domingo, 25 de janeiro de 2026

Samba-Enredo 2026 - Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil - Acadêmicos de Niterói

Quanto custa a fome? Quanto importa a vida

Nosso sobrenome é Brasil da Silva

Vale uma nação, vale um grande enredo

Em Niterói, o amor venceu o medo

Vale uma nação, vale um grande enredo

Em Niterói, o amor venceu o medo

Olê, olê, olê, olá

Vai passar nessa avenida mais um samba popular

Olê, olê, olê, olá

Lula, Lula

Eu vi brilhar a estrela de um país

No choro de Luiz, a luz de Garanhuns

Lugar onde a pobreza e o pranto

Se dividem para tantos

E a riqueza multiplica para alguns

Me via nos olhares dos meus filhos

Assombrados e vazios

Com o peito em pedaços

Parti atrás do amor e dos meus sonhos

Peguei os meus meninos pelos braços

Brilhou um Sol da pátria incessante

Pro destino retirante

Te levei, Luiz Inácio

Por ironia, treze noites, treze dias

Me guiou Santa Luzia, São José alumiou

Da esquerda de Deus Pai, da luta sindical

À liderança mundial

Vi a esperança crescer

E o povo seguir sua voz

Revolucionário é saber

Escolher os seus heróis

Zuzu Angel, Henfil, Vladimir

Que pagaram o preço da raiva

Nós ainda estamos aqui

No Brasil de Rubens Paiva

Lute pra vencer

Aceite se perder

Se o ideal valer

Nunca desista

Não é digno fugir

Nem tão pouco permitir

Leiloarem isso aqui

A prazo, à vista

É, tem filho de pobre virando doutor

Comida na mesa do trabalhador

A fome tem pressa, Betinho dizia

É, teu legado é o espelho das minhas lições

Sem temer tarifas e sanções

Assim que se firma a soberania

Sem mitos falsos, sem anistia

Quanto custa a fome? Quanto importa a vida

Nosso sobrenome é Brasil da Silva

Vale uma nação, vale um grande enredo

Em Niterói, o amor venceu o medo

Vale uma nação, vale um grande enredo

Em Niterói, o amor venceu o medo

Olê, olê, olê, olá

Vai passar nessa avenida mais um samba popular

Olê, olê, olê, olá

Lula, Lula

Eu vi brilhar a estrela de um país

No choro de Luiz, a luz de Garanhuns

Lugar onde a pobreza e o pranto

Se dividem para tantos

E a riqueza multiplica para alguns

Me via nos olhares dos meus filhos

Assombrados e vazios

Com o peito em pedaços

Parti atrás do amor e dos meus sonhos

Peguei os meus meninos pelos braços

Brilhou um Sol da pátria incessante

Pro destino retirante

Te levei, Luiz Inácio

Por ironia, treze noites, treze dias

Me guiou Santa Luzia, São José alumiou

Da esquerda de Deus Pai, da luta sindical

À liderança mundial

Vi a esperança crescer

E o povo seguir sua voz

Revolucionário é saber

Escolher os seus heróis

Zuzu Angel, Henfil, Vladimir

Que pagaram o preço da raiva

Nós ainda estamos aqui

No Brasil de Rubens Paiva

Lute pra vencer

Aceite se perder

Se o ideal valer

Nunca desista

Não é digno fugir

Nem tão pouco permitir

Leiloarem isso aqui

A prazo, à vista

É, tem filho de pobre virando doutor

Comida na mesa do trabalhador

A fome tem pressa, Betinho dizia

É, teu legado é o espelho das minhas lições

Sem temer tarifas e sanções

Assim que se firma a soberania

Sem mitos falsos, sem anistia

Quanto custa a fome? Quanto importa a vida

Nosso sobrenome é Brasil da Silva

Vale uma nação, vale um grande enredo

Em Niterói, o amor venceu o medo

Vale uma nação, vale um grande enredo

Em Niterói, o amor venceu o medo

Olê, olê, olê, olá

Vai passar nessa avenida mais um samba popular

Olê, olê, olê, olá

Lula, Lula

Olê, olê, olê, olá

Vai passar nessa avenida mais um samba popular

Olê, olê, olê, olá

Lula, Lula

Olê, olê, olê, olá

Lula, Lula

Olê, olê, olê, olá

Lula, Lula

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

MILTON NASCIMENTO - A SEDE DO PEIXE - DVD:

sozinho posso pensar o que quiser até que sou alguma coisa

sozinho posso pensar o que quiser até que sou alguma coisa
apesar de machucado aparento estar vivo ferido não vejo
cura para as feridas que deixarão cicatrizes tatuagens
hematomas equimoses que mais parecerão pinturas
rupestres na pele pré-histórica fica então o dito pelo não
dito para quem sempre diz que não digo nada pois nem
preciso se a arte fala por si não necessito falar nada fico
cada vez mais mudo ou surdo ou cego ou louco como
queiram não fico nunca como quero sou o que não tem
direito de não querer nada nem ser ainda mais para quê ser
num país de ninguém? onde trabalhador não é onde
professor não é onde povo não é quando é é de
extrema-direita pede invasão ianque pede intervenção
militar então sigo ao meu coração prefiro não ser nada
mesmo ao não ser nada penso que sou alguma coisa só não
quero que pensem por mim que me façam falar o que não
quero falar ouvir o que não quero ouvir nem a minha voz
que me façam ver o que não quero ver nem os meus olhos
aí sigo o sol sigo a lua sigo as estrelas como os nômades de
antigamente antepassados ancestrais antecedentes sigo os
mastodontes os mamutes os elefantes são pegadas profundas
eternas são pisadas para a posteridade enquanto houver
tempo estarei aqui sozinho a pensar que posso pensar o que
quiser até pensar que sou alguma coisa num mundo sem destino

BH, 0200102026; Publicado: BH, 0220102026

SEPULTURA - DVD - THIRD WORLD CHAOS. (HV)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

JAMES BROWN - LIVE - COMPLETO:

o ianque donald trapo presidente dos usa

o ianque donald trapo presidente dos usa
também quer um prêmio nobel só que
quer o da paz porém a fazer guerras
mundo fora já até ganhou uma medalha
duma tal vira-lata colombiana coringa
que luta para entregar o próprio país ao
imperialismo ao domínio do capitalismo
às rédeas do colonialismo a burguesia
agradece a elite bate palmas o povo
padece pois é o único que sente os
efeitos nefários duns golpes nefastos
contra a democracia a soberania a
cidadania o ianque donald trapo invade
um país soberano prende o presidente a
primeira dama ameaça outras nações
com imposições de anexões tarifaços
num mundo que parece que deixou de
ser civilizado quando o povo dum país
vota em algo tão bizarro tão escroto tão
bisonho igual o povo ianque votou no
donald trapo é porque a civilização
realmente chegou ao fim a humanidade
perdeu o sentido o ser humano perdeu a
razão de viver a raça humana perdeu o
humanismo o equilíbrio emocional está
por um fio o desequilíbrio é iminente
numa ruptura catastrófica com alguém
que quer o prêmio nobel da paz porém
não quer a paz pois está preste a entrar
em guerra contra o mundo todo que o
princípio paz na terra aos homens de boa
vontade seja o mais primordial possível

BH, 0200102026; Publicado: BH, 0210102026

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

estou sempre a querer mais mesmo que

estou sempre a querer mais mesmo que
seja o mais do mesmo estou sempre a
querer muito mais nunca estou satisfeito
veja que na atual idade já era para ter
entrado no estado de moderação porém
não se os amigos deixam bebo até cair
no chão septuagenário um na forma de
fazer-me defunto no prego de fechar-me
no caixão na boca de escura sepultura
na língua a secura seu fulano dá um
tempo o senhor já está para lá de bagdá
nem sei onde fica isso seu beltrano me
dá a saideira que já vou embora se o
chão não sair de debaixo dos meus pés
está a ver aí seu fulano o chão já saiu o
senhor não viu agora está com a cabeça
quebrada igual ao sambalelê nem uma
boa mulata resolve a tua situação ainda
bem que todo mundo aqui é amigo é
conhecido o senhor não corre perigo
está em boas mãos cuidado com a
monark que já está bem velha para não
derrubar-te nas curvas evita de pedalar
vai a empurrar é mais seguro pois
seguro morreu velho para quê morrer
velho quem não tem futuro? deixa o
pau quebrar sou igual guabiroba quero
ver o pau quebrar mamãe quero mamar
amanhã é outro dia só asei beber não
sei fazer poema muito menos poesia me
dá uma jurubeba para curar a minha azia 

BH, 0200102026; Publicado: BH, 0200102026