segunda-feira, 17 de julho de 2017

Espero estar de comum acordo ao harmonizar-me; BH, 02201102000; Publicado: BH, 0140502014.

Espero estar de comum acordo ao harmonizar-me
Com toda a humanidade, por conseguir enfim amar,
Atrair a paz e granjear o pão, ao cultivar o trigo e
Adquirir com esforço o sustento de cada dia; preciso
Combinar para viver feliz, pôr de acordo um concílio e
Conciliar a minha consciência comigo mesmo, com
O universo que harmoniza, a luz que concilia e o
Conciliador a transbordar de conciliação, a estender
A mão ao mundo sem conluio e conspiração, sem
Ação ilegítima, ata de assembleia secreta, com
Teor de conciliábulo; e para todo concidadão, para
Aquele que é da mesma cidade, ou pátria, para
O nosso compatriota, nada deverá ser feito às trevas,
Às escondidas, para encobrir a verdade; tudo deverá
Ser feito às claras, à luz, com transparência, a valorizar
Sempre a verdade, a beleza da liberdade, doa a
Quem doer, mesmo ao réu concho, que tem confiança
Em si mesmo, ao milionário vaidoso que paga
Caro, a impedir que a verdade verdadeira seja
Realmente conhecida por todo o seio da nação;
Quero me conchegar àqueles quer querem aconchegar-se
De mim sem conchavo; não estou aqui para conchavar-me
Com a mentira, mancomunar-me com os mentirosos e
Concluir para que o povo nunca venha a saber que,
Na calada da noite, está a ser traído e delapidado,
Em banquetes regados com muito wisky do bom e a sopa
É servida por colher grande e funda para servir os caldos;
E no pavilhão do ouvido é sussurrado de carapaça em
Carapaça córnea dos quelônios, o acerto de preço e
Do valor que cada um receberá por participar da concha;
E do objeto semelhante a um invólucro calcário de certos
Moluscos; e quanto ao trabalhador concessor, que
Concede imposto e poder, nada de concessivo e tudo
Que por ventura seja concessível a ele, seja em fim
Surrupiado na surdina, juntamente com todos os
Direitos já adquiridos em conjunto com a história;
E é hora de parar com tanta confabulação, com
Tanta confa e confusão e com o único intuito de
Confundir o cidadão, surrupiá-lo, ao fazer uma
Conexão, um ato conexo para desvio dos seus valores e
As contas secretas em paraísos fiscais; numa
Democracia sólida, esse fato conexivo de desvio de
Dinheiro, numa conexidade entre o poder público e
Corrupto e o corruptor e a corrupção, a analogia não
Existe, todos são ladrões; o nexo é perdido pelo brilho
Dos cifrões e a única ligação duma coisa à outra, é só o
Intuito de locupletar-se, tornar-se rico por meios
Desonestos; fartam-se com a conexão que liga e que
Une, o conetivo do desvio para os próprios bolsos do
Valor que não pertence a si e sim ao estado, à
Nação, à sociedade, ao povo, ao cidadão, ao elo
Conectivo que sustenta o patamar sólido, o cone de base
Circular e extremidade pontiaguda para conduzir a democracia,
Guiar os destinos; transformar os anseios, transmitir
Segurança e ir ter de encontro ao desenvolvimento e o
Prolongar-se na felicidade; no caminho da
Justiça e no fim da injustiça social e ao comportar-se
Assim, o mundo terá orgulho daquele que será o nosso
Condutor; o nosso cano por onde escoam as nossas
Águas pluviais, fluviais e lacrimais; o nosso corpo, que
Transmite o nosso calor e a nossa eletricidade, ser aquele
Que arrecada as nossas passagens nos nossos bondes e
Nos nossos trens; aquele que nos conduz a um seguro
Conduto, a um caminho sereno, a uma via de tranquilidade
E a um canal que guia-nos mansamente às águas tranquilas
E refrigera-nos as almas; é o condutivo que está conosco
E nos conduz para longe das sombras e da morte e
Nós, o povo condutível, o povo que pode ser conduzido,
Seguiremos de olhos fechados, passaremos pelo condutímetro,
Como se fossemos medir a condutibilidade elétrica do
Nosso corpo e a nossa propriedade de sermos condutores
De calor e em conduta, em condução, em procedimento
Moral, em comportamento, nós seguiremos o nosso conducente,
A um fim tendente, no transporte, no veículo, em qualquer meio,
Através do condoleiro, o certo estilo literário pomposo, cheio de
Imagens e de hipérboles; em condonreirismo, na maneira
Própria dos poetas condoreiros, seguiremos nosso líder condor,
Nossa ave de rapina da família dos Catárditas, que vive na
Cordilheira dos Andes, condômino da natureza, dono juntamente
Com outrem do condomínio e do domínio exercido justamente,
Sem condolência, sentimento de pesar e de pêsames e do
Condoer da compaixão, no despertar da dó; e no compadecer-se,
Pois estaremos em harmonia, estaremos em proporção e em
Condizer de viver sob os ensinamentos do nosso líder.

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