quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Fernandinho Beira-Mar de profissão traficante; BH, 0160502001; Publicado: BH, 02101102013.

Fernandinho Beira-Mar de profissão traficante, 
FHC, vulgo Fernando Henrique Cardoso, presidente 
Da República, ACM, Antônio Carlos Magalhães, 
Senador, José Roberto Arruda, senador, Jader 
Barbalho, presidente do senado - de um lado; 
Do outro lado, perplexo, o povo, a opinião pública; 
Agora, a diferença entre Fernandinho Beira-Mar e os 
Outros, é que ele não roubou dinheiro público;
Ele não é deputado, não é senador, não é vereador
E nem presidente da república; é traficante e é 
Uma vergonha para mim, misturar traficante e 
Políticos, mas, não vejo como separar; os políticos
Roubam dinheiro do povo, dos impostos da nação,
Gostam de mordomias, maracutaias e corrupções;
Adoram imunidade parlamentar e a imundície das 
Mamatas: não sei qual dos Fernandos me causa mais 
Nojo; posso talvez não ter tanto nojo dos traficantes,
Igual tenho dos políticos, que parecem ser gerados
Pela dicogamia: modo de fecundação nos vegetais,
Cujas flores apresentam ambos os órgãos sexuais,
Que não completam seus desenvolvimentos ao mesmo
Tempo e com mais de uma face, iguais aos políticos
Multifaces; e também aparece o político dicromático, que
Pode apresentar duas cores: a cor da falta de vergonha
E a cor da falta de pudor e de decoro e faz com que o 
Dicroto, tal o designativo do pulso que apresenta 
Dicrostismo, do grego "dikrotos", que pulsa duas vezes,
Porém, nenhuma vez pelo povo, pela nação; e na hora
De olhar alguém na cara, usa uns óculos especiais, a
Dizer que sofre de dictioscopia e que não enxerga
Nada devido ao tal distúrbio visual, do qual ele é doente
E só vê como uma fina rede, culpa da dictite, a inflamação
Da retina; e no congresso, o que mais percebemos,
Perplexos, é o uso da falsa didascália, mais pobre do que
Entre os gregos antigos, ou das instruções dadas pelo
Poeta aos atores; é a distribuição dos atores e suas 
Partes nas representações, que nada tem de didático,
Como o didascálico, que anotava e comentava, ou
Criticava peças teatrais; entre estes e outros, entre
Estas e outras, enalteço o didilfio, resgato o didelfo,
O marsupial; busco  a diecia, a qualidade das plantas
Que têm as flores masculinas e as femininas em pés
Diferentes e achego-me até ao diédrico de ângulos
Diedros e afasto-me dos nefastos, maléficos, fúnebres,
Tétricos, à escória da política brasileira representada
Pelo FHC, vulgo Fernando Henrique Cardoso, a treva 
Mais podre que o Brasil já produziu, pior talvez do que o 
Collor, o Fernando Afonso Collor de Melo, Fernandinho 
Beira-Mar, Luiz Estevão, juiz Lalau, Jáder Barbalho, 
Salvatore Cacciola; FHC, vulgo Fernando Henrique 
Cardoso é pior do que todos eles juntos e ainda
Pior do que os espermatozoides mortos lançados em
Vasos de privadas e em ralos de banheiros nas
Masturbações inconscientes e os espermatozoides
Esquecidos em preservativos nas esquinas e muros
De becos de ruas escuras, ou lançados nas vaginas
Das prostitutas e meretrizes e putas das casas das
Zonas de baixo meretrício e nos ânus das travestis
Que fazem pontos nas vias ápias do baixo mundo e
Todos esses esperamtozoides com certeza gerariam
Seres superiores ao FHC, vulgo Fernando Henrique 
Cardoso, o malédico, o que diz mal; o falsídico, que 
Diz falsidade, o causídico da burguesia e o que alega 
Causa em favor da elite, advogado dos poderosos; é 
O nosso dico, do latim  do verbo didere que diz e canta 
Nas catástrofes, que nada é com ele, que não foi avisado, 
Que foi pego de surpresa e que a culpa não é dele e o 
Povo é que se vire; é o nosso dico, do grego dikka, que 
Separadamente, vive em outro país, tem dois dentro 
Dele, um que representa aqui os interesses estrangeiros; 
E outro que confirma é que tudo aqui será vendido e que 
Não ficará nada para o povo brasileiro: alô netos, bisnetos, 
Tataranetos, descendentes dessas gentes que citei os nomes 
Aqui, este testamento é só para vereis o que fizeram vossos
Antepassados com o nosso belo e rico país; não tenhais
Pois a alma da diclínea, a planta que possui órgãos
Femininos e masculinos em flores separadas; tenhais o
Espírito e a alma juntos numa mesma indignação, de 
Livrar, no futuro a nossa nação das mãos desses
Vilões; se eu fosse pegar tudo que cada um diclamídeo
Desse, com seus dois testículos, já fez em prejuízo da
Nação, por mais que tentasse então, dicionarizar,
Incluir num dicionário, escrever e organizar e dicionariar,
As palavras seriam poucas, pois, cada dicíclico, com seus
Dois ciclos, tem em covis diferentes, longe dos olhos da
Gente, uma conta diferente, um nome diferente, um
Dichote, um dito picante, motejo e chufa e mesmo com
Desrespeito à diceologia, o estudo do direito e em
Especial dos direitos profissionais; e mesmo com
Desrespeito à dicéa, do grego dike, mesmo com
Desrespeito à justiça, jamais falarei bem e enaltecerei
Os nomes deste manifesto de indignado sufocado
Pela indignação; não uso de metáfora mordaz, não
Uso escrito satírico, dicaz, dicacíssimo, de dicacidade
Na linguagem e de mordacidade no falar; procuro
Ser grosso, cru, direto, podre, baixo, chulo, tanto
Quanto eles; escrevo com vileza e com ignorância,
Para equiparar e igualar à altura deles: por baixo, sem
Receio, remorso e com diatribe, com crítica
Acerba, escrito violento e injurioso, que é o que
Eles merecem, pois são menos importantes do que
O dicásio, a cimeira bípara; o dicarpelar, o que tem
Dois carpelos e o dicapetaláceo, relativo à família
Das Dicapetaláceas, plantas próximas das Euforbiáceas:
Em suma dou mais importância à dicapetalácea do que
A espécime deles; e desejo de todo coração todo mal
Diatésico e todo mau diatético e que eles não se
Livrem da diatermocoagulação e morram com a 
Coagulação por meio do calor, com o coração a parar
Aos poucos, pois eles não merecem possuir um coração

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