domingo, 30 de julho de 2017

Estou triste e acabei de descobrir algo; BH, 1001102000; Publicado: BH, 0160102014.

Estou triste e acabei de descobrir algo,
De uma uma pessoa má, intrigante;
Uma serpente, um ser comum aos
Répteis da ordem dos ofídios e que não diz:
Meu espírito é cobiçoso, sou cheio de cobiça
E sinto manifestar em mim, o lado político,
O desejo intenso de posse, o ambicionar,
O cobiçar o que não cabe dentro dos meus olhos;
Fui desde que nasci, a pior notícia e 
Reportagem da imprensa falada,
Escrita e visual, sobre todo o meu
Acontecimento, no próprio local deste país;
Estou triste, descobri que não paguei
Aos fundos que garantem a liquidação
Dos meus compromissos financeiros
E não cumpri os contratos, com pagamentos;
Só resta-me jogar-me do terraço do apartamento,
Pular dos terraços que cobrem os edifícios ,
Saltar de cima de muitos andares,
Lançar-me no espaço vazio e
No ato cobrir-me de sangue, sangue
De algodão grosso de lã, de roupa de cama,
De cobertor que não deixa livre do perigo e 
Cadê a coragem? cadê a vergonha? nunca tive;
E o que perde o lance do leilão, pois é
Superado por outro coberto por título de
Crédito liquidado por ser pago e
Ser mais garantido, ser mais protegido,
De tipo de pessoa nefasta, que abusa
Da cobardia, pratica a covardia fria,
Tem o espírito tapado, resguardado da luz,
Tem o asco da fêmea de animal já
Fecunda e prenhe por estupro; metem-me inveja e
O pavimento do navio todo inundado,
O casco e o toldo furados; a colcha
Incompleta a faltar vários retalhos
E aquilo que serve para cobrir e proteger,
O amuleto que de nada valerá,
Depois que foi apertado o gatilho.

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