segunda-feira, 28 de agosto de 2017

O que entope o cu do judas apátrida golpista michel temer; BH, 0270802017.

O que entope o cu do judas apátrida golpista michel temer
São bombas, capins secos e molambos e não os direitos 
Do povo trabalhador brasileiro, nem as aposentadorias da 
Previdência dos aposentados, nem as terras dosa quilombolas,
Ou as reservas indígenas, as matas das floresta amazônicas;
O que entope o cu do judas apátrida golpista michel temer
Usurpador são capins secos, bombas e molambos, não são
As riquezas nacionais, o patrimônio da nação brasileira, as 
Minas de minérios e metais, que ele tanto odeia, despreza e 
Desrespeita; o judas apátrida golpista usurpador michel temer,
Que entope o próprio cu como que não é dele, pode até 
Ter respaldo na burguesia, na elite, na plutocracia, na 
Cleptocracia e na sociedade imbecilizada, bancadas a peso
De ouro, porém, no seio do povo trabalhador brasileiro, 
Quem realmente sustenta para essa porra dessa suruba
Geral dessa bacanal em que transformaram a nação; e no 
Território nacional, hoje, o cu do judas apátrida golpista 
Usurpador michel temer não tem lugar, só escracho,
Esculhambações e lapidações públicas; e o destino desse
Apátrida entreguista, esse déspota traidor, se não for a 
Cadeia, será o lixo da história, a latrina, o esgoto, a 
Sarjeta, ou a retrete; e que amaldiçoado seja até à 
Última geração e que um dia esse maldito aprenda no 
Inferno, que, golpe contra o povo trabalhador brasileiro,
Nunca se deve dar; e que ele encontre por lá os generais
E os coroneis golpista da ditadura, os bolsonaros, os
Nazistas, direitistas, fascistas, reacionários, racistas,
Misóginos e demais judas que rasgaram a Constituição 
Da República Federativa do Brasil para uso próprio 
E de outros judas apátridas simpatizantes de traições.  

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Ai e quem me dera pronunciar o "magnificat"; BH, 0160502001; Publicado: BH, 02001102013.


Ai e quem me dera pronunciar o "magnificat",
A primeira resposta de Maria ao anjo que lhe 
Anunciava que ela seria a mãe de Cristo: "Magnificat 
Anima mea Domino": a minha alma engrandece ao 
Senhor, se a partir do mês que vem, a minha vida 
Melhorasse, mudasse para melhor; sem o "manus militaris",
Sem ser pela força das armas e sim pelo "manus manus lavat",
Uma mão lava a outra; e que eu saia deste "mare magnum",
Ao pé da letra, deste mar grande revoltoso, que aplica-se a certas
Ocasiões de grande confusão da minha vida; e que o sopro no
Diaulo, fosse um sopro brando, de planta dupla, como a usada pelos
Gregos antigos e que a outros deixei passar o meu calor,
Tal um diatérmano e que meu corpo, seja dos corpos que
Transmitem facilmente o calor humano sem se aquecerem, tal
O diatérmico e o movimento diastólico, ao emocionar-me, seja bem
Controlado, cadenciado, normal, perfeito, como uma diassintomia;
União de uma fração de um cromossomo a outro e não
Ufano-me de que ele seja um coração de diaspório, mineral
Ortorrômbico, hidróxido de alumínio; um coração de délio,
Da ilha Delos, Grécia, não ufano-me dele viver isolado
E nem o quero assim; o quero deliquescente, delongador
No tempo, demorador na vida e procrastinador com a morte;
Espero que o meu deltoideo não entre em contração e nem o
Deltoidiano, em distensão e que daqui para a frente, eu não
Seja mais iludido, não seja mais enganado e nem viva
Deluso, a sofrer um processo delusório; a passar por trauma
Ilusório e o que for demagógico, também se afaste de mim;
E serei o demandador, o demandista pleiteador, o demandante,
Que demanda no trabalho e na ação sem preguiça e
Desânimo, mais do que a pessoa que intenta demandas
E é muito dada a pleitos judiciais e a época será a
De quebra de determinação de limites e de marcos e de
Balizas; será a era do fim da demarcação e da delimitação,
A destruição do demarcador e do balizador, é tempo do livre,
Do demarcativo, como a corrente que serve para demarcar,
Até onde o cão deve ir e o espaço demarcável do cachorro,
Ao demasiar-se no quintal, por não passar além dos limites
Razoáveis e exceder-se no auge da dementação, da loucura
Do dementado, o demente extremo; o louco mórbido, o sandeu
Fúnebre, desvairado psicopata, o doido neurótico, malucado,
Paranoico; ai, quem me dera afastar-me, livrar-me
Do dementar, do tornar-me demente e de tudo que
Só vem fazer-me perder a razão, enlouquecer-me e endoidecer-me;
Ao tirar o demerara, o tipo de açúcar cristal amarelo e é
Fabricado nas usinas, de demeritório, onde o demo, do
Grego demos, o povo, só pede o demérito; é demissionário, é o
Que se demitiu, pediu demissão, é demitente, a aumentar
O índice de desemprego; é a insegurança do demissível,
Do que pode ser demitido a qualquer momento e se ver
Demissório sem justificativa; leva no peito a dureza da
Demissão, num país que se diz democrático e que é pertencente
Ao conjunto da democracia, da democratização, do ato
De democratizar onde o povo não é cidadão, não exerce
A cidadania e nem tem soberania; é o país que se
Democratizado, que o governo se tornou democrata e
O povo não tem poder; é convertido à democracia, popularizado,
Mas, não pensa duas vezes na hora de cair de pau no lombo
Do povo; não pensa duas vezes na hora das bombas de gás
Lacrimogênio, cassetetadas, corrupção, a desrespeitar todo
Teor demográfico, a destruir todo estudo do demógrafo e
Ao não respeitar nem teses e nem teorias, nem estatísticas
E nem pesquisa; e só a remanejar a população para a
Miséria, a pobreza extremas, desgraça de fim demorado,
De sofrimento moroso; culpa de comportamento tardio
E desenvolvimento lerdo, que nada tem a ver de demostênico e
Que diz respeito a Demóstenes, o maior dos oradores gregos
(383-332 AC), com todo o seu estilo e a sua eloquência.

O que sai da minha mente; BH, 0270402001; Publicado: BH, 02001102013.


O que sai da minha mente,
É igual a substância não gasosa,
Expelida pelos vulcões, não é uma 
Evacuação de excrementos; uma dejeção
De matéria putrefata, é quando a 
Imaginação vem dejarretar da mente,
Cortar pelo jarrete, a inspiração e deixar
Livre, não reter e nem conservar mais
Preso dentro dos meandros, nenhum
Sentimento, por mais rudimentar e piegas
Que seja; o coração vem largar as cordas
Do comboio, o cérebro soltar as estribeiras; o ar
Suspender o fôlego, interromper a respiração,
Por alguns segundos de emoção; não hei
De renunciar à fé, desistir da paixão,
Prescindir-me de demonstrar os meus
Despojos e despojar-me de tudo que 
Incomoda-me o ser; não irei insistir
Em conformar-me, pôr de parte a indignação
E não fazer notar a manifestação; irei
Mencionar o movimento e jamais esquecer
Os elementos, mesmo que todos, ao
Conhecer o que saiu de mim, venham
Abandonar-me, desamparar-me, como se 
Tivesse usado palavras, ou frases, com 
Que disfarçadamente, se induzem alguém
A fazer alguma coisa que não queira; ou
Que viu as palavras que indicam nos papéis
Dos atores que, acabou a vez de falar e 
Que está na vez de outro; e é esta a
Minha deixa, legado e herança; e
Quando vou estender-me para dormir
E descansar, já estou leve, vazio dos 
Pesos da consciência e sinto o produzir
Do sonho; o brotar da viagem fora da 
Matéria, o fazer cair o pesadelo no
Reclinar do corpo, no inclinar do
Sono; deixar prender? abater a realidade?
Assentar para pensar? acamar para
Estar acostumado? repousar estendido
Horizontalmente é para dormir
Ou morrer? deitar é viver? 

Quero aprender a definir não só a mim; BH, 0270402001; Publicado: BH, 02001102013.

Quero aprender a definir não só a mim,
Mas, a todas as coisas; e explicar o 
Significado de tudo, como faziam os 
Filósofos da antiguidade; quero também,
Determinar uma lei, fixar um princípio e 
Dizer o sentido da palavra, da expressão
E do sentimento; demarcar a virtude,
Marcar a razão e decidir com coragem o
Rumo do pensamento; quero tomar uma
Resolução e partido; expor com precisão
A inspiração e a imaginação e enunciar
As características de um objeto, ou uma
Coisa, a torná-los conhecidos de conceitos
Definitivos; de tese que define, com tema
Decisivo e final, para o bom entendimento,
O bom elucidativo, como antigamente
Faziam os filósofos, que nos deram a luz
Em todos esses tempos de trevas; de
Deflação da moral, como o ato de
Diminuir o excesso de papel-moeda em
Circulação; e o carregamento pelas
Correntes aéreas dos detritos de
Decomposição das rochas, a pulverização
Dos valores e da consciência; e eles 
Souberam fazer para barrar o deflacionar,
Eles souberam nos ensinar como promover
O fim da deflação da humanidade; e o
Deflagrador da ação, o aparelho eletromagnético,
Para incendiar essas substâncias explosivas, o
Cérebro, muito contribuiu para chama da mente,
Ao deflagrar e arder repentinamente; e
Produzir centelhas sem irromper tempestivamente
Em pesadelos ao deitar; e como incêndio atear
Aos elementos, ânimo; provocar aos movimentos
Excitação e excitar sem deflegmar a sua parte
Aquosa; e não quero jamais defletir, mudar a 
Direção de um movimento correto, para um 
Dos lados do lado; e ir ao sentido exposto ao
Fletir e seguir o ângulo da deflexão; não 
Assim não, nunca nada, quero aprender é
Para manter viva a chama eterna.

Deflexão solitária é o movimento; BH, 0270402001; Publicado: BH, 02001102013.




Deflexão solitária é o movimento 
Com o qual se abandona uma trajetória, 
Para seguir outra, com caminho anguloso; 
Ângulo entre dois caminhamentos, um
A deflexionar, a abandonar, linha, ou
Rumo, outro para seguir sem defloração;
A queda e o emurchecimento do ânimo,
Igual ao natural das flores, o de uma planta;
Desvirginamento da vontade maior do que,
A de tirar a virgindade de uma mulher;
O deflorar a menina moça na flor da 
Idade e tirar as flores do vaso e plantar
Na terra; perder o viço da preguiça,
Para ganhar o frescor da vida livre,
Prelibar e provar a liberdade incondicional;
Correr de encontro à verdade, defluir para
Longe do ímpio, emanar em direção
Ao justo e que ao afluir de coração fala
A verdade, a deixa escoar como a um 
Líquido puro de fonte natural e cristalina;
Defluxão de humores maus, escoamento
De fluídos negativos, esvaem-se em
Deflúvio nas veias do que cultua o
Ódio e contém defluxeira de ira e 
Defluxo de rancor; catarro da alma e 
Coriza do espírito, inflamação das
Mucosas nasais e influência dos canais
Cerebrais, que como de fonte, com folga
Entre um pensamento e outro e descanso
Durante o serviço mental cria pilheria
De mau gosto, de deformar, alterar a foma
Da fase, perder a forma do período e 
Deixar a oração deforme, irregular
Disforme no assunto, repelente e tal
Repugnante que o sentido perde total
Sensibilidade; a deformidade encobre
O sentimento e os sentidos; o vício trai
A fé, o defeito e a irregularidade aumentam toda 
Perplexidade de conformação na depravação
Moral, aleijão e dano estético viram perfeições.

Engraçado e não aparece ninguém que queira tomar conta de mim; BH, 0201202000; Publicado: BH, 02601102013.

Engraçado e não aparece ninguém que queira tomar conta de mim
E encarregar-se por mim, cuidar e vigiar enquanto sonho; preciso 
Sonhar um sonho contábil, com cálculo e contabilidade, um sonho 
De computação, de técnica de escrituração de receita e despesa;
Quem me dera uma repartição pública, ou seção de firma, ou 
Empresa privada especializada em sonhos: sonhar, ou morrer,
Morrer, ou sonhar; qual contabilista diplomado poderá ajudar-me? 
Numa contabilização infinita, eterno contabilizar, registrar em livros
Próprios, escriturar; quantas estrelas há nos céus, quanta água há 
Nos mares, nos oceanos, quantos grãos de areia há nos desertos e 
Nas praias e quantos pássaros existem nas florestas, quantas 
Borboletas, lagartos? e todos os astros do universo e se existem 
Seres para contatos, se existem planetas perdidos habitados e que 
Esquecemos de nos contatar com eles? e quero um contato contado
Quero um contacto referido; um texto de trecho narrado, um dado 
Horizonte, por virtude de pagamento, um contador de histórias; e um
Aparelho que conta e registra todas as impressões, desde 
Os primeiros suspiros dos planetas; desde o primeiro consumo
Doméstico de eletricidade, de gás, de água, de medidor, até aos 
Nossos dias; e para contar e detectar as irradiações radioativas d
Solo, ou dos minérios; um contraste, uma oposição ao nuclear entre 
Coisas, ou pessoas com destaque, ou vantagem para uma delas; 
E a acentuação dos claro-escuros de uma fotografia, desenho, ou 
Pintura, o que se pode constatar será o viável, contrastável, fazer 
Estar em disparate; no cúmulo do absurdo e do abcego e do 
Abmudo do contra-senso; o dito e o ato contrário ao bom senso, 
Que, tem por resposta, convencionada a uma senha, a uma
Contra-senha do senão; do ao invés e do longe disso, ou pelo tudo 
Que é oposto, o pecado é adversário, até o pensamento é nocivo, o 
Ar é desfavorável, é inverso respirar; e ainda vou causar mais 
Desgosto, serei sempre um contratempo, uma dificuldade, uma 
Contrariedade que poderá zangar-se e então aborrecer-se, por
Contradizer-me e causar todo descontentamento, embaraçar com 
Isso o aposento; estorvar a família, contrariar o laço de união: tipo 
Numa contra-revolução, movimento contrário à uma revolução 
E com ação de efeito empregado, por companhia teatral que 
Marca a entrada dos atores em cena; o contra-regra, a segunda 
Prova tipográfica de cópia, ou de desenho, ou de impresso, 
Impugnação jurídica de um libelo, segunda prova de qualquer 
Operação matemática, a contraprova não aprovada, a proposta 
Feita em substituição a outra na contraproposta, que deu resultado 
Oposto ao desejado, para completar a contrapropaganda com outra
E ser assim contraproducente, parceiro do contraproduzir a cota, do 
Grupo de soldados, de porção de homens que, cada circunscrição 
Territorial reserva para o serviço militar que, entre muitos compete a 
Cada um, um destino incerto, uma eventual felicidade, de contingente 
Que, pode, ou não suceder, manter a continuação, deixar continuar 
Acontecer, na sucessão de atos, ou fatos, ou mesma natureza com 
Duração e prosseguimento de um continuador; de um que continua, 
Como o prolongar-se a pedir com afinco para perseverar, perdurar 
Para aprender e jamais permanecer no erro da imperfeição e levar 
Adiante o sonho, fazer com que não se interrompa a vida; o genial é 
Dar continuidade e em que não há interrupção ao trabalho do contínuo, 
Subalterno sonhador em repartições públicas, ou empresas; e como 
Pessoa que escreve contos, como contista que usa a narração curta,
Falada, ou escrita, deixo aqui, esses dez vezes cem mil réis, no
Antigo padrão monetário brasileiro, resultante no cruzeiro; o que cai 
No conto-do-vigário, embuste para extorquir dinheiro no qual o 
Vigarista, após contar uma história verossímil, deixa em poder da 
Vítima um pacote de papéis disfarçados em notas, a receber em 
Troco dinheiro verdadeiro, assim é a intrujice também na literatura 
E o logro nas letras, a contorção para a compilação, o contorcer-se 
Para compilar o alheio e registrar como obra própria, com todas as 
Contorções a deslocar certas articulações do corpo, ao visar o
Contorcionista por alguns cobres a mais e contornar
Assim em vida a volta do destino a ladear a morte. 

Os caras da justiça golpista são covardes e sem escrúpulos; BH, 0250802017.

Os caras da justiça golpista são covardes e sem escrúpulos
E parciais contra o Lula, Luiz Inácio Lula da Silva,
Protegem-se uns aos outros e aos seus bandidos 
De estimação; nunca a justiça golpista foi tão 
Serelepe para condenar um inocente, sempre 
Bateu record, porém, para soltar os criminosos
Poderosos e a lista de beneficiados não tem fim; e 
Podem cometer quaisquer delitos hediondos, ou 
Não, têm simpatizantes na justiça golpista, habeas
Corpus saem até de madrugada; se é um 
Trabalhista, um adepto do trabalhismo, ou um 
Trabalhador, é condenado, mesmo sem provas e 
Não ganha nada nos tribunais da justiça golpista,
Um único recurso sequer; chega a ser vergonhoso
O posicionamento da jurisprudência, a causar 
Asco e nojo, porém, aos caras da justiça golpista,
Nada importa: decoro, moral ilibada, ética, 
Isonomia, impessoalidade, imparcialidade, isenção,
Estão além do direito e da realidade e não se 
Interessam em fazer justiça e sim perseguições aos
Adversários da cleptocracia, aos combatentes da 
Burguesia, aos críticos da elite e da plutocracia; os
Caras da justiça golpista adoram fazer políticas,
Desrespeitos, golpes, chicanas, maracutaias, 
Corporativismos, mordomias, salários astronômicos;
Agem como apátridas, entreguistas, colonialistas,
Piratas das verbas públicas, aves de rapina, não
Pensam no país, na nação, no povo, de onde sai
Todo o sangue que, fortalece as veias dos caras
Da justiça golpista, o câncer da história do Brasil.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Identificar-me como e com o quê? só unir-me; BH, 01º01202000; Publicado: BH, 01401102013.

Identificar-me como e com o quê? só unir-me 
Intimamente, consolidar o ser, para formar
Uma substância, uma consubstancial, só
Fundada nos costumes do normal, do habitual,
Igual ao consuetudinário, com título de cônsul,
De magistrado supremo, na Roma antiga; e
Na primeira república francesa e hoje,
Funcionário encarregado dos negócios de uma
Nação em um país estrangeiro; dignidade de
Cargo de período durante o qual uma pessoa
Exerce, na residência, ou casa, sede de
Funções em âmbito consular, a quem o chefe
Da nação pede consulta, informação consulente,
Sobre o relacionamento e comportamento de
Dois povos distintos, a obedecer a ordem de 
Consultar, não espionar; o consultante pode
Pedir conselho, ou parecer, procurar se
Informar e ler, observar, examinar antes de
Decidir; submeter como se fosse a exame
Médico, indagar até a si mesmo e meditar
Muito, agir com espírito consultivo onde não
Há espiritualidade; agir tal órgão, ou
Corporação onde hã espirituosidade de voto
Deliberativo; o consultor nada tem a fazer, o
Consultório vai à falência, mesmo o especial em
Medicar, mesmo o sentimental, empresa que dá
Assistência de caráter pessoal e sobre as relações
Do consulente, sua atitude em sociedade e
Principalmente sobre questões que envolvem sua
Vida afetiva; e enfim a consumação, o consumar dos
Fatos, o acabamento do vento, o fim do tempo, o
Tudo está consumado de Jesus Cristo; e a quantia
Mínima, fixa e obrigatória, que a era nos cobra, a
Boate nos seduz e reclamamos pela despesa; o que
Se pode ter para completar? executar um texto com
Requinte; atingir o máximo e não enganar, cumular e
Sobreviver da consumição, realizar para não consumir,
Verificar a causa da inquietação e tornar-se exímio na
Arte de vencer a depressão, é possível ser perfeito?
Pergunta o consumidor; é necessário destruir? pergunta
O consumidor, quando a humanidade vai parar de
Estragar o planeta? pergunta o ET; ainda a agir para
Inutilizar a Terra? pergunta o robô, ai, quando
Desaparecer tudo, irá afligir-se; é preciso parar de
Gastar, quando extinguir, não adianta mortificar-se, é
Só empregar a sabedoria ao utilizar; perder o instinto
Consumível enquanto é tempo, o consumo mata, os 
Gastos são gástricos, o aproveitamento de bens, ou de
Produtos são supérfluos; olhais o que causa a consumpção,
Olhais o efeito da consunção, parece um definhamento 
Lento do organismo humano, como em consequência de
Moléstia; é a prenda a ter uma consútil, uma costura que
Freia um pouco a conta, passeis a contar estrelas no céu,
Fazer operações aritméticas na areia do mar; e cálculo
De grãos de areia no deserto do Saara e esqueçais a
Situação de créditos e débitos, ou de receita e despesa;
De quantia, importância, gasto, nota, responsabilidade,
Atribuição, que importâncias têm, tenhais atenção com os
Vossos corações e cuidado com os vossos espíritos;
Imputação de impuro não aceitais nunca não, reputação
Só ao pensar e bem, nunca numa atitude má; fama só a
Boa e para o credo, o objeto perfurado, quase sempre
Redondo, que se usa em rosário, colar, miçanga; olhais o
Estresse, esqueceis a conta corrente, a escrituração, a 
Firma, a empresa; olhais a mata redonda, os que a 
Desprezam tornam-se frações, ou unidades de pequenos
Valores; e ao haver-vos com alguém, sejais cerebrais,
Para prestar, não ao dar informação, não dar cabo de 
Ninguém, melhor dar recado; desempenhar-vos de uma
Função, de uma certa incumbência satisfatoriamente,
Sem estar-vos tão furiosos e se não souberdes fazer,
Inventar, imaginar, supor que não sabeis ficar a saber, 
A levar a calma para longe, antes que queirais imputar a
Ela as vossas deficiências; nada de apresentar relatório para
Justificar, ser suficiente, bastar e pleitear a eternidade. 

Fernandinho Beira-Mar de profissão traficante; BH, 0160502001; Publicado: BH, 02101102013.

Fernandinho Beira-Mar de profissão traficante, 
FHC, vulgo Fernando Henrique Cardoso, presidente 
Da República, ACM, Antônio Carlos Magalhães, 
Senador, José Roberto Arruda, senador, Jader 
Barbalho, presidente do senado - de um lado; 
Do outro lado, perplexo, o povo, a opinião pública; 
Agora, a diferença entre Fernandinho Beira-Mar e os 
Outros, é que ele não roubou dinheiro público;
Ele não é deputado, não é senador, não é vereador
E nem presidente da república; é traficante e é 
Uma vergonha para mim, misturar traficante e 
Políticos, mas, não vejo como separar; os políticos
Roubam dinheiro do povo, dos impostos da nação,
Gostam de mordomias, maracutaias e corrupções;
Adoram imunidade parlamentar e a imundície das 
Mamatas: não sei qual dos Fernandos me causa mais 
Nojo; posso talvez não ter tanto nojo dos traficantes,
Igual tenho dos políticos, que parecem ser gerados
Pela dicogamia: modo de fecundação nos vegetais,
Cujas flores apresentam ambos os órgãos sexuais,
Que não completam seus desenvolvimentos ao mesmo
Tempo e com mais de uma face, iguais aos políticos
Multifaces; e também aparece o político dicromático, que
Pode apresentar duas cores: a cor da falta de vergonha
E a cor da falta de pudor e de decoro e faz com que o 
Dicroto, tal o designativo do pulso que apresenta 
Dicrostismo, do grego "dikrotos", que pulsa duas vezes,
Porém, nenhuma vez pelo povo, pela nação; e na hora
De olhar alguém na cara, usa uns óculos especiais, a
Dizer que sofre de dictioscopia e que não enxerga
Nada devido ao tal distúrbio visual, do qual ele é doente
E só vê como uma fina rede, culpa da dictite, a inflamação
Da retina; e no congresso, o que mais percebemos,
Perplexos, é o uso da falsa didascália, mais pobre do que
Entre os gregos antigos, ou das instruções dadas pelo
Poeta aos atores; é a distribuição dos atores e suas 
Partes nas representações, que nada tem de didático,
Como o didascálico, que anotava e comentava, ou
Criticava peças teatrais; entre estes e outros, entre
Estas e outras, enalteço o didilfio, resgato o didelfo,
O marsupial; busco  a diecia, a qualidade das plantas
Que têm as flores masculinas e as femininas em pés
Diferentes e achego-me até ao diédrico de ângulos
Diedros e afasto-me dos nefastos, maléficos, fúnebres,
Tétricos, à escória da política brasileira representada
Pelo FHC, vulgo Fernando Henrique Cardoso, a treva 
Mais podre que o Brasil já produziu, pior talvez do que o 
Collor, o Fernando Afonso Collor de Melo, Fernandinho 
Beira-Mar, Luiz Estevão, juiz Lalau, Jáder Barbalho, 
Salvatore Cacciola; FHC, vulgo Fernando Henrique 
Cardoso é pior do que todos eles juntos e ainda
Pior do que os espermatozoides mortos lançados em
Vasos de privadas e em ralos de banheiros nas
Masturbações inconscientes e os espermatozoides
Esquecidos em preservativos nas esquinas e muros
De becos de ruas escuras, ou lançados nas vaginas
Das prostitutas e meretrizes e putas das casas das
Zonas de baixo meretrício e nos ânus das travestis
Que fazem pontos nas vias ápias do baixo mundo e
Todos esses esperamtozoides com certeza gerariam
Seres superiores ao FHC, vulgo Fernando Henrique 
Cardoso, o malédico, o que diz mal; o falsídico, que 
Diz falsidade, o causídico da burguesia e o que alega 
Causa em favor da elite, advogado dos poderosos; é 
O nosso dico, do latim  do verbo didere que diz e canta 
Nas catástrofes, que nada é com ele, que não foi avisado, 
Que foi pego de surpresa e que a culpa não é dele e o 
Povo é que se vire; é o nosso dico, do grego dikka, que 
Separadamente, vive em outro país, tem dois dentro 
Dele, um que representa aqui os interesses estrangeiros; 
E outro que confirma é que tudo aqui será vendido e que 
Não ficará nada para o povo brasileiro: alô netos, bisnetos, 
Tataranetos, descendentes dessas gentes que citei os nomes 
Aqui, este testamento é só para vereis o que fizeram vossos
Antepassados com o nosso belo e rico país; não tenhais
Pois a alma da diclínea, a planta que possui órgãos
Femininos e masculinos em flores separadas; tenhais o
Espírito e a alma juntos numa mesma indignação, de 
Livrar, no futuro a nossa nação das mãos desses
Vilões; se eu fosse pegar tudo que cada um diclamídeo
Desse, com seus dois testículos, já fez em prejuízo da
Nação, por mais que tentasse então, dicionarizar,
Incluir num dicionário, escrever e organizar e dicionariar,
As palavras seriam poucas, pois, cada dicíclico, com seus
Dois ciclos, tem em covis diferentes, longe dos olhos da
Gente, uma conta diferente, um nome diferente, um
Dichote, um dito picante, motejo e chufa e mesmo com
Desrespeito à diceologia, o estudo do direito e em
Especial dos direitos profissionais; e mesmo com
Desrespeito à dicéa, do grego dike, mesmo com
Desrespeito à justiça, jamais falarei bem e enaltecerei
Os nomes deste manifesto de indignado sufocado
Pela indignação; não uso de metáfora mordaz, não
Uso escrito satírico, dicaz, dicacíssimo, de dicacidade
Na linguagem e de mordacidade no falar; procuro
Ser grosso, cru, direto, podre, baixo, chulo, tanto
Quanto eles; escrevo com vileza e com ignorância,
Para equiparar e igualar à altura deles: por baixo, sem
Receio, remorso e com diatribe, com crítica
Acerba, escrito violento e injurioso, que é o que
Eles merecem, pois são menos importantes do que
O dicásio, a cimeira bípara; o dicarpelar, o que tem
Dois carpelos e o dicapetaláceo, relativo à família
Das Dicapetaláceas, plantas próximas das Euforbiáceas:
Em suma dou mais importância à dicapetalácea do que
A espécime deles; e desejo de todo coração todo mal
Diatésico e todo mau diatético e que eles não se
Livrem da diatermocoagulação e morram com a 
Coagulação por meio do calor, com o coração a parar
Aos poucos, pois eles não merecem possuir um coração

Andei a vida toda; TO/SD; Publicado: BH, 02901102013.

Andei a vida toda,
Depois parei e pensei
E a pensar cheguei à conclusão:
Que era um homem,
Inútil como todo homem,
Que não faz o bem
E só pensa no mal;
Então vi que a minha vida,
Não tinha sentido nenhum, por isto,
Andava feito louco e não encontrava
Um método que me ensinasse,
A acabar com a minha maluquice;
E perguntava sempre:
Tem método para louco?
Mas nunca encontrava, por isto,
Agora que cheguei à conclusão: 
Que só o amor me faz bem,
Só o amor me faz ser útil;
Vou conseguir mudar de vida,
Vou pregar a paz e a harmonia
Pelo mundo a fora, 
Falar do amor puro e diferente;
E vou pregar também a irmandade
Entre os homens,
Acabar com os preconceitos
E as manias de guerras;
Andei a a vida toda,
Depois parei e vi,
Que é bom ter amor,
É bom fazer o bem,
É bom demonstrar que é bom;
Andei a a vida toda com amor


E sempre fui feliz. 

Peixe que sofre de diperofobia e de dipneusta; BH, 0140502001; Publicado: BH, 02901102013.

Peixe que sofre de diperofobia e de dipneusta 
E é da espécime dos dipneustas, subclasse dos 
Peixes que possuem brânquias e pulmões; dipnoico, 
Paranoico, com fobia de líquidos e designativo dos 
Peixes neuróticos, que respiram por guelras e pulmões
E que mesmo assim, morre afogado pela água;
Plantas de gênero acantáceas, é o dipteracanto, de sonho
Diptírico e a imaginação, tudo dotado de duas asas e o 
Pensamento cai, o elemento não sai, a reverberação pesa;
O simulacro é opaco, de chumbo oco, vácuo vazio, denso
De trevas, nariz entupido, sufoco do dipterígeo, de peixes
Que têm duas barbatanas, no dintel do universo, na verga
Do portal, superior de porta, ou de janela e cada um dos
Degraus laterais sobre que assentam as prateleiras da
Estante, dos dintéis colossais dos planetas orbitais; sol
Dinheiroso, rico poder, opulento de luz, seduz, grande e
Tão bem indeterminada porção, quantia vultuosa de calor,
Maior valor do que qualquer dinheirão e o dinheirame do
Mundo não paga oito minutos de viagem: e a dinheirada
Não é nada se tu dissesses: parei, fui e aí, homem, da 
Busca vaidosa pelo dinheiral, dingo selvagem, igual ao cão
Da Austrália; e aí, dinasta, portador do antigo título de 
Príncipes reinantes, pessoa partidária de uma dinastia,
Possuidora de nome a zelar, com que honra irá pagar, com
Que dinar? com unidade monetária da Argélia, Iraque,
Iuguslávia, Jordânia, Tunísia? com quantos dinares
Comprarás um raio de sol? e faz uso da dinamite, da 
Fábrica dinamitista, emprega o dinamiteiro como inimigo da
Humanidade: explodas os rios, as fontes, os regatos; 
Falta dinamismo à humanidade, a raça humana não é e 
Nem sabe ser dinamista, só o poder dinamiológico a move;
Só a paixão da dinamiologia, a fé pelo tratado das forças, é
A linguagem que ela entende e a usa para exterminar; e o
Aviso vem até através das dimissórias e das letra e cartas,
Pelas quais um prelado autoriza, ou a conferir ordens sacras,
Não tão sacras assim, a um diocesano daquele, vide nos
Tempos dos templos de Hitler, que depois de ter dividido no
Meio, de ter partido a espinha dorsal do povo judeu, dimidiato
Quis tão só exterminar, mear a vida desse povo, dividir os
Lares, dimidiar pais de filhos, o que não justifica o que os
Judeus fazem agora com os palestinos; que passam a vida em
Dimidiação, no trabalho e na defesa contra os ataques à 
Nação: deixo aqui nestes dímetros de versos gregos e de
Versos latinos, de duas medidas e quatro pés; a minha 
Indignação, sou por Yasser Arafat em qualquer situação e 
Meu pranto por ele é diluvioso, é muito abundante de águas 
De lágrimas; não é uma dimanação como o curso brando de 
Um fluído, uma emanação, com proveniência e derivação; o
Dimensório hoje do sofrimento do palestino, com as  
Dimensões dada por Israel, apoiado pelos USA; não dá para
Ser dimensível, não é mensurável em termos normais: é
Preciso parar antes que seja dinamante e muito mais  
Derivante, para uma violência de proporção maior; é preciso
Parar, parar de diluviar, de chover copiosamente, esta 
Torrente de palavras desconexas; este diluvial sem razão, a 
Chegar o dilúculo de dimetilbenzeno, o crepúsculo matutino
Xilênio, alvorada da cor de xileno, espero vir junto a paz boa
E dilucular que, torna-me mais claro, torna-me mais lúcido e 
Dilúcido como a dilogia; e a repetição marcante da diáfora que
Nos fará lembrar sempre e jamais deixar esquecer e aumentar
O dilucidamento do nosso ser junto com o esclarecimento da 
Nossa alma: e preciso saber e por fim ao dilemático do meu
Espírito; não quero carregar nada no espírito relativo a dilema,
Meu espírito não pode ser o que encerra dilema e sim amor,
Estima e afeição eterna e infinita dileção; igual ao "magister
Dixit", o mestre disse: "frase da escola medieval onde a
Palavra do professor não podia ser contrariada;" e eu sempre
"Lato sensu," em sentido lato, amplo e que se opões a 
"Stricto sensu", segundo o"loco citato", na passagem sitada 
De um livro; o dilépido, que tem só duas escamas e é lépido,
Dilatador, que serve e é próprio para dilatar, a ação do que 
Não é dilapidador; esbanjador de energia, gastador dos 
Elementos, apedrejador da cultura com apedrejamento 
Literal do intelectual; roubo da obra alheia e esbanjamento
Da qualidade da arte, desbaratamento da mensagem e lição,
Dilapidação que mantém a ignorância, a bruteza do espatifador
Das esculturas, dilacerador natural, laceração das carnes; e 
Despedaçamento dos ossos e dilaceração dos nervos, com 
Rompimento dos tendões, articulações e juntas; e com o
Afastamento das causas, digressão das reverberações,
Desvio de conduta no digresso, no caminho que se afasta
Digressivo cada vez mais, do passado, do presente e do 
Futuro, ao digressionar para o ausente; fazer as digressões
E passear nas escuridões, a romper o digrama, o grupo de
Duas letras, que representa um único som, ou articulação; a 
Quebrar o dígrafo, a deixar órfão o fonema, pois quero 
A palha na manhã ao passo da serra.