quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Nunca mais escrevi uma canção e as velhas cantigas; BH, 02801202016.

Nunca mais escrevi uma canção e as velhas cantigas
Deixei cair no chão, os cantos esqueci pelos cantos 
E os cânticos desfigurei dos lados santos; as odes as 
Fiz sórdidas, as elegias mórbidas e da poesia, pão
Azedo que deu azia e do poema, o pus do edema; e
Deflaguei a guerra no lugar da paz, o amor mandei 
Embora e não voltar nunca mais e o grasnar do corvo
Ecoa nos furos dos meus ouvidos: feliz nunca mais;
Medroso não sou capaz de reação, atitude, presença,
Covarde cometo aberração e mato o semelhante de
Estupidez e ignorância; e debato de ânsia, absurdidade,
Maldade, aprendi menino a ser ruim, a dizer não a 
Sorrir, a matar passarinho no ninho, a matar beija-flor
Na flor, a dizer entre dentes, quem quiser que seja 
Bom, no mundo não há lugar para o bem e o 
Espelho no escuro só reflete o além; mamãe centenária,
Não aperta com força a minha mão, que ela está 
Quebrada, perdoa este velho pecador, que só deseja
De herança o teu amor, para aplacar a minha dor; 
Salvação só tenho em ti, pois Deus não perdoou-me, 
A não ser como parceira dele, a senhora interceda 
Por mim, para que Deus refaça o conceito que tem a 
Meu respeito; minha mãe amor de mãe, mamãe de 
Amor, que tanto quero herdar de ti, toda força e 
Calor e glorificar aos céus e terras, a mãe maior da 
Qual sou filho homem de mãe, velho homem, homem 
Velho sem valor, mas, que a mamãe centenária abençoou.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Santana Abraxas (Full Album)

Santana - Santana (1969) (Full Album)

Eu sou um pseudo intelectual e um intelectual pergunta; BH, 01901202016.

Eu sou um pseudo intelectual e um intelectual pergunta 
Candidamente: "Presidente Michel Temer, como vossa
Excelência conheceu a Marcela?" eu sou um pseudo
Intelectual, lasco na lata na cara do Michel Temer, um puto 
Dum golpista; um intelectual de verdade, puxa o saco 
Do Michel Temer, para ver se o cu vem junto, pra ele poder
Lamber; o intelectual trata o Michel Temer com deferência e 
Esculhamba Dilma Vana Rousseff e esculacha o Luiz
Inácio Lula da Silva; o intelectual PhD escreve na 
Foia de São Paulo, no abEstado de São Paulo, na 
Oia, Isto é, Época; o intelectual real fala na Rede 
Globo, eu não, eu falo: delenda Rede Globo; eu sou
Um pseudo intelectual, trato parlamentar de 
Paralamentar, chamo vossas excelências de vossas
Excrescências e dou nomes a todos os golpistas,
Usurpadores, traidores e lesadores da pátria; vomito
Na boca desses vira-latas lambedores de bostas das
Elites, endeusadores dos demônios da plutocracia,
Idolatradores dos ladrões da cleptocracia e dos que
São capachos da burguesia; eu sou um pseudo 
Intelectual, não respeito nenhum dos três podres 
Poderes, estou fora do establishment, do statu quo, do 
Sistema e prego a desobediência civil e o anarquismo
Contra esse governo ilegítimo, que deu um golpe de 
Estado no meu país inconstitucionalissimamente e 
Acabou com a democracia, suprimiu os direitos; mas, 
Penso, que, mesmo se eu fosse um intelectual, trataria o
Golpista propineiro usurpador Michel Temer com a 
Veemência dum pseudo intelectual: sem remorsos e 
Sem arrependimentos para ele aprender a nunca 
Mais dar golpe tão escroto contra a nossa democracia. 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

E agora Michel Temer e deste um golpe descaradamente; BH, 01101202016;

E agora Michel Temer e deste um golpe descaradamente
Covarde, traíste quem em ti confiou e sais de cena todo
Delatado, humilhado, enxovalhado; até o PIG, o
Partido da Imprensa Golpista, abandonou-te e o
Michelzinho e a Marcela, bela, recatada e do lar,
Sofrerão as consequências dum pai e marido palhaço;
Os pseudo jornalistas amestrados chapas brancas,
Não têm mais como defender-te da justiça demotucana
E a Polícia Federal do PSDB baterá à tua porta num
Breve amanhecer; e farás companhia ao Eduardo
Cunha, teu sócio, parceiro e comparsa; por mais que
Queiram blindar-te, no mais espúrio espírito de porco,
Não conseguirão, é muita sujeira e podridão, para
Serem jogadas no sótão, escondidas no porão,
Varridas para debaixo do tapete; a tua quadrilha
Desmoronou, o teu governo golpista e propineiro
Esfarelou-se e estás próximo dum fim melancólico
Mas, merecido e em pouco tempo, chegarás
Também ao ostracismo reservado aos pequenos; e os
Que lembrarão de ti, só terão na memória, os teus
Atos de anão, tua covardia exasperante, tem medo
Mórbido; acostumado a comprar e a vender caráter,
Personalidade, honra e por ser sem-vergonha, hei de
Ver-te com algemas nos finos pulsos e de rabo entre
As pernas detrás das grades, desgraçado, miserável,
Abominavelmente abominado pelo povo trabalhador
Brasileiro e nem a renúncia te salvará da execração
Pública; e na solitária solidão da tua cela fria, terás
Tempo de consultar ao teu coração ateu, se a tua
Vida de golpista e propineiro valeu a pena.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Nelson Cavaquinho Completo {1973} - Jamiel Silva

Homo pinealens; BH, 02502601102016.

Homo pinealens, vive de forma subcutânea, cultiva a 
Terceira visão, pratica a clarividência, a clariaudiência,
Tem fórmulas do ocultismo; sobrevive só, engendrado
Em si, entranhado nas entranhas, nada lhe é estranho
E percebe o imperceptível; abusa da lucidez, perde 
Tudo de natural e ganha toda espiritualidade; lateja 
No escuro a sondar as trevas, a luz artificial vai para 
Um lado e homo pinealens vai para o outro; capta as
Premonições nas suas reminiscências, constrói nos 
Terrenos subterrâneos, hiberna nas locas cardíacas, 
Desprendido, incompreendido, lamenta a morte das
Estrelas, chora as galáxias engolidas pelos buracos 
Negros; quer virar constelação, colecionar universos,
Dimensões e ser, sempre, um gigante invisível; e quem
Pensa no que o homo pinealens tem nas adversidades? 
Ninguém pensa, mas, ele tem amor-próprio e ao 
Próximo, o moral é elevado, a autoestima é alta, e a 
Verdade nunca é a mentira, é a verdade mesma: pura,
Nua, crua, e aplicada; por nascer nas eras glaciais, é
Ultramoderno, intra órgão e livre de sentimentos 
Mesquinhos; justo, despreza a injustiça, o injusto e o
Indiferente; não perde a vida por nada e nem teme a 
Morte por tudo e tem por ideal o sobrenatural; canta,
Dança, medita, reverbera, todos morrem, vive; 
Transcende essências, repele excrescências, aceita a 
Dor mais aguda sem fingimentos, por ser maior do que 
A dor; sereno, orvalho, de gelo, mudo, fala por 
Consciência de puro aço inoxidável.  

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

João Nogueira e Paulo César Pinheiro - Parceria Ao Vivo 1994(álbum c...

Paulo César Pinheiro - Paulo César Pinheiro (1980) Álbum Completo - Full...

Morrerei sem ser sarado; BH, 01501102016.

Morrerei sem ser sarado, curado, mas, também, 
Para quê morrer com boa saúde? e morrerei 
Esquecido, pois, nem eu lembrarei-me de mim; 
E é bom morrer assim, com a certeza de não 
Ter muitos anos para viver-se; e é ótimo morrer
Sem ter nada: já não tenho mais cabelos, nem 
Dentes e vistas, e em muitos lugares do corpo,
Nem pele; e já não tenho mais amor, paz e 
Satisfação, só canseira e enfado de fim de vida;
Preocupa-se, ao morrer, quem tem muitas 
Coisas, e terá que deixar tudo aqui; a graça de
Quem não tem nada, como não tenho, é que 
Não deixa nada, nem a vida, lembranças, 
Recordações, memórias, nostalgias, saudades;
Até tentei curar-me, mas, malgrado meu, ficava
Com mais ressaca, do que com cura; não ficava
Sarado, restabelecido, revigorado, ficava 
Cansado, esgotado, sem sangue para verter,
Sem suor para molhar a camisa e sem lágrimas,
Sentidos, emoções, tristezas ou alegrias; se 
Pudesse dizer alguma coisa para alguém, diria, 
Cura-te a ti mesmo; e, quem sou eu para dizer 
Isto, se não sei nem dizer alguma coisa para mim,
Quanto mais para alguém? e se tentasse dizer,
Ouviria de volta, não sabes de nada, e queres
Dar uma de falastrão? ora, enfia a tua língua em 
Algum orifício da tua alma, do teu corpo, ou do 
Teu espírito; e bem feito para mim, não cuidei 
Da minha vida, não aprendi a viver e nada posso
Querer passar a outrem; pouparei os ouvidos de
Todos e seguirei o conselho, enfiarei a minha 
Língua no buraco do tatu.

domingo, 13 de novembro de 2016

Precipício precipitado de voo cego; BH, 0180802016.

Precipício precipitado de voo cego
Em queda livre preso às correntes
De ar psicossomático;
De mergulho nas pedras vivas
Nada no rio de lava do magma do
Manto do peito da terra;
É o leite de seio de mãe solteira
Que lança o leite nas rochas e
Não amamenta os rebanhos;
E nada nasce da semente lançada
No deserto;
A letra não vinga
A palavra não brota
A oração não atinge o coração
A sentença não é o veredicto da frase
O período não tem parágrafo
O parágrafo não tem artigo
O artigo não tem teor.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Não posso cansar-me; BH,

Não posso cansar-me, a meta é 
Sair do escondido, do oculto; a teoria, o 
Tema são a cura, a luz do sol, o abandono 
Do esconderijo das trevas, da escuridão; 
Não posso esgotar-me, o norte é a 
Independência, a potência, o poder de 
Não ser escravo do sistema; não posso
Estafar-me, a busca é constante e o 
Encontrado é pouco, quase nada, nulo,
É insignificante, mas, não posso desistir,
É persistir, mesmo que seja no erro, 
Na absurdidade, na desrazão, no 
Desassossego, no correr de medo, de
Covardia, de falta de segurança, de 
Confiança, ou garantia; a noite não é 
Tão longe, a jornada tão distante e 
Daqui, as estrelas são iguais, de lá,
Somos todos diferentes; não olhamos 
O sol de frente, não olhamos a lua
Detrás e de grão em grão, os ventos
Formaram os montes e do vômito
Da cratera nasceu a terra; e foi
Pisada de pé em pé, a deixar pegadas,
Nas rochas quentes, derretidas na 
Lava do vulcão; e não é luta em vão,
Cada um pode ter uma porta, uma 
Chave na mão e a porta esconder 
Um muro de lamentação, uma 
Muralha de lamúria vista do infinito;
E numa cordilheira cosida com a 
Linha do horizonte, cerziu-se uma 
Imagem panorâmica, tecida de tecidos
De velos de ouro, num sonho que 
Durou a eternidade e que acordou-me
Para a posteridade, na luz perpétua da 
Manhã, que nunca mais esquecerei; e 
Se esquecer, beberei para lembrar,
Levantarei com força de gravidade
Do chão, erguerei o mundo e no 
Ponto de apoio de minha alavanca,
Escreverei a espera da canção; e a 
Porta da imortalidade será aberta,
Entrarei nela vivo, a olhar um 
Corpo morto no esquife de prisma.  

Ansiado por algo; BH, 0250802016.

Ansiado por algo de inusitado que não 
Acontece, uma febre, uma gripe, um resfriado,
Uma constipação, uma infecção; assombrado
Por medo da realidade, sem conhecer a 
Verdade, assustado pela covardia unânime
Na alma, no ser, no espírito e a depressão
Que prostra o corpo no chão; é um abcesso 
No cérebro a latejar a razão, um tumor no 
Cerebelo a detonar a intuição; e a percepção
Fica escondida atrás das retinas bombardeadas
A lazer; analisada por caleidoscópio, a 
Paisagem para de vibrar e a fímbria 
É o fim do universo, que começa o 
Inverso, a guiar uma mão que 
Implora um pedaço de pão, ao som
De um trovão, à luz de um raio de 
Premonição; ai, quem me dera ser 
Aquela vela, a perder-se além daquele
Horizonte daquele oriente; não é uma
Vela, é uma estrela, é uma toalha branca
Num varal a corar; minha mãe foi quem
Estendeu, depois de lavá-la; é muita roupa,
Pouco sabão, água quase nenhuma, tanque 
Não tem, é pedra, é anil, na beira do 
Rio, lá se foi a pele da mão; a preta
Ajudava, calada, não sabia falar, não
Sabia escrever, não sabia rezar, mas,
Sabia foder; e dava para uma fauna  
Sedenta, de quem não tinha o 
Que comer; um dia, cansado, o
Tempo parou alquebrado, as horas
Caíram dos telhados e a noite adentrou-se,
De boca aberta, a engolir o dia e a vomitar
Astros na imensidão, e os enamorados correm 
Aos beijos, ao amor, às juras de vida eterna.

domingo, 6 de novembro de 2016

Sambas de Enredo Inesquecíveis ( 1ª Sequência )

Uma âncora; BH, 0901002016.

Uma âncora para fundear os navios,
Uma baia de salvação, uma porto de 
Angra, um cais de invenção, o marujo
Perdido, o marinheiro em alto-mar, o 
Náufrago de refrega, espera a bonança,
Depois da procela, do vendaval, do 
Temporal; ó naus, caravelas infelizes, que 
Desenharam histórias d'outros torrões á 
Flor d'água, correntes que aprisionaram
Gentes libertadas em outros continentes;
Os mapas mudaram o mundo, o mundo
Mudou o homem, o homem não mudou 
A si mesmo, depois de tantos morrerem,
Para que o homem fosse homem; e o 
Homem é pueril, alma de menino, um 
Infantojuvenil, mas, só não é homem;
Jogado de onda em onda, levado de 
Mar em mar, afogado de oceano em
Oceano, não vê a terra chegar, e a 
Cada braçada, mais distante está; nada,
Nada, e nada, a areia muda de lugar; o
Sonho galopou para longe, numa 
Tempestade, a obra afundou, a arte 
Secou na fonte, com tanta água na 
Fronte; marinheiro desgraçado, que 
Pensava que era deus, que dominava 
Ventos, sóis e luas; marinheiro caminheiro
Marítimo, bálsamo de maresia, âmbar de
Iguaria, sangue de coração destemido, de
Olhar aguerrido, que fura as paisagens: 
Quando um negror pontua no horizonte
E um coração soluça de ansiedade, 

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Nunca me curarei dos meus males; BH, 03001002016.

Nunca me curarei dos meus males, e os 
Meus males não são nem tão males assim: 
Não são cravos nas palmas das minhas
Mãos, nos peitos dos meus pés, não são 
Coroas de espinhos na minha cabeça, 
Marcas de ralados nos joelhos e cotovelos,
Por quedas devido ao peso das cruzes e 
Não são feridas de lanças ou de relhos e
Açoites nas costas; meus males não são
Males de santos, são males de humanos e 
Qualquer um outro suportaria meus males, 
Curaria-se deles rápido, e os superariam,
Só eu que não posso superá-los? não 
Posso suportá-los e nem curá-los? nem 
Quero acreditar em mim; precisaria de 
Um médium para psicografar-me, para 
Ver quais são as causas destes males tão
Bobos, tão tolos, e eu a fazer-me de 
Sofredor; será que precisaria de um 
Pajé, um vodu, um xamã? para acordar
Um outro ente amanhã? passa boi, passa
Boiada, montes detrás dos montes, águas
Debaixo das pontes, ventos nos moinhos,
Birutas e cataventos, zurros de jumentos
E digo ao mundo que não aguento, carregar
O mundo nas costas, quando não carrego,
Nem um saco de cimento; uma raiz, uma
Semente, se tudo pesa-me neste chão de 
Vidente; e teimo curar loucura com 
Aguardente, teimo curar coração com 
Religião, curar dor com oração, e são só
Males de antão, que não enchem um vão,
E quero encher as mãos e faço questão
De dizer que não são males de são, e que 
Na verdade, nem tão males são, são males
Vãos e eu a chorá-los em cachoeiras e 
Cascatas, a derramar baldes no quintal
E os vizinhos a perguntarem: qual mal? és 
Mesmo um cara de pau, de vidinha surreal.  

Os Maiores Sambas de Enredo de Todos os Tempos

MELHORES SAMBAS ENREDO DE TODOS OS TEMPOS RJ

Escreva uma obra-prima; BH, 02901002016.

Escreva uma obra-prima, antes de
Ficar cego, escreva uma obra de arte,
Antes de ficar surdo, escreva uma
Obra clássica, antes de ficar mudo; o
O que salva o homem, são as obras, o
O que engrandece o homem, são os
Atos; fora disso é lama, barro de péssima
Qualidade, nada de fama; quem é
Artista pinta um óleo sobre tela, escultor
Esculpe no bronze, madeira, qualquer outro
Tipo de matéria, de preferência, antes de
Chegar a deficiência; e à velocidade
Da luz, aproxima-se de todo tipo de
Decadência, por isso, por mais vivência
Que se tenha, nunca será o suficiente,
Para se fazer o eficiente; e o que mais
Precisa-se fazer, é o que ainda não foi
Feito, corrigir o defeito, curar a dor do peito,
Amar direito; costurar o tempo aqui, é
Costurar letra por letra, palavra por palavra
E tecer a eternidade e depois, pode 
Morrer, que, não fará falta à natureza; as flores
Não chorarão, os passarinhos não pararão
De cantar, o firmamento não deixará 
De ser azul; e aquele que consegue 
Inverter essa ordem natural, é o que 
Faz uma obra-prima, uma obra de arte,
Uma obra clássica, que mata de inveja até 
Os moradores dos montes sagrados; e dos 
Morros aonde pisa-se com o lado de dentro
Das solas dos pés e pega-se a terra com 
O coração, rega com o sangue e planta a 
Semente consagrada; e na corrente das 
Águas abençoadas, as que os fenícios conheceram
Antes, eleva os navios correnteza acima, 
Amarra as naus aos ventos nobres, as quilhas
Torpedeiam a linha do horizonte, o cais é uma fonte. 

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Mocidade 1992 2/15- Sonhar Não Custa Nada! Ou Quase Nada

Sonhar Não Custa Nada!

Sonhar não custa nada
O meu sonho é tão real
Mergulhei nessa magia
Era tudo que eu queria
Para ese carnaval
Deixe a sua mente vagar
Não custa nada sonhar
Viajar nos braços do infinito
Onde tudo é mais bonito
Nesse mundo de ilusão
Transformar o sonho em realidade
E sonhar com a mocidade
E sonhar com o pé no chão

Estrela de luz
Que me conduz
Estrela que me faz sonhar

Amor, sonhe com os anjos (não se paga)
Não se paga pra sonhar
Eu sou a noite mais bela
Que encanta o teu sonho
Te alucina por te amar (amar, amar)
Vem nas estrelas do Céu
Vem na lua de mel
Vem me querer

Delírio sensual
Arco-íris de prazer
Amor, eu vou te anoitecer

Eu vejo a lua no céu
A mocidade a sorrir
De verde-e-branco na sapucaí

Portela 1975 5/12 - Macunaíma, Herói de Nossa Gente

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Mestre Marçal - 1986 Senti Firmeza (completo)

Mestre Marçal - Sambas Enredo De Todos Os Tempos(1993) (Completo)

Sônia Santos - Crioula (1977) Álbum Completo - Full Album

Povo apolítico de Belo Horizonte, Minas Gerais; BH, 0901002016.

Povo apolítico de Belo Horizonte, Minas Gerais, votar no João
Leite, é votar no PSDB, Partido da Social Democracia Brasileia
E é ser cúmplice do Aécio Neves e suas vergonhosas 
Falcatruas, é ser comparsa de Antônio Anastazia e suas vis 
Inconfidências e traições, pois, o que se pode esperar do PSDB,
A não ser traições? traem o Brasil, os estados onde governam,
Ao povo trabalhador brasileiro; o PSDB não é uma agremiação
Partidária, é uma quadrilha de malfeitores, vendidos e vendilhões
E é ilusão pensar que, o João Leite será diferente, terá que, 
Dançar a música que, o partido tocar: corrupção; e com João 
Leite na prefeitura, não muda nada, será o prefeito dos amigos,
Dos indicados, da cúpula, do aparelhamento, dos desvios das
Verbas, dos baixos salários e do sofrimento dos servidores e 
Da população; tucano é bicho enganador, voraz, predador e 
Aonde passa, devasta tudo; a sorte deles é que controlam a 
Justiça em todos os níveis, controlam o PIG,  o Partido da 
Imprensa Golpista e os dois outros poderes e podem roubar
À vontade, que nada acontecerá com eles e seus amigos; de 
Merenda à cocaína e todo tipos de roubos, tudo é acobertado
E podem posar com cara de santo em todos os lugares; dos 
Mais emplumados, como o FHC, o vulgo Fernando Henrique
Cardoso, aos do baixo clero, todos saem isentos dos seus
Crimes; e o cúmulo, é que, às vezes, nada é cobrado, nem
Pelo povo, que, ainda os alimenta e depois recebe em troco
As bordunadas no lombo, votar em João Leite, é isso aí, pau.      

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Gilmar Ferreira Mendes renomado apátrida e herança maldita; BH, 01701002016.

Gilmar Ferreira Mendes renomado apátrida e herança maldita 
( De FHC, vulgo Fernando Henrique Cardoso, responsável 
Pela Privataria Tucana e com a honrosa alcunha de Príncipe 
Da Privataria, ) ao STF, Supremo Tribunal Federal, domina,
Também, o STE, Superior Tribunal Eleitoral; lobotomizado,
Ostomizado, com sangue de barata nas veias, vive raivoso,
Inconstitucionalissimamente, a abominar o povo trabalhador 
Brasileiro, a quem desrespeita a cada manifestação; protege 
Caninamente ao PSDB, Partido da Social Democracia 
Brasileira, bajula bovinamente ao PIG, Partido da Imprensa 
Golpista, serve servilmente à camarilha dos deputados, ao 
Senado cleptocrata e ao executivo plutocrata; defende 
Veneráveis bandidos, notórios corruptos, notáveis corruptores
E famosos corrompidos; de qualquer forma, jeito, maneira,
Trejeito, quer acabar com o PT, o Partido dos Trabalhadores e 
Persegue, incansavelmente, ao Lula, Luiz Inácio Lula da Silva;
Venerado na burguesia, endeusado na elite, é a única esperança
Da cleptocracia de livrar-se da justiça e o bastião de impunidade
Da plutocracia e dos seus apátridas do PSDB; qual aos demais 
Membros do STF que, já foram legados ao ostracismo, ao 
Esquecimento da nação brasileira, um dia, para muita felicidade e 
Total alegria de todos nós, terá, também, o seu dia de 
Banimento do cenário nacional, quem viver, verá; um dos 
Intocáveis dos podres poderes, com muita podridão debaixo da 
Toga preta, abafadora de peidos, o que é a utilidade máxima 
Daquele acessório de vampiros; e virá, enfim, o castigo, desse 
Danado inimigo, que tem o triste destino, de trabalhar para o mau e 
Para o mal e não deixará um vestígio saudoso na memória de ninguém.

domingo, 16 de outubro de 2016

Mesmo com o Prêmio Nobel; BH, 01501002016.

Mesmo com o Prêmio Nobel de Ódio e Perseguição, dado ao 
Juiz Sérgio Moro, merecidamente, ele não conseguirá, matar a 
Imagem de Lula, Luiz Inácio Lula da Silva; sem academia, 
Liceu, ginásio, ateneu, o cara já é mais do que imortalizado;
Engendrado nas veias do povo trabalhador brasileiro, nas 
Entranhas da nação brasileira, nas reminiscências do país 
Obreiro, Luiz Inácio, nunca estará no ostracismo da história;
Haverá sempre algum menino, nalgum lugar, tal a um Neruda, 
Brecht, Maiakovski, poetas, cantores, bardos, aedos, a 
Tecerem cantos, poesias, poemas, odes ao operário; já os 
Serventuários da cleptocracia vão prendê-lo, os plenipotenciários
Da plutocracia vão humilhá-lo, os servis da burguesia vão 
Difamá-lo, os capachos da elite, escarnecê-lo, não importa, 
Um líder real não tem pés de barro, não é feito de pau oco, 
É moldado de nobreza e grandeza que, faltam aos áulicos que,
Recheiam o PIG, o Partido da Imprensa Golpista; um nome 
Que, desbanca todos os nomes do futebol, do carnaval, da 
Política, nem todos os nomes do judiciário paquidérmico 
Letárgico oneroso, da camarilha do legislativo, e dos corruptos
Do executivo conseguirão abafá-lo; vão prendê-lo, num ato
Vil, pequeno, de rés do chão, de baixio de ralo de esgoto; 
Vão prendê-lo, numa operação de detrito de maré baixa, 
Numa ação de retrete de baixo clero; mas, o nome é maior
Do que o homem, é do tamanho da Pátria, o homem estará 
Atrás das grades, para delírio dos apátridas do PSDB, Partido 
Da Social Democracia Brasileira, o nome, não; o nome estará nas 
Mentes e nos corações dos livres pensadores, dos libertadores 
Que, derramam o próprio sangue em nome da Democracia.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

DCM: 10 PESSOAS DETESTADAS PELOS BRASILEIROS

Tivemos uma novidade ontem: Moro demonstrou não ser saber quanto é rejeitado por vastas porções de brasileiros que não se limitam a petistas.
Inspirado nisso, decidi montar uma lista de 10 pessoas especialmente detestadas entre progressistas de variadas procedências. Algumas sabem. Outras, como Moro, não. Se isso conforta Moro, uma coisa é certa: ele não está só.
1) Moro.
O primeiro é ele mesmo, pelo seu papel de justiceiro no comando da Lava Jato. Alguns, iludidos, imaginaram que Moro estivesse mesmo à frente de uma cruzada anticorrupção. Os fatos, porém, logo mostraram que a cruzada era mesmo contra o PT, em geral, e Lula, em particular.
2) Temer.
Conspirou, traiu, deu um golpe. No poder, notabilizou-se por carregar uma taxa baixíssima de popularidade, plenamente merecida. E por fugir, acoelhado, de todo contato com o povo, por medo de vaias. Não bastasse, tentou reintroduzir as mesóclises da linguagem dos brasileiros.
3) Cunha.
Bem, este dispensa explicações. Está condenado a ser xingado de ladrão até o último de seus dias.
4) FHC.
É outro caso parecido com o de Moro. Parece não se dar conta de quanto é abominado. Mas seu papel infame no golpe alçou-o à lista dos detestados.
5) Aécio
Consagrou-se como o pior perdedor da história da República ao jamais admitir a vitória de Dilma. Amigo dos donos da mídia, sempre foi preservado de noticiário embaraçoso. Citado amplamente nas delações, ainda consegue fazer discursos moralistas como se fosse uma referência ética nacional.
6) Serra.
Como Cunha, dispensa explicações.
7) Gilmar Mendes.
O jornalista americano Glenn Grenwald resumiu tudo: “Nunca vi um juiz como ele no mundo.” Gilmar subverteu o conceito de que um magistrado não se mete nas coisas da política.
8) Marta ex-Suplicy.
Nunca foi exatamente uma campeã de simpatia e de popularidade. Mas sua atuação no golpe elevou ao máximo a antipatia que as pessoas sentem de Marta. Foi uma golpista impenitente e convicta. Recebeu a justa recompensa nas eleições para a prefeitura de São Paulo.
9) Cristovam Buarque.
É outro que, como Moro, parece não ter noção de quanto é rejeitado. Ilude-se com a ideia de que apenas os petistas lhe fazem restrições por ter contribuído para o golpe.
10) Janaína Paschoal.
Quem esquece seus espetáculos delirantes em “defesa” da Constituição? E os 45 000 reais que o PSDB lhe pagou pelo parecer que deu origem ao golpe?

terça-feira, 11 de outubro de 2016

BELÍSSIMO: L'hymne à l'amour - Edith Piaf (Cover Saïna Manotte & Maxime Manot')






Le ciel bleu sur nous peut s'effondrer
Et la terre peut bien s'écrouler
Peu m'importe, si tu m'aimes
Je me fous du monde entier

Tant qu'l'amour inond'ra mes matins
Tant que mon corps frémira sous tes mains
Peu m'importent les problèmes
Mon amour puisque tu m'aimes

J'irais jusqu'au bout du monde
Je me ferais teindre en blonde
Si tu me le demandais
J'irais décrocher la lune
J'irais voler la fortune
Si tu me le demandais

Je renierais ma patrie
Je renierais mes amis
Si tu me le demandais
On peut bien rire de moi
Je ferais n'importe quoi
Si tu me le demandais

Si un jour la vie t'arrache à moi
Si tu meurs que tu sois loin de moi
Peu m'importe si tu m'aimes
Car moi je mourrai aussi

Nous aurons pour nous l'éternité
Dans le bleu de toute l'immensité
Dans le ciel plus de problèmes
Mon amour crois-tu qu'on s'aime
Dieu réunit ceux qui s'aiment

Hino ao amor
O céu azul sobre nós pode desabar
E a terra bem pode desmoronar
Pouco me importa, se tu me amas
Pouco me importa o mundo inteiro

Desde que o amor inunde minhas manhãs
Desde que meu corpo esteja fremindo sob tuas mãos
Pouco me importam os problemas
Meu amor, desde que tu me ames

Eu iria até o fim do mundo
Mandaria pintar meu cabelo de louro
Se tu me pedisses
Eu dependuraria a lua
Eu roubaria a sorte
Se tu me pedisses

Eu renegaria minha pátria
Eu Renegaria meus amigos
Se tu me pedisses
Bem podem rir de mim
Faria não importa o que
Se tu me pedisses

Se um dia a vida te arrancar de mim
Se tu morreres, que estejas longe de mim
Pouco me importa se tu me amas
Porque eu morrerei também

Teremos para nós a eternidade
No azul de toda a imensidão
No céu não haverá mais problemas
Meu amor, acredite que nos amamos
Deus reúne os que se amam

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

GOD, JOHN LENNON.



God is a Concept by which we measure our pain
I'll say it again
God is a Concept by which we measure our pain
I don't believe in magic
I don't believe in I-ching
I don't believe in Bible
I don't believe in Tarot
I don't believe in Hitler
I don't believe in Jesus
I don't believe in Kennedy
I don't believe in Buddha
I don't believe in Mantra
I don't believe in Gita
I don't believe in Yoga
I don't believe in Kings
I don't believe in Elvis
I don't believe in Zimmerman
I don't believe in Beatles
I just believe in me, Yoko and me, and that's reality
The dream is over
What can I say?
The dream is over
Yesterday
I was the dreamweaver
But now I'm reborn
I was the walrus
But now I'm John
And so, dear friends,
You'll just have to carry on
The dream is over

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Esqueça o meu nome de cor e salteado; BH, 0180902016.

Esqueça o meu nome de cor e salteado na ponta da língua
Um nome só não faz a diferença nem a mais e nem a menos
Esqueça o meu corpo em alguma encruzilhada assombrada
Um corpo sem alma não faz diferença nem a mais nem a menos
Não passa também de uma assombração inanimada
O vento rola as águas fura as rochas descarna os cadáveres
Pulveriza os ossos mais ressequidos e resistentes dos 
Esqueletos das caveiras sorridentes de outrora gentes gentis
Do limbo gentis gentes cósmicas moradoras das matérias
Das moléculas dos átomos dos vestígios donde não há vestígios
Depois de morrerem as lembranças as memórias as recordações
As saudades os esquecidos morrerem nos esquecimentos 
O vento não será mais chamado de vento nem o céu será
Chamado de céu e nem o sol de sol ou a lua de lua 
O universo de universo o que será chamado de o que será 
Chamado será o que será chamado  de o que será chamado
E quantos nomes padeceram para que um nome fosse chamado
De nome ao bendito todos os nomes que não sejam o meu
Meu nome não terá nome meu nome não derramou sangue
Meu nome não derramou lágrima por nenhum nome meu 
Nome não é um nome próprio é um nome impróprio e esqueça
O meu nome de cor e salteado na ponta da serpente que foi 
Engolida e o rabo ficou de fora e passou a ser chamado de língua 

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

O Talento de Paulinho da Viola - Full Album

O Brasil mudou e o Brasil agora é um país golpista; BH, 0290902016.

O Brasil mudou e o Brasil agora é um país golpista,
Formado por uma nação golpista, de uma sociedade
Golpista; e o Brasil mudou até de nome, para República
Federativa do Brasil Golpista; e todas as instituições
Que formam a federação terão que acrescentar 
Golpista no nome: Supremo Tribunal Federal Golpista,
Tribunal Superior Eleitoral Golpista, Tribunal Superior de 
Justiça Golpista, Procuradoria Geral da República 
Golpista, Ministério Público Federal Golpista, Ministério
Público Estadual Golpista, Polícia Federal Golpista,
Camarilha dos Deputados Golpista, Senado Federal 
Golpista; e poucas serão as instituições que serão 
Legais, respeitadas, constitucionais, legitimas; poucas
Serão as pessoas cordadas que não serão rebatizadas
De golpistas; o PIG, o Partido da Imprensa Golpista,
A mais antiga instituição golpista da história, seus
Componentes já são refratários, há longos tempos, 
Insubmissos ao direito, ao respeito, são descarados,
Assassinos de reputações, colonistas, calunistas, 
Profetas do caos, que fazem as reporcagens, o 
Jornalismo de guerra e do quanto pior, melhor; e da 
Rede Globo de Televisão Golpista, também não se  
Deve esquecer, nem da sonegação, da manipulação
E da conspiração contra o estado social e deveria 
Ser varrida do cenário nacional; mas, como é golpista
E sustentadora do golpe e composta por pessoas sem
Escrúpulos, segue poderosa, até o dia em que o povo
Trabalhador brasileiro tomar de vez as rédeas da nação
E aquele império transformar-se em cinzas; e todos que
Fazem-se de éguas, que usam papos de cerca lourenço,
Também são golpistas, não merecem respeitos, 
Considerações, ou deferências; e se o povo calar-se
Diante dessas aberrações que mataram a nossa 
Democracia, será um povo golpista, desrespeitado, sem
Cidadania, sem soberania, que viverá inconstitucionalissimamente 
No fingimento de que viveu uma Constituição e que foi 
Rasgada pelos pseudo protetores dessa mesma Constituição,
Agora também uma Constituição Federal Golpista.

Samba Enredo 1977 - Do Cauim Ao Efó, Com Moça Branca, Branquinha - Salgueiro (RJ)


A moça branca é amiga
Não há quem diga que não tenha valor
Só por ser tão boa
Vive assim à toa, sem querer se impor
Ela dá coragem, dá vantagem
Dá inspiração
E não admite
Falta de apetite numa refeição (bis)
No Salgueiro tem
Tem gente que bebe pra esquecer ê ê
Tem gente que sabe beber e comer ê, ê, ê, ê (bis)
Churrasco no Sul
Buchada no Norte
Tutu à mineira
Com pinga da forte
Comendo Efó
Jerimum com jabá
Feijoada, peixada
Ou o bom vatapá
Tem que ter cachaça
Ela não pode faltar...
... E depois quindim (bis)
E doce de elite com amendoim
A moça branca

João Leite, candidato a prefeito; BH, 0290902016.

João Leite, candidato a prefeito de Belo Horizonte, pelo PSDB,
Partido da Social Democracia Brasileira, o partido que desencadeou
O sujo golpe de estado no Brasil, à frente nas pesquisas, é a prova
De que o povo tornou-se apolítico, e não está nem aí para a vida
Da cidade; seis ou sete vezes deputado estadual, João Leite,
Sempre foi um apagado, um pau mandado de Aécio Neves,
Outro senador apagado, que não representa Minas Gerais, e 
Que leva vida nababesca de playboy no Rio de Janeiro, e que 
Só tem no currículo as delações premiadas, acobertadas pela
Justiça, e esquecidas pelos parceiros demotucanos da Polícia 
Federal golpista; e João Leite é do mesmo time do Antônio 
Anastazia, um zero à esquerda da política mineira, e que serviu
Servilmente para tocar o espúrio processo de impeachment da 
Presidenta Dilma Rousseff; no outros idos, a velha mineira 
Brindou-nos com grandes nomes, e não com bonifrates, e 
Aproveitadores baratos, como os políticos do PSDB, ninho da 
Privataria Tucana, e reino dos asseclas do Príncipe da Privataria; o 
Povo de Belo Horizonte e de Minas Gerais, não deveria votar 
Nunca mais nos correligionários desse partido golpista e sem 
Bandeira em benefício da cidade, do estado, e do país; a única
Coisa que sabem fazer é aparelhar tudo, privatizar, o estado
Mínimo, e deixar o povo o mais apolítico possível, para ser
Dominado, manipulado, alienado, e usado igual massa de 
Manobra barata e do baixo clero; e João Leite por ser um dos 
Propineiros da Lista de Furnas, não merece o voto do povo 
Trabalhador de Belo Horizonte; fora PSDB golpista, fora 
João Leite preguiçoso, barro mole de manobra dos golpistas. 

terça-feira, 27 de setembro de 2016

John Lennon - The Best Of (Full Album)

Na janela um violão toca um blues; BH, 0110902016.

Na janela um violão toca um blues, 
Num corpo envolto numa toalha; a 
Moça distraída observa, a lua espera
Para cantar, a boca já entreaberta na
Boca da noite a prantear; é a saudade
Que mata o peito, é a vontade de 
Voltar, de ir embora e parar de chorar;
Acalanta essa criança perdida, órfã
De pai e mãe, sem seio para morar,
Coração para aprisionar, mão para 
Segurar; a alegria flui sem elegância,
Destar que um dia clareia a sombra,
A porta abre no chão e sobe ao céu
Uma raiz, desce uma semente à terra,
Gemina um santuário, soluça uma 
Canção, suspira um desejo, almeja 
Um embrião e de grão em grão, 
Forma-se um sólido soma, esperança 
De um destino, um sonho de menino 
E ninguém se calará sobre o corpo 
De ninguém, ou consentirá a morte
Vã; não faltarão motivos, tijolo por
Tijolo no alicerce da construção e 
Pedra sobre pedra da montanha, 
Subirão para outras montanhas,
Que nascerão das montanhas.

Não desejo uma mulher e um ouro e um capital e um tesouro; BH, 0240902016.

Não desejo uma mulher e um ouro e um capital e um tesouro 
E desejo um amor, um estouro, uma boiada disparada, uma
Avalanche de pedras vivas; não desejo o de comer, não
Desejo o de beber, nenhum prazer, multidão, religião,
Legião, salvação; o que queres dar-me, é o que não 
Queres dar-me e para mim, tanto fez, ou tanto faz, ter 
Ou não ter, ser ou não ser; para quem leva tudo o que 
Tem, aplausos, para quem não é ninguém, nem nada 
Para levar tem, nem corpo, aplausos também, amém; há
Muito tempo não leio um livro, desconjuro, quê isso? e 
Nem escrever mais, escrevo nas lascas do tempo e 
Não canto, num canto, uma canção, perdi a voz no 
Fundo da garganta do desfiladeiro, joguei nas Termófilas
O corpo inteiro; com saudades das falésias, com saudades
Dos despenhadeiros, das pedreiras de pedras lascadas,
Dos cometas errantes, dos universos ciganos; quem tem 
Uma lágrima para emprestar-me? meus olhos secaram,
As hortas morreram, não reguei mais nenhum deserto;
Preciso duma coriza, uma saliva, algo para umedecer o 
Meu olhar; e no dia em que voltar a verter uma lágrima,
Serei o homem mais rico do mundo, com muito fundo e 
Nenhuma rasante e ao ir adiante, encontrarei os 
Caminhos de lâmpadas e com os pés de luzes, as 
Obras de letras, as artes de palavras e enfeitarei-me
Igual a um louco, que despe-se nas encruzilhadas e 
Nu, enfrenta o futuro, seguro na mão mais súbita,
Dalgum fantasma mais súbito do limbo mais distante.