcas do Rio São Francisco trazem em 
Cima da proa; a cara feia, mas de tradição, nada de zangada,
Nada de preocupada e sim de satisfação; pelo carrapateiro,
Planta das euforbiáceas, de toda a razão, grande porção de
Espírito mineiro, a carrada que se leva de uma vez ao
Ponto final do chorar, do lamentar a perda do passado; e 
Prantear para comover, capinar o capim, desbastar a moita,
Carpir só não muda o mundo; só muito chá de carqueja, da 
Planta medicinal das compostas; e a criação da raça de galinha
D'angola, a colher o fruto bom, a segregar o carpo estragado; 
E a pôr fim de vez por todas ao carpintejar, ao crime de 
Aparelhar a madeira para obras e impedir aquele que quer 
Exercer o ofício de carpinteiro, operário especializado que, 
Trabalha com madeira; carpina marceneiro que colabora com o 
Cruel desmatamento das nossas florestas; nada tenho contra a 
Carpintaria, contra a carapina, a oficina que ajuda na obra de 
Exterminar as árvores; e entre uma árvore e uma carpintaria, fico 
Com a árvore e em favor das florestas, da fauna, da flora, enfim
De toda a natureza, deixo à disposição toda a carpidura que, 
Existe em mim; por elas faço o papel de carpideira, de mulher 
Que, chora muito e que é contratada para acompanhar enterro
E a chorar, a lamentar o defunto que, nem conhece; e quero mais 
É evitar é o enterro das nossas riquezas, dos nossos tesouros 
Naturais; e ainda quero ver carpa, certo peixe de água doce, nos 
Nossos rios urbanos e poluídos, com a recuperação deles; e 
Nessa carona quero o mundo inteiro comigo, é uma viagem
Gratuitamente a favor da preservação e qualquer um pode aderir, 
Clandestino, ou não; é o bigu da salvação dos animais, das aves, 
Das flores, das folhas, dos pássaros e a proteção do verde, como
A manta de couro, ou outro material, colocada por baixo do lombilho, 
Para proteger nas cavalgaduras; e nessa hora toda carolice será 
Bem-vinda, toda carola de qualidade e manifestação daquela que, 
Vive nas igrejas que, vive a rezar; todo beato pode ajudar com 
Orações que, tragam resultados a favor da nossa natureza e ao falar 
Nisso, fico até com engasgo de natureza nervosa que, inibe-me ao 
Falar na natureza, é uma íngua, um núcleo duro de frutos; uma 
Semente de várias florescências, o caroço que não podemos deixar 
Enterrar pois, vira conto de carochinha, vira carocha, feiticeiras sem 
Feitiços, bruxas sem vassouras; o escaravelho, o inseto coleóptero 
Carniceiro da caroba, o nome dado às várias plantas medicinais, da 
Família das bignoniáceas; meus milhões de leitores amáveis, meus 
Carinhosos leitores, escrevo de modo assim tão caroável, pois é o 
Que, os meus olhos veem, é o que meus ouvidos captam; restos de 
Pensamentos em fins de crânios de tecido feito com fibra de caroá 
E que se caracteriza pela aspereza da tentativa de mudar o
Comportamento, mudar a visão da estética e não encontrar 
Respaldo nas respostas; e não encontrar solução na bromeliácea 
De cujas fibras se tece  a juta e o cânhamo, com grande sacrifício; e 
Não fui querido, não fui tido com grande estima e até hoje a minha
Sobrevivência custa muito em despesas; sou um artigo que tem 
Preço elevado e não a cargo meu, é da família, da qual tornei-me 
Um peso morto, um bolo gordo, um osso carnudo, um nervo musculoso
E um ser polpudo que, tem muita gordura e carne e nada para dar.