segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Não adianta esquivar-me mais e basta de evitar com desdém as pessoas; BH, 0170190602001.

Não adianta esquivar-me mais e basta de evitar com desdém as pessoas
E as coisas que, desagradam-me; não mais negar habilmente a concordar,
Ou a fazer uma coisa e basta de só mostrar-me esquivo; descobri a 
Minha esquizofrenia. sou o doente cuja psicose fez perder o contato 
Com a realidade; não quero mais esconder o meu ser esquizofrênico,
Desde que, percebi que, sou esquizoide, indivíduo que, apresenta 
Sintomas atenuador de esquizofrenia, porém, sem alteração mental 
Definitiva, tentei esconder, porém, agora, resolvi assumir minha 
Esquizotimia; ao pretender mostrar a manifestação de meus estados
Esquizoides mas, dentro de limites toleráveis e normais; não nego mais 
Meu tipo de personalidade de esquizotímico deitado na essa, no estrado
Elevado sobre o qual se coloca o caixão de defunto, enquanto se procede
A cerimônia fúnebre; e quem vejo no catafalco? sou eu, esse que designa 
A coisa que, está próxima da pessoa com quem se fala; o cadáver estabanado 
Nada mais nada menos do que ninguém é dele, apontam-me os vivos e 
Aquiesço, meu mesmo; olheis os gestos precipitados e desajeitados dele,
Tão e tanto estouvado quanto a mim; não há mais tempo para estabelecer
Antes de apodrecer, fazer estável e firme a carne fraca; instituir alguma 
Evolução ao espírito em sua nova casa; determinar à alma elevação no 
Lugar que, ela chegou; dar uma forma regular ao osso, ordenar ao 
Sangue purificar as medulas putrefatas, demonstrar diante dum espelho
Que, não teme, não treme, não tem medo, não é covarde, nem injusto,
Nem ímpio e que, transcende em virtude; e fixar-se na verdade é sonhar 
Sem pesadelo, residência da mentira abortada; tal abrir um estabelecimento
Comercial, ou industrial, uma instituição para um fim determinado e perder  
A estabilidade, toda qualidade daquilo que, chamamos de equilíbrio, firmeza
E segurança; estabilização superior à conservação do valor aquisitivo da
Moeda em nível mais, ou menos inviável, estabilizador natural do universo,
Substância que, torna estável uma solução; dispositivo que, serve para 
Assegurar a constância do valor eficaz da corrente num circuito, que, 
Serve para estabilizar ainda mais além do universo na estabulação planetária,
Criação e engorda de animais em estábulo de planeta de placenta; e 
Estabular a estaca, criar, engordar o pau que, se crava, total, ou 
Parcialmente no chão do coração; a coluna de concreto armado que, se 
Crava no solo do peito do vampiro, para demarcação, ou alicerce nas 
Grandes construções de destruições da estação lunar, lugar determinado
Espacial, que, durante o seu trajeto, param veículos de transporte coletivo
De almas; e de onde são feitas observações de espíritos, instalados 
Distribuidores de energia, até elétrica, centro telefônico telepático: cada
Uma das quatro partes em que p ano se divide; cidade de veraneio invernal,
Esquadro, instrumento para traçar ângulos retos, ou tirar perpendiculares,
Régua e compasso, esquadrinhar a Terra do homem, investigar a humanidade
Para melhorar o ser humano, perscrutar a raça humana para a pessoa 
Presente; vigiar com cuidado de guardião, analisar o esquadrinhamento
Com perfeição de esquadrilha, de grupo de aviões, ou esquadra de pequenos     
Navios de guerra, porque não esquadriar a paz? a paz é um ângulo, reto, 
Porque não esquadrar a verdade? a verdade é um ângulo reto, um corte, 
Um instrumento com que se traçam, ou medem ângulos retos, uma 
Esquadria com designação genérica dos caixilhos de portas e janelas; 
Porque não esquadrejar a liberdade, serrar e dispor ao formar as tropas
Em esquadrão; e combater a guerra com a seção de regimento de 
Cavalaria e com time de futebol de granola, categoria a ser notável
Por sua irreverência e inconveniência  e impropriedade, porém, sim
Pela fala da virtude e atividade de justo de justiça. 

Para ficar bom é preciso passar por uma defumadura; BH, 030502013.

Para ficar bom é preciso passar por uma defumadura,
Conhecer um ato de defumar e assim, conseguir o
Degelo, a fusão da depressão e o derreter do trauma; quem
Sentir o gelo fundir-se dentro de si e o derretimento da
Neve das próprias trevas frias e na liquidificação de ambos, 
Causar a degeneração, safar-se-á; se continuar assim, morrerá,
Se sofrer tal processo de regressão de um estado superior, ou
Mais complexo, para outro inferior, ou mais simples, desaparecerá;
E será a perda de todos os caracteres morfológicos e fisiológicos,
Um ser degenerado, jamais poderá ser salvo; um ente corrompido,
Não pode ser aceito em congregação, não será a frequência, ou a
Ida em igrejas que, salvará o homem da perdição e sim, os
Seus atos e a grandeza de suas ações que, interromperão o
Revelar degenerativo da alma; e quando a degenerescência, a
Disposição para a corrupção e que causa a alteração de um
Corpo organizado, nem a oração dá mais jeito; e só resta ao
Degenerescente, suspender a deglutição, o engolimento e
A absorção de gases e líquidos , na degolação; na decapitação
Por degolamento, no decepamento da cabeça e no estroncamento,
É colocar o pescoço no cepo do carrasco degolador, fechar os olhos,
Prostrar-se degradado diante do decapitador, ajoelhar-se rebaixado
Diante do estroncador, no lugar aonde se degola, ou mata-se
O aviltado no degoladouro e só abrir os olhos no escuro; o
Degradado no degoladoiro, porém, o que se há de fazer, se não agir assim?
O degradante tem que passar pela degoladura, é a dura lex, sed lex;
O infamante tem que, sofrer a dureza da lei e encerra a vida aviltante que leva;
Pois, o degradador, é tão vil e ignóbil quanto outro qualquer 
Que, comete as mesmas baixarias; e até pelo pensamento,
Imaginação e inspiração se degrada na humanidade, até
Pelo sentimento, olhamos pelo degote do peito e enxergamos o coração
No degotar do degredado, vem a degringolada de lágrimas;
A queda precipitada no choro, a derrubada no pranto,
Mas, quando está a cometer algum ato ilícito, não põe a
Cabeça para pensar, pensa que é um dei e que pode fazer de tudo
Que quiser, sem prestar satisfações a ninguém; e aí, entra
Em deídro, em tudo que exprime ideia de desidratação,
De desidrogenação, igual a desidrogenese, processo enzímico
Que consiste na acelerada remoção de hidrogênio de
Metabolitos e sua transferência  a outras substâncias, a realizar
Assim, sem saber e sem conhecer, tarefa importante na biologia,
Na oxidação e na redução do demopsicológico demonstrável;
Como um pronome demonstrativo e toda sua importância que,
Demonstra e é própria para demonstrar e que, na gramática,
Determina o nome, a ajuntar-lhe um ideia de indicação,
Este demonstrante; esse demonstrador, aquele que tem toda 
Demonstrabilidade, isto que demonstra, isso que, manifesta, aquilo
Que, tem qualidade e está demonstrável; essa demonomante
Que, não conhecemos, é aquela pessoa que pratica demonomancia,
É a demonomaníaca por adivinhação, por influência de demônios;
O demonólogo é quem escreve demonógrafo, é demonológico,
Demonográfico, abrangente a total demonologia do demonólatra,
Demonolátrico e o que os espera é só a latrina; demonista partidário,
Demono, dogrego daiman, onos só o próprio demonífugo que, afugenta
O demônio e os maus espíritos, do demonico aos mais abusados:
Satanás, Belzebu, Beliel, lúcifer e demais dêmoni, derivados do 
Grego daemone e que, caia sobre todos eles, a demonetização,
A ação de tirar todo o valor, como se eles fossem moedas velhas
E imprestáveis; as mesmas por quais Judas, o traidor de Jesus Cristo, se
Suicidou, depois de ter caído na real, da besteira que tinha 
Feito; e o poder que têm, não é mais demolitório e nem 
Causam mais demolição, estão a demolhar a barba, porém, à espera 
Dalgum amolecer de espírito; estejamos alerta então, e não 
Terão mais vez em nosso meio: in hoc signo vinces: com este sinal
Vencerás, igual que conta-me que, na véspera da batalha entre
Constantino e Maxêncio, viu aquele um cruz no céu com a inscrição
Neste sinal vencerás e in loco, neste lugar, un medio stat virtus,
A virtude está no meio, isto é, no justo e equilíbrio dos extremos;
Só o delirado, o louco estonteado delirante que, delira como 
Próprio de ensandecido, é que, não dá as devidas atenções a 
Estas palavras proféticas, só o sandeu, desvairado, tresvairado, delirioso
Que, (rato roeu) como o espírito delituoso de criminoso
Onde há delito culposo, a fugir da verdade destas palavras,   

NASCENTE, MILTON/VENTURINI.

Clareia manhã
O sol vai esconder a clara estrela ardente
Pérola do céu refletindo teus olhos
A luz do dia a contemplar teu corpo sedento
Louco de prazer e desejos ardentes
Clareia manhã
O sol vai esconder a clara estrela ardente
Pérola do céu refletindo teus olhos
A luz do dia a contemplar teu corpo sedento
Louco de prazer e desejos ardentes
Pérola do céu refletindo teus olhos
Clareia

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Crio por dedilhação e creio neste dedilhado e dedilhamento imaginativo; BH, 020502001.

Crio por dedilhação e creio neste dedilhado e dedilhamento imaginativo
Que, superará a total dedignação que, abate o ser que, debate dentro
Do corpo dedicador aonde habita; tragais-me as ofertas espíritos,
Vinde com os presentes, fantasmas de reis medievais que, não são
Magos; aceito daquele que faz essa dedicação que, vive dentro de
Mim, o festante desta morada, serviçal e que, devotado, é escravo
Dedicado, abusa no devotamento, aumenta sempre a consagração e
Ainda busco causa para esta veneração  e não encontro o ninho para
Dedetizar, derramar ddt para exterminar os insetos desta abreviatura de
Vida; a morte é o desonestar do homem; a morte é o tornar indecoroso,
É o dedecorar no decursivo do tempo, no decorrente da natureza das
Decursadas; parabéns folhas opostas em relação com as do nó
Imediato; parabéns decuriado, por este cargo de decurião, onde sabes
Bem, fazer o décuplo, fazer o teu salário ser o que contém dez vezes uma
Quantidade; dez vezes maior do que o tão famigerado salário mínimo
Votado com tanto desprezo por vossa excelência, isto é, excrescência;
Tumor da nossa vil sociedade, tumescência da nossa ignóbil elite;
Tumefação da nossa podre burguesia, in extremis, nos últimos momentos
De vossa vida in fine, no fim de tudo e in foro conscientae, no tribunal de
Vossa consciência; deixo aqui in extenso, com todos os pormenores,
Com todas as letras com que se escreve delinquente, arrepende-te,
Criminoso; declara-te réu culpado, acaba com tanta delinquência no
Senado, abaixa esta criminalidade contra a nação; ainda há tempo de ser
Delineativo, de fazer uma delineação, um planejamento de salvação do
País; um tosquenejo de melhorar um povo, um esboço de como prestar
Serviços à Pátria Grande, basta de prestar desserviço, seja planejador,
Porém, em benefício comum; seja um tosquenejador do fim da corrupção,
Seja o primeiro limitador da roubalheira pública, o circunscritor da ordem
Da moral e do decoro; e serás lembrado como uma vossa excelência que,
Foi delimitador das mamatas, das maracutaias, das tramoias, chicanas a
Gerar o fim de todas elas e a pôr um ponto final nas mordomias; e quem
Quiser o poder terá que ter: circunscrição, demarcação, limitação e
Delimitação; e será um exemplo delicioso, para aquele que, pensa que, o
Poder é gostoso, agradável e prazeroso, para quem só quer roubar; aqui,
Fica esta deliberação, esta resolução deliberante, de quem tomou a decisão,
De pessoa que, delibera, que, a partir de hoje, lutarei e pregarei a delgadeza
Da vida parlamentar, quero ver a magreza da imunidade, e a exiguidade da
Imundície; quero ver, agora, a tenuidade, quando vossa excelência for de
Encontro ao pote, à cumbuca, à botija, à moringa e ao melado, mantidas
Pelo povo trabalhador brasileiro; parabéns pela gracilidade e delicadeza no
Tratamento e na delibação, na beberagem na fonte do bem, faz bem; a
Bebericagem com os bons é bom, abro os olhos , o que vejo? um deputado
Que deleita, um deputado deleitável, o que é muito agradável, que dá prazer
Em olhar e em cheirar; é um parlamentar deleitoso, que orgulho, é deleitante
Em sentir esse aroma puro que, emana dessa nova câmara dos deputados;
Sinto um prazer prolongado, um regalo de deleite, a coisa está a mudar, é um
Deleitamento e não estou a sonhar, é uma deleitação e tenho a certeza que,
Estou acordado; não estou a dormir e no que há essa nova delegação, esse
Novo período delegatório, esse novo teor de novo delegante, de pessoa que,
Delega um novo rumo à própria vida e não estou morto; estou vivo e quando
Fui formado, não sofri deleção e nem perda de um segmento do cromossomo,
Por isso, sei que sou normal; não sou delatório e nem delatável, igual ao que,
Pode e deve ser delatado, pois, não existe denúncia contra mim; não há delação
E tenho consciência disso e em dejúrio, com juramento solene, juro falar a 
Verdade, só a verdade e nada mais aquém e nem além da verdade e é por isso
Que, esse dejeto é a minha liberdade; este ato de evacuar estes excrementos, é
A minha liberdade, estas matérias fecais expelidas por uma vez é que é a minha
Liberdade; é o meu dejejum, o meu dejejua, o dejejuadouro cotidiano, a liberdade
É a primeira refeição do dia; e quando fico deitado, fico a pensar nela, estendido
Na cama, afogado na razão e no raciocínio, acamado sem estar doente, ou cansado 
E jacente de deiro, ou de deira, variantes de eira e airo, em formas derivadas de 
Verbo, faço no aguar do meu choro, um aguadeiro; ao indicar a profissão que não
Tive de padeiro, ferreiro, ou rendeira e instrumento de batedeira , lugar e recipiente,
Cinzeiro de quantidade de ossos, braseiro de nervos, vespeiro em árvores, 
Abacateiro, limoeiro, laranjeira, ainda existem, ou viraram defeitos físicos de 
Cegueira e gagueira, mas, tais sufixos entram na formação de substantivos e 
Adjetivos: deiro e teiro provêm do latim, tariu, airu e por fim, deifico a Deus, ao 
Divino Senhor e que deifica o Espírito Santo, pois, em algo divinizador temos que,
Depositar esperanças, do contrário, a nossa falta de deificação e divinização, em
Nada nos ajudará na caminhada nas estradas e nas ruas e nas linhas imaginárias.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Ai de mim e meu Deus e malgrado meu e não sei o que fazer da minha estupidez; BH, 0160602001.

Ai de mim e meu Deus e malgrado meu e não sei o que fazer da minha estupidez,
Ignorante e estúpido, é a ignorância o meu estado-maior; o meu corpo de oficiais
Superiores encarregados de assuntos de estratégia, não consegue vencer as trevas
Da grosseria e da interessante gravidez de ideias mórbidas, geradas por um cérebro
Tão degenerado; meu ser é sítio de suspensão de direitos e garantias, a cidadania
Nem temporária é e a soberania nem com certos princípios individuais; vejo a 
Situação crítica, como a de relações em que se encontram duas ou mais nações, 
Antes da declaração de guerra; por minha fé, é um coma, memória mórbida em 
Que o cérebro perde completa, ou incompletamente, a sua atividade funcional e 
Que, em geral, antecede à morte de coisas e de conjuntos de circunstâncias; é a 
Mesquinhez civil, falha jurídica só com a pessoa que, não tem relação de família e 
De sociedade que, é resultante de nascimento sem filiação; fala que sexo é pecado e
Em especial, ver no contrato matrimonial, um bom negócio para solteiro, casado,
Desquitado, divorciado e viúvo; é duro o meu modo de ser e de estar, é baixa a 
Condição social que, represento e apresento; a de nação politicamente não 
Organizada e sem leis próprias; os poderes político administrativos e o governo
São putrefatos, sinto-me assim e não encontro-me na disposição molecular da 
Matéria e nem no sólido e nem no líquido e nem no gasoso, pois, o difícil para 
Mim, é a estadística e impossível a ciência política de governar; não conheço a 
Mim mesmo e demonstrar competência, inteligência e eficiência é um caos; homem
De alma de mulher, passo aquém de parecer estadista, tal gente versada em 
Negócios político; mereço um estádio, um lugar com arquibancada cheia, com
Público recorde, aonde realizam-se competições esportivas, a ser o único da 
Torcida contrária, com a camisa do meu tome e a surra da turba daria-me uma 
Estadia sem prazo, tanto quanto o navio pode permanecer no porto, não a 
Onerar o frete; ai de mim, o único local em que vou estar, sem dúvidas, é na 
Permanência da sepultura que irá ensoberbar-me; não terei tempo para 
Enfatuar e alardear um assunto, no espelho só refletirá a carne podre no 
Ostentar do esqueleto; no estadear dos ossos, defunto cheio de magnificência;
Grande luxo no enterro, cortejo de estadão, aí onde a era não progride e nem
Retrocede; o escuro estaciona, parado é o frio, é denso o estacionário, o olho 
Seco a olhar o segundo não progredir; não ter andamento o minuto, fazer ponto
De parada a hora, estacionar o dia na aurora do belo, no estacionamento do 
Voo do beija-flor à volta da estacaria, do grande aumento de estacas que, 
Formam os alicerces de um prédio, ou de um dique, que, não sabem estacar-se
E nem segurar-se ao parar de repente e ficar imóvel e perplexo ao enxergar 
Uma casa de pau a pique, ou uma palafita que, enfrenta sozinha a pororoca
Que, inunda o igarapé, canal natural entre duas ilhas e entre uma ilha e a terra
Firme e no furor da água barrenta, equilibra na igara, canoa pequena de casca
De árvore que, qualquer outro comandante de embarcação em geral, seria um
Mestre ignaro e poria em risco o curso da embarcação; ai de mim, meu Deus, 
Ponha fim a este ser ignóbil, desprezível e que vive sem nobreza; ser 
Desempregado e cheio de ignobilidade e aonde passa, é apontado como uma
Afronta pública, uma infâmia de inimigo público número um; uma grande 
Desonra para a sociedade e motivo de ignomínia para a cidadania da nação e 
Soberania do país; quando perder este aspecto ignominioso, este ar de infame
E de caráter afrontoso, deixarei de ser ignorado até por mim mesmo; porei 
Fi ao meu desconhecimento e nem serei mais obscuro e a falta de ciência, de 
Letras e de informações, não serão mais fúnebres para mim; o ignorantão
Funesto, o sujeito muito pretensioso, que ignora a verdade, morrerá; basta de 
Censurar a liberdade e de estranhar o justo, o ímpio não pode possuir 
Credibilidade e não pode saber do que é certo, enquanto ignorar, será ignoto,
Ignorado, barrado por uma estacada, lugar em série defendido por uma liça,
Lançado num curral, num estábulo coberto, aonde se recolhe o gado de estrebaria. 

Aonde gravar a imagem em flandre e aonde imprimir a personagem na obra? BH, 0160602001.

Aonde gravar a imagem em flandre e aonde imprimir a personagem na obra?
Patentear a descoberta da sombra? e fazer que deixe vestígio e sinal de luz
Nas trevas? alguém terá que retratar parte da natureza que, já está no escuro
E marcar os pontos cruciais e pintar a tela da realidade com o óleo da 
Verdade e o pincel da liberdade; estampar a paisagem o quanto antes, está a 
Morrer a estampagem do tempo, a deixar de ser eterno o tecido estampado
Da eternidade, moldado sob pressão do universo; impresso sob o peso da 
Atmosfera que, estampou o azul do céu no firmamento, rasgou o véu da 
Coisa formosa, rabiscou o desenho e desdenhou da figura impressa pela 
Imprensa de estampa pior do que o tecido grosseiro de lã, esta mecha de 
Ignorância, fio de tecelagem de ignorante; a felicidade é um estame, órgão 
Masculino de uma flor, que gera outra flor, a felicidade é o fim da corrupção
No governo federal e o fim da seca no sertão; é ter uma revelação de 
Entendimento súbito, imediatamente, após de muito pensar e não conseguir
Imaginar nem a crepitação do cérebro, no estalo da memória, que não faz o 
Som produzido por coisa que quebra, a não ser quando o crânio racha, ou 
Rebenta num estalido de miolos espalhados pelo estaleiro; o corpo parar 
Para recuperação da alma, aposentar-se o homem para salvar o espírito,
Baixar ao hospital para o transplante do organismo das entranhas, da medula,
Igual ao lugar aonde se constroem, ou consertam-se navios; e rebentar com
Fragor de ondas do mar contra os rochedos, rachar como as espumas nos 
Escolhos; fender-se como o raio que rasga os céus nas noites de tempestades;
Produzir estalar de vulcão, padrão de razão, craveira de virtude, estalão de 
Coragem de estalajadeiro, de dono de estalagem de beira de estrada; de 
Hospedaria de manicômio, albergue de hospício que, põe camisa de força
Feita de estai, de cabo que serve para sustentar a mastreação dos navios, 
Para assim, paralisar-se o medo; ficar em estado estacionário a covardia, não 
Correr do perigo, não circular por causa do louco sem causa; tornar inerte ao
Ver a cruz e não impedir que corra um líquido precioso para os sertanejos que,
Enxergam no estagnar do olhar, ao verem o estado estagnado, a estagnação da
Burguesia ao virar as costas aos problemas sociais; o estágio da elite no 
Aprendizado do poder já etá superado, agora, é a prática, o exercício de 
Atividade do povo; a situação transitória, tirocínio de preparação para a troca
De mãos, devolução ao povo pelo estagiário, de tudo que, dele, o povo, foi
Roubado; é fácil governar, como se estivesse a estagiar, a criar e a aumentar 
Impostos, é hora de banir tudo que está determinado na formação de pus na 
Vida do povo; ao apodrecer os cachos das uvas é hora de exterminar os 
Micróbios que, apresentam-se em formações semelhantes a políticos inúteis e 
Não passam de estafilococos nocivos; esses têm que, pegarem carreiras de 
Estafetas, do antigo correio a cavalo e entregador de telegramas, políticos são
Pessoas sem préstimos; espantalhos da verdade, falsos, estafermos mentirosos,
Fazem o povo cansar-se ao extremo com tantas corrupções e nada fazem para
Acabar com a seca no sertão; só vemos demagogias, fisiologismos e desvios 
Do dinheiro que aliviaria o sofrer do sertanejo nosso irmão e cartilhar é espancar
Ainda mais importunar; fatigar, estafar a classe política para ver se ela quer mudar
Realmente e se cada dia alguém matar ou um vereador, deputado, senador, ou
Governador, prefeito, ou seja lá o que for, a matar mesmo o que é chamado de 
Presidente, o país, minha gente, iria economizar e dar vida ao povo indigente; 
Mendigos e pedintes não veríamos na nossa frente, basta de canseira, fadiga 
Demente, grande trabalho é acreditar na esperança; é estafa demais o sonho de 
Que, a vida melhorará neste quintal estadunidense, nesta cobaia de norte-americano,
O gueto do que for estadual, concernente a estado entreguista da federação anã,
Não pode ser exclusividade de poucos e o povo é o dono da nação, queiram ou não. 

JOSÉ DIRCEU: O QUE QUEREM OS MILITARES.

É hora de dialogar com os militares. Há anos Bolsonaro faz proselitismo nas escolas e entre os oficiais. Vamos lembrar que ele foi eleito pela primeira vez defendendo os salários e as condições de trabalho das Forças Armadas. Depois evoluiu para uma plataforma anticomunista e antipetista, saudoso da ditadura e defensor da tortura, homofóbico, machista e violento. Fez história no parlamento por suas bravatas e ameaças, infelizmente toleradas pela maioria dos deputados.

Agora, caminhamos para ter novos candidatos e atores políticos oriundos da caserna. Destacam-se Mourão e Heleno, ambos generais como o comandante Villas Bôas, que depois de uma fala no Senado – quando expôs um projeto de desenvolvimento nacional, natural em se tratando das Forças Armadas, dos militares – escorregou ao, na prática, apoiar a fala de Mourão favorável à intervenção militar, nome medroso para golpe e ditadura militar.

O que determina e o que expressa hoje o ativismo político entre militares de alta patente? Que sentido teriam as Forças Armadas brasileiras se não defendessem um projeto de nação, de desenvolvimento, a soberania nacional, o pré-sal, a Amazônia, a Amazônia Azul, a indústria de defesa nacional, nossas fronteiras, nosso papel na América do Sul? Nenhum! Seriam apenas polícias a serviço de facções que detêm ou disputam o poder.

Não devemos esquecer a história: é obrigação de quem se diz de esquerda e/ou nacionalista.

Nossos militares fundaram a República e a retomaram em 1930. Governaram com Getúlio, chefe da revolução, presidente constitucional e ditador no Estado Novo. Depois o derrubaram em 1945, mas não eram um partido único e unificado. Nas décadas de 20 e 30 eram, em sua maioria, apoiadores da Velha República. Os tenentes se levantaram em armas e forjaram uma hegemonia em aliança com os civis, que representam a nova e nascente burguesia industrial e agrária. Para simplificar, é óbvio.

Reflexo da disputa na sociedade e no mundo, dividiram-se entre nacionalistas, estatistas e entreguistas privatistas, entre industrialistas e agraristas – estes sempre ligados aos Estados Unidos e à “vocação” agrária do Brasil. Uma bobagem, como a que ouvimos hoje a respeito da inevitabilidade da adesão do Brasil à hegemonia norte-americana e à austeridade.

Também houve uma segunda divisão entre os germanistas (pró-fascistas) e os americanistas (pró-democracia), de novo para simplificar.

Getúlio, que tinha noção e consciência nacional, negociou a entrada do Brasil na guerra ao lado dos aliados em troca do Brasil de hoje, do binômio aço e energia, pavimentando a fundação da Petrobras, da Eletrobrás e do BNDES. Daí o ódio de nossos liberais de araque – que hoje são banqueiros e financistas e vivem do sangue do povo.

Lênin dizia que o socialismo era aço+energia+soviets. Getúlio sabia que o Brasil só seria uma nação independente se industrializado e soberano, capaz de financiar seu desenvolvimento e dominar suas riquezas, começando pelo seu mercado interno e sua cultura, a educação e a ciência.

Divididas, as Forças Armadas participaram e foram decisivas nas disputas políticas do país entre 1946 e 1964. Suas facções reacionárias e ligadas à direita udenista (pró-américa do norte) tentaram dar golpes em 54, 55, 57 e 61, exigindo maioria absoluta, que não era constitucional, para Getúlio tomar posse. Também tentaram impedir a posse de JK. Lott deu um contragolpe e empossou, na prática, JK. Mais adiante, as Forças Armadas tentaram impedir a posse de Jango em 61, que depois renunciou. Por fim, deram o golpe em 64.

Um ponto que merece atenção: após o golpe, expurgaram das Forças Armadas milhares de oficiais e suboficiais democratas, nacionalista, comunistas. Bastava não ser reacionário e de direita para ser expulso. O resto é história e todos nós sabemos como foi a ditadura, seus crimes, a corrupção – como nunca se havia visto e encoberta pela censura e a repressão.

Mas atenção. Há vida inteligente nas Forças Armadas, seja de direita ou não, mas há. Há ainda seu DNA: sem projeto de nação e de soberania, elas perdem sua razão de ser e se transformam em polícia ou guarda pretoriana de presidentes e ditadores civis, como aconteceu em diferentes países.

Não vamos esquecer que o sucessor de Getúlio, em 1946, foi Dutra, que com ele governou durante todo o Estado Novo. E só foi eleito porque tinha o apoio de Getúlio. Mudou totalmente a política econômica entregando-se às diretrizes do império do norte e depois entregou o poder ao mesmo Getúlio – agora eleito democraticamente – nacionalista e carregado pelo povo até o Catete.

Na ditadura de 64 predominou, no início, a famosa “Sorbonne”, a Escola Superior de Guerra e seu ideólogo, Golbery de Couto e Silva, sua geopolítica e projeto de nação. Não é por nada que nossa direita, sempre quando pôde, atacou Geisel e seu II Plano de Desenvolvimento, que consolidou nossa indústria de base, sua política externa e o rompimento do acordo militar com os Estados Unidos, posterior ao Acordo Nuclear com a Alemanha.

É claro que era uma ditadura e nós lutamos contra ela, inclusive de armas nas mãos. Os entreguistas de direita, não. Esses apoiaram e sustentaram o regime ditatorial enquanto ele servia a seus interesses e riqueza. E ainda hoje sustentam qualquer tiranete ou usurpador, desde que continue a sangria dos juros altos e do rentismo. Realidade cada dia mais clara, apesar de censurada pela mídia monopolista.

A questão militar esteve sempre presente. Foi assim de 1889 a 1985. Ficou submersa nos últimos 30 anos nas casernas, nas escolas militares, nos serviços de inteligência das Forças Armadas, na Escola Superior de Guerra renovada, nas ações internas e externas – como a missão no Haiti e a presença dos militares na Amazônia – e na Indústria de Defesa Nacional.

O que nós de esquerda devemos perguntar aos militares é a quem eles querem servir: ao povo e à nação ou à facção financista e rentista que assaltou o poder? Que rasgou a Constituição e o pacto social e que destrói, dia a dia, a soberania nacional, entregando de mão beijada para o capital externo nossas empresas – estatais ou não -, nossas riquezas minerais, nossas terras férteis.

Um arranjo golpista que destrói nossa cultura e estado de bem-estar social e é incapaz de manter a ordem e a segurança pública – até porque sem crescimento, emprego, distribuição de renda e bem-estar social isso é impossível.

Não devemos nos assustar com fala de Mourão e Heleno, com a reação apaziguadora de Villas Bôas e com o silêncio dos covardes. Devemos travar o combate político e de ideias.

Só mesmo ingênuos ou cegos poderiam acreditar que não haveria politização das Forças Armadas no quadro de decomposição do Congresso Nacional – que deu o golpe e colocou no poder a camarilha do Temer – e de uma Suprema Corte incapaz de cumprir a Constituição e de deter o estado policial que setores do MPF e da magistratura, a pretexto de combater a corrupção, impuseram ao país com o beneplácito e a cumplicidade do próprio STF. E com instigação da mídia, a mesma que, como ontem, hoje se joga de corpo e alma no golpe e que, amanhã, atribuirá toda a culpa deste crime histórico aos Moros e Deltans da vida.

Eles – os ricos e os donos do poder, do dinheiro e da informação – são os verdadeiros responsáveis pela tragédia por que passa a nação brasileira.

Outra indagação aos militares, que devemos sempre destacar, difundir e propagar, é se eles cumprirão com o sagrado dever de defender a pátria, a nação e a Constituição ou se serão guiados pelos gritos histéricos de um Bolsonaro. Ou, ainda, se eles aceitarão, mais uma vês, ser engabelados por um novo demagogo da estirpe de João Doria.

Deixarão seguir a marcha insensata e traidora da venda do patrimônio nacional, do rebaixamento do Brasil a um país alienado aos Estados Unidos, sem futuro e sem esperança, ou retomarão o fio da história em defesa de um projeto de nação, com o povo em primeiro lugar, em defesa de nossas riquezas e, inclusive, do povo armado que deve ser as Forças Armadas?

Ou há disciplina e hierarquia nas Forças Armadas, com elas servindo ao poder civil e à Constituição, ou haverá luta, divisão, facções, com disputa dentro delas e por elas. É o que nossa história nos ensina. Não nos iludamos para não sermos pegos de surpresa e servir aos desígnios dos que usam e abusam dos militares para seus próprios fins e não aos da pátria.

Quem tem uma frase espirituosa a emprestar-me? BH, 0220402017.

Quem tem uma frase espirituosa a emprestar-me? 
Não sou espírito, não tenho espírito e vivo a 
Mendigar a inimigos e a amigos, a quem tiver 
Uma frase de espírito a presentear-me; é que 
Tenho a maior dificuldade de forjar uma oração,
Uma prece a um deus, um período a um artigo,
Uma sentença de juiz com juízo e veredicto, um
Texto a um textículo com tero; e aonde vou, 
Apresentam-me pedras brutas, rochas rústicas,
Areias rupestres, pegadas fossilizadas, poeiras
De estradas e cinzas de defuntos pelos caminhos
Sombrios; a lâmpada que carregava apagou a luz
E o farol que era um norte, virou a lanterna e o 
Clarão era só o de vela numa encruzilhada; não 
Fiz o Pelo Sinal, não rezei um terço e nem mu 
Pai Nosso, ou uma Ave Maria; só sabia rezas
Fortes, bravas, que a minha avó pelejava para que
Eu decorasse, mas, não houve jeito, rezas e 
Orações nunca foram comigo e nem eu com elas;
E para as poções, simpatias, grudes e pastas 
Para machucados e queimaduras, minha avó 
Era quase uma santa profana, que sabia fazer
Vários tipos de milagres, inclusive a multiplicação
De filhos e a sede inabalável para tomar umas 
E outras; mascar fumo, cheirar rapé, fumar 
Cigarros de palha e peidar alto e não negava 
Um peido a quem quer que fosse, sem cerimônia.

É muito complicado viver é muito complicado; BH, 040302017.

É muito complicado viver é muito complicado,
Morrer é fácil, viver é morrer todo dia, fingir
Que existe, enganar a si próprio e ao semelhante; 
E ninguém nota que engana e que é ao mesmo
Tempo enganado, num círculo vicioso que não
Tem mais fim; enche-se de atavios multicores,
Pavão encarnado, paiol de maus humores,
Blandícias de hipócritas, minúcias de mínimos
Seres ocos; e quando têm um bojo, é um pote
Repleto de malícias malignas, uma talha de 
Ódios, um cálice de cóleras, um copo de 
Raivas, uma caneca de rancores e banaliza
Racismo, nazismo, homofobia, misoginia e até o
Fascismo volta à evidência; e a filosofia não
Melhora o mundo, a religião não melhora o 
Mundo e o homem permanece imundo; e 
Quanto mais filósofo, mais conservador e 
Quanto mais historiador, mais destrói a 
História; e religioso radical, mostra-se 
Perverso, egoísta, não doa uma migalha de
Amor, a mínima necessária para descomplicar
A vida; é muito difícil, doloroso, viver é
Doloroso e difícil, morrer é doce, suave 
como a brisa do mar; e viver num mundo 
Desconsertado no duplo sentido, desconectado
Com a realidade, a levar uma vida virtual, a 
Fazer de conta que não somos responsáveis
Pelo mundo, é levar uma vida de morto obtuso, 
Denso, obscuro e nem precisa morrer de verdade.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Quero morrer; RJ/SD; Publicado: BH, 0110902013.

Sei que vou morrer não sei o dia
E nem sei a hora, mas para mim 
Tanto faz morrer ou viver;
A vida hoje até parece a morte
E quero morrer depois de ter feito o bem
E depois de praticar muito amor;
Quero morrer depois de viver
E sei que vou morrer não sei quando
E nem o ano, mas depois de ser útil a alguém;
Mas se eu for um inútil,
Pegueis meu corpo morto
E enroleis num pedaço de pano,
Jogueis num buraco bem fundo;
Sei que vou morrer não sei de que,
Quero morrer feliz,
Quero morrer com amor. 


Se este mundo fosse meu; RJ/SD; Publicado: BH, 0110902013.

Se este mundo fosse meu
E eu fosse um deus,
Não haveria guerras
E não haveria fome;
Eu colocaria no mundo muita paz
E muito amor;
Ninguém ia sofrer,
Todo ia viver e 
Até a morte ia ser esquecida;
Se este mundo fosse meu
E eu tivesse poderes,
Acabaria com as armas nucleares,
Com o racismo
E acabaria com a pobreza;
Todo mundo seria igual,
Não haveria nem brancos
E nem haveria negros,
Nem pobres e nem ricos
E nem feios e nem bonitos;
Se este mundo fosse meu
E se eu fizesse milagres,
Não haveria noites,
Não haveria dinheiro
E nem prisões;
Mas o mundo não é meu
E sou apenas um homem 
E a única coisa que posso fazer é o amor
E dizer ao mundo,
Que só com muito amor,
A vida será melhor.

Por amor do dinheiro há quem faz tudo; RJ/SD; Publicado: BH, 0110902013.

Por amor do dinheiro há quem faz tudo:
Rouba e mata, mente e nega;
Por amor ao dinheiro a mulher se vende,
O homem perde seu caráter, 
Perde sua liberdade
E perde sua vida;
Esquece de amar,
D praticar o amor;
Por amor ao dinheiro a gente comete traição: 
Judas traiu Jesus Cristo, por amor ao dinheiro,
A gente finge amar, arruma uma mulher,
Para se casar, mas se ela não tem dinheiro,
Adeus amor; 
Por amor ao dinheiro, cometemos cada erro,
Pecamos e passamo vergonha,
Por amor ao dinheiro;
Meu Deus, acaba com o dinheiro.

Sou amigo de barulhos e desordeiro e festeiro; BH, 0150902000; Publicado; BH, 090902013.

Sou amigo de barulhos e desordeiro festeiro
E adoro uma barulheira, música alta e som barulhento, não
Nego sou barulheiro, até fiquei meio surdo de tanto viver
Em ambiente barulhoso; agitado para beber, rumoroso ao tomar
Uns tragos e barulhento no porre; não tenho comportamento
Basal, do que diz respeito à base, do básico igual ao metabolismo,
Como a medida das exigências calóricas mínimas do
Indivíduo em repouso e em jejum; e igual a temperatura,
Medida diária durante um mês, à mesma hora de
Manhã; e aquele aspecto basáltico, aquela impressão de
Formado de basalto, de ser semelhante, é pura ilusão
Basaltiforme, é mais basbaquice; são maus modos e ações
De basbaque, que não consigo esconder e que qualquer
Pessoa basculhadeira, qualquer mulher vasculhadeira,
Sem ser minuciosa descobrirá logo, com pequena
Basculhadela, verificará logo, depois de alguma simples
Vasculhadela, que sou uma esculhambação;
Qualquer vasculhador, mesmo o que não seja atento,
O basculhador distraído, reconhecerá em mim, uma
Gozação da natureza com a humanidade; e nem é
Preciso basculhar muito, não é preciso nem vasculhar
Dentro de mim; todo o basculho está à minha superfície,
Todo o vasculho está à superficialidade de mim; e o básculo,
Espécie de ponte levadiça, ainda é o caminho para
Mostrar que não é necessário trabalhar muito para
Chegar às minhas cavernas; e qualquer peça de ferro
Serve para abrir e fechar os ferrolhos das portas dos meus tantos
Cemitérios interiores; não suporto a sapata e o edifício
Que construo sobre mim, não tem fundação, meu
Corpo não tem baseamento, não tem a raiz da baselácea,
Família de plantas dicotiledôneas, espécime das Baseláceas; e
O vento pode me derrubar a qualquer momento, me
Faltar o seguro baseláceo e o basi, do grego basis, me faltar
0 sustentáculo, a basificação e estou quase a entregar
Os pontos por falta de basicidade, de número de átomos e de
Hidrogênios básicos, ou metálicos dos ácido substituídos
Por átomos de metal, isto é, aqueles que na molécula,
Se acham unidos ao oxigênio, a formar oxidrilos H2S04,
Ou aos halogênios HCL, qualificativo das substâncias
Básicas; no fundo me falta a própria vida, sou um basídio,
Uma célula com quatro dentículos dos exosporos de
Certos fungos; porém, sem sustentação, sem o
Basidiomicete, espécime dos Basidiomicetes, divisão dos
Cogumelos providos de basídios, que constituem o maior
Agrupamento de fungos, a contar cerca de 14.000 espécies;
E nem no meio delas  me encontro, pois não sou basifixo;
Não sou fixo pela base de alguma coisa, por nada e
Nem acredito, que a entrada do céu, seja uma
Basílica, uma igreja privilegiada, seja ela de qualquer
Religião; e estou mais para basilisco, mais para a mitológica
Serpente fabulosa, que segundo se via, matava com
A vista; o basinérveo, qualificativo em Botânica das folhas
Cuja nervuras partem da base; o básio, ponto craniométrico,
Na linha média do crânio, sob a borda anterior do
Buraco occipital e já perdi o elemento de composição
Vocabular, o basio, do basiofaríngeo, músculo da faringe e 
Inserto no osso hioide; e não vou adiante mesmo, é 
Grande a minha incapacidade absoluta de pôr-me de 
Pé e andar, mesmo sem causa orgânica, a basiofobia, me 
Fez um paciente que receia cair e expor-se a algum
Acidente do músculo basioglosso, que vai do osso hioide;
A língua e o basiótribo, o instrumento destinado a
Esmagar a cabeça do feto, não conseguiu esmagar a minha,
De tão dura que ela é; obtusa e que impede a
Batalhante luz, a combatente luminosidade de entrar
Dentro dela; antes tivesse sido mesmo esmagada,
Antes tivesse sido uma cabeça esfacelada,
A ser uma cabeça tão alterada.