O campo também é nosso
Não permita que o ócio
Aniquile a sua fibra.
Concordar com tal, não posso
Repudie o negócio
Seja em euro, dólar ou libra.
Ou qualquer outra moeda
Pois que representa queda
Da nossa cidadania.
Quem com isso se enreda
Como quem se embebeda
Perde a soberania.
De rodada em rodada
A seguinte programada
Sob Aquífero Guarani (!).
Decisão a canetada
Que jamais seja tomada.
É urgente resistir.
Antonio Francisco
Literatura e política. COLABORE, PIX: (31)988624141
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Arredas-te daí montanha é que; BH, 01001002013; Publicado, BH, 01701002013.
Arredas-te daí montanha é que
Quero passar chegas-te para lá
Quero alargar meu caminho
Aquela cordilheira não é tão
Vasta a ponto de embaçar
Meu horizonte nasci do
Casamento duma montanha
Com um monte sou filho dos
Altos iguais aos Alpes sou irmão
Dos Andes Pirineus reverencio os
Montes sagrados Sinai Ararat
Saúdo os montes consagrados
Da Palestina a Israel da China
Ao Japão não esqueço dos
Profanos das regiões asiáticas
Dos que estão nos fundos dos
Oceanos desde quando foram
Encobertos pelos dilúvios os
Montes que nascerão quando
Os vulcões entrarem em erupções
Também serão meus irmãos
Os verás verdejar no passar das
Estações verás suas encostas
Veredas colinas cobertas de
Carneiros cordeiros a pastar para
Apascentar afastar das feras
Serei o pastor dos seus rebanhos
Sou filho dos úteros dessas
Cavernas subterrâneas sombrias
Que escondem os seus corações
Nas raízes mais profundas da
Terra onde brotam as montanhas
Onde os mármores são bebês
Os rochedos inda são formados
De rochas de leite
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Lula enviou uma mensagem para você:
Companheiro/a, Quero chamar sua atenção sobre a importância das mídias sociais. Todos sabemos que a internet está sendo cada vez mais utilizada pelas pessoas para conversar sobre política e se informar sobre o que está acontecendo no Brasil e no mundo. Nós temos que estar presentes também nesse espaço, explicando nosso projeto, mostrando os resultados concretos que alcançamos e ouvindo o que as pessoas têm a dizer.
Não existe tema em que não tenhamos grandes avanços para mostrar.
É nosso papel mostrar dados que não aparecem em outros lugares. Quem se informa e debate política pela internet precisa saber das histórias dos mais de um milhão de jovens filhos da classe trabalhadora que chegaram à universidade pelo Prouni; das 14 milhões de famílias pobres que antes eram abandonadas, e hoje podem ter uma vida mais digna graças ao Bolsa Família; ou de alguém que conseguiu um dos mais de 20 milhões de empregos gerados no Brasil nesses últimos 10 anos.
Não devemos ficar apenas reclamando que não temos espaço em outras mídias. Vamos utilizar essa ferramenta fantástica que é a internet para falar do nosso projeto, mostrar o que já fizemos e, claro, ouvir críticas, sugestões e questionamentos. Esse debate é essencial para consolidarmos ainda mais a trajetória de crescimento, democracia e diminuição de desigualdades que nosso país vem percorrendo.
Acompanhe, curta e participe das páginas do PT nas redes sociais e se informe. Crie os seus canais de comunicação, escreva, grave vídeos e debata nas redes sociais. E lembre sempre de checar as informações antes de divulgá-las. Não vamos colaborar com a criação de uma série de informações e acusações falsas que têm surgido na rede.
Junte seus amigos, sua família, seus companheiros de partido e participe discutindo nas redes, nos espaços partidários e nas ruas. Quanto mais gente participar, quanto mais a política for debatida,mais consolidada estará a nossa democracia e mais nosso país avançará em direção a uma sociedade mais justa para todos.
Participe deste debate e vamos continuar transformando o Brasil!
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Leonor Medeiros, Um tesouro imutável de valor; Folha do Centro/RJ.
Como exemplo, observe o céu azul
Que a todos estende o grande manto;
De leste a oeste, do norte até o sul
Por toda a parte, contemplam seu encanto!
Sejas honesto, que a honestidade
Ocupa no mundo o primeiro lugar
E anda de mãos dadas com a verdade
Pois desejam um comitê organizar!
Esteja alegre, feliz e contente
Deixando com todos, melhor simpatia,
Nos traços de um rosto sorridente
Você sabe, que a saúde irradia!
Com pudor, suporte a ingratidão
Para te achares na missão de educar
A paz, levando a cada coração
Implantando harmonia e bem estar!
O educador é dotado de coragem
Simplicidade e muita dedicação!
É como no tempo, quando não há estiagem
Tem cores vivas, a sua vegetação!
Perseverança, meu amigo e muita calma
Para atender tua demanda com fervor,
Vais contemplar bem no fundo da alma,
Que a perfeição segue o bom educador!
Que nós, aqui, neste revolto mundo
Demos exemplo de bons educadores!
Assim a vitória, como bem fecundo
Alcançaremos, somos vencedores!
Que a todos estende o grande manto;
De leste a oeste, do norte até o sul
Por toda a parte, contemplam seu encanto!
Sejas honesto, que a honestidade
Ocupa no mundo o primeiro lugar
E anda de mãos dadas com a verdade
Pois desejam um comitê organizar!
Esteja alegre, feliz e contente
Deixando com todos, melhor simpatia,
Nos traços de um rosto sorridente
Você sabe, que a saúde irradia!
Com pudor, suporte a ingratidão
Para te achares na missão de educar
A paz, levando a cada coração
Implantando harmonia e bem estar!
O educador é dotado de coragem
Simplicidade e muita dedicação!
É como no tempo, quando não há estiagem
Tem cores vivas, a sua vegetação!
Perseverança, meu amigo e muita calma
Para atender tua demanda com fervor,
Vais contemplar bem no fundo da alma,
Que a perfeição segue o bom educador!
Que nós, aqui, neste revolto mundo
Demos exemplo de bons educadores!
Assim a vitória, como bem fecundo
Alcançaremos, somos vencedores!
As obras das minhas mãos; BH, 0601002013; Publicado: BH, 01501002013.
As obras das minhas mãos
São minhas dos meus verdadeiros
Amigos irmãos que falam-me de boca
Aberta francamente a olhar-me
Nos olhos amigos de sorrisos
Escancarados que embebedamos
Juntos nos embriagamos juntos
Amigos raros que já não se
Fazem mais aonde andarão
Meus amigos de copos? tantas
Noitadas tantas madrugadas
Alguns sei que morreram bem
Como morri também outros
Inda em suas instâncias resistem
Bravamente gladiadores sei
Que muitos bebem por mim infeliz
Quem não tem um amigo para
Chamar de seu aquele amigo que
A gente xinga dá esporro leva
Esporro depois enche o copo
Brinda dá um sorriso está tudo
Certo gosto de beber com meus
Amigos dão-me ouvidos dão-me
Ombros dão-me mãos pés a
Levar-me quando faltam-me os
Meus oh meus bons camaradas
Velhos companheiros nenhum
Joga nada na cara doutro pois
Quem faz isso é banido da confraria
Êh rapaziada de fé galera da paixão
Cada um com um bela história de
Mulher risos muitos risos
Gargalhadas vantagens muitas
Vantagens amigos são assim
Heróis super-homens são bons em tudo
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Página 12, Lula
Pouco antes de partir para Buenos Aires onde vai participar de uma conferência sobre a responsabilidade dos empresários, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou com o jornal sobre Cristina, o não à ALCA , as novidades da política brasileira com Marina Silva aliada ao PSB , os protestos de junho e a importância da integração sul-americana.
Visivelmente, parece não haver uma vigilância especial no edifício modernista pintado de branco na Rua Pouso Alegre 21, no bairro do Ipiranga em São Paulo. Nem mesmo parece um escritório abarrotado de assessores. A recepcionista que ofereceu o cafezinho, com menos de 30 anos, sorri. Em um corredor pode tropeçar em um ex-ministro que está fazendo política, mas agora desfruta de um escritório longe do ritmo esgotante do Planalto, a Casa Rosada do Brasil. Anteriormente, o Instituto no bairro Ipiranga, foi chamado de Cidadania. Agora, simplesmente chamado de Instituto Lula, como seu chefe, que ocupou oito anos na presidência, e está a ponto de completar 68 anos de idade no próximo dia 27, ainda ativo, muito ativo, dentro e fora do Brasil.
Você está preocupado com a saúde de Cristina?
Nossa primeira preocupação é com o pleno restabelecimento de uma grande amiga e líder política. Cristina Kirchnner não é importante apenas para a Argentina, ela é importante para toda a região. Mas eu tenho plena confiança de que ela se recuperará rapidamente.
Em sua última visita a Argentina, você propôs formular uma doutrina de integração. Qual seria o foco principal?
Os conservadores tentam negar esse fato, mas a América do Sul avançou muito nos últimos 10 anos. Todos os nossos países vivem a democracia, crescem e se desenvolvem com distribuição de renda e inclusão social. A região é hoje muito mais soberana e respeitada no mundo. O Mercosul, apesar dos seus inimigos, está vivo e funcionando. Criamos a Unasul e a Celac. Mas é claro que a nossa integração pode – e deve – ser muito mais profunda e abrangente. Estou convencido de que, para isso, não bastam as visões de curto prazo. Precisamos de um pensamento realmente estratégico que enfrente os problemas estruturais da integração, que apresente soluções para os desafios da integração física, energética, produtiva, sócio laboral, cultural, ambiental, financeira etc. Temos que ir além dos governos. Envolver a sociedade civil, os sindicatos, os empresários, a universidade, a juventude. Trata-se de construir uma vontade popular de integração. O fundamental é que todos entendam o quanto podemos ganhar coletivamente, na economia, na política, na igualdade social, na vida cultural, quanto mais nos integrarmos e fortalecermos as parcerias entre nossos países. Tenho me dedicado bastante a essa reflexão, em diálogo com os setores progressistas da região.
Você acha que hoje a relação entre a Argentina e Brasil tem uma política intensa adequada ou deve ser mais profunda ?
Eu acho que a nossa relação viveu, nos últimos 10 anos, o melhor período da sua história. Mas com certeza, pode ser ainda mais forte. No plano politico, temos um excelente diálogo. Mas podemos ampliar – e muito – a integração física, cultural, de cadeias produtivas, de turismo. Precisamos agora de mais estudantes brasileiros nas universidades argentinas, e mais argentinos nas universidades brasileiras, mais turistas argentinos conhecendo o Brasil, ainda mais brasileiros tendo oportunidade de conhecer e viajar à Argentina, mais empresas dos dois países associadas para atuar em terceiros mercados. O potencial daquilo que podemos fazer trabalhando juntos só começou a ser explorado. É importante termos clareza disso.
O que mudou para a América do Sul a “não” formação de uma Aliança de Livre Comércio das Américas em novembro de 2005?
Foi fundamental em 2005, barrarmos aquela proposta da Alca, em Mar del Plata. Ela não era de verdadeira integração, mas sim de anexação econômica. Afirmando a sua soberania, a América do Sul buscou um caminho próprio e muito mais construtivo. Ao invés de um mercado cativo para os Estados Unidos, como estava previsto na Alca, hoje buscamos um mercado compartilhado, em benefício do desenvolvimento de todos os países da região. Acho que tanto nas políticas econômicas quanto nas relações internacionais a região tem conseguido trabalhar de forma conjunta ao mesmo tempo em que respeitamos a soberania de cada país. E isso pode parecer óbvio, mas é uma grande conquista quando analisamos a história da América do Sul. Se não tivéssemos evitado a Alca, a região não teria dado o salto social e econômico que deu na última década. Argentina, Brasil e Venezuela tiveram um papel central nesse processo. Nestor Kirchner e Hugo Chávez foram grandes aliados nesse processo.
Cada um à sua maneira, os países da América do Sul lutaram contra a pobreza e a miséria extrema. Como se pode acelerar a luta contra ambas realidades?
Tenho defendido, em todos os debates que participo que é fundamental os governos incluírem os pobres no orçamento. Porque os mais pobres muitas vezes não são capazes de se organizar nem para se manifestar. Não tem sindicato, nem partido. Quando chega o orçamento todos estão lá menos os pobres: os militares, os diplomatas, a infraestrutura…menos os pobres. Então é necessário incluir os mais frágeis, os que mais precisam do Estado, no orçamento. Outra coisa é que precisamos parar de tratar o dinheiro para o social como gasto e o dinheiro para o rico como investimento. Porque os economistas são incríveis. Dinheiro para ajudar a instalar uma indústria é investimento. Mas dinheiro para dar emprego, segurança alimentar, educação, hospital, para as pessoas saírem da pobreza, é chamado de gasto. E quanto custa a doença, a fome, a pobreza? Quem calcula isso? Então ao invés de verem os pobres como um problema, é preciso enxergá-los como parte da solução. Se dermos recursos aos mais pobres, eles viram consumidores e fazem a roda da economia girar. Se dermos oportunidades aos mais pobres, eles viram trabalhadores. Se entendermos isso, veremos que podemos erradicar a pobreza extrema em nossos países e também em todo o mundo.
O que os governos devem fazer com as novas demandas como as reivindicações de melhora na política de saúde e de transporte público? As manifestações em junho surpreenderam o Partido dos Trabalhadores?
Em certo sentido, surpreenderam sim. Já que o país avançou de modo extraordinário nos últimos anos. Mas as manifestações foram um alerta importante para nós. Elas impedem qualquer risco de acomodação. Incitam-nos a fazer ainda mais. Até porque um povo que conseguiu tantas conquistas, no período recente, é natural que queira mais. Milhões de pessoas tiveram acesso ao ensino superior, e agora querem empregos qualificados. Passaram a contar com serviços públicos de que antes não dispunham, e agora querem que eles tenham melhor qualidade. Milhões de brasileiros puderam comprar o seu primeiro carro e hoje também viajam de avião. A contrapartida, no entanto, deve ser um transporte público eficiente e digno, que reduza o trânsito, tornando mais digna a vida nas grandes cidades. É uma nova geração, mais educada e exigente e isso é muito bom. Eu acho que o povo tem mesmo que exigir mais. E cabe a nós, políticos, ouvir essas demandas e trabalhar ainda mais.
Você considera que o PT e o governo reagiram a tempo?
Eu acho que a presidenta Dilma Rousseff teve uma sensibilidade extraordinária. Ela fez cinco grandes propostas para atender as vozes das ruas: um plebiscito pela reforma política; mais recursos para o transporte nas grandes cidades; destinar os novos recursos do petróleo (o chamado pré-sal) para a educação; garantir médicos na periferia das grandes cidades e em todas as regiões do interior; e intensificar o combate à inflação. De lá para cá eu vejo que a população entendeu e está valorizando os esforços da presidenta e que a solução para esses problemas se dará progressivamente. Eles exigem muito trabalho e recursos. A saúde por exemplo. A oposição ao meu governo acabou com um imposto, tirando 40 bilhões de reais por ano da saúde, achando que ia me prejudicar. Mas eles não prejudicaram a mim, que terminei o governo com 87% de aprovação; prejudicaram o povo brasileiro, que precisava daqueles recursos para ter um melhor atendimento, acesso a exames e medicamentos mais complexos. É parecido com essa lamentável intransigência da oposição americana ao projeto para a saúde proposto pelo presidente Barack Obama.
Lula presidente nas eleições de 2014 é uma opção absolutamente descartada?
Minha candidata à reeleição em 2014 é a presidenta Dilma Rousseff. E eu serei um militante dedicado da presidenta. Porque eu tenho a seguinte convicção: assim como meu segundo mandato foi muito melhor que o primeiro, o segundo mandato da Dilma também será.
O que você espera da revisão judicial no processo chamado Mensalão?
Como o processo ainda não foi finalizado, eu, na condição de ex-presidente, não tenho me pronunciado sobre o julgamento.
Qual será a base da relação entre o Brasil e os Estados Unidos depois da espionagem à Dilma e a suspensão da visita de Estado a Washington, marcada para este mês?
São muito graves os atos de espionagem contra os chefes de Estado, não só do Brasil, mas também do México, e autoridades e governos de muitos outros países. Não podemos aceitar como normal interceptação de telefonemas e a invasão da correspondência reservada dos Presidentes da República de países amigos. Foram ações que feriram nossa soberania e os princípios mais elementares da legalidade internacional. Acho que precisamos aguardar as explicações americanas sobre a espionagem, e um pedido de desculpas, que ainda não veio. O Brasil é um país que respeita e tem relações pacíficas com as outras nações do mundo, e quer ser respeitado da mesma forma. Eu acho que a presidenta Dilma Rousseff fez um grande discurso nas Nações Unidas, ao apontar que a internet, esta invenção maravilhosa que aproxima os povos do mundo, não pode se tornar um terreno de espionagem ou de Guerra. Espero que outros países se juntem ao Brasil no esforço de uma melhor governança internacional da internet. E acho que provavelmente a maioria dos cidadãos dos países que praticaram essa espionagem concorda que é inaceitável invadir comunicações privadas de milhões de cidadãos, espionar empresas como a Petrobras ou a presidenta de um país amigo e pacífico.
Fonte: Instituto Lula , 14/10/2013.
A entrevista no site do jornal Página 12 está disponível em http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-231217-2013-10-14.html
domingo, 13 de outubro de 2013
Bula Revista:
Veja também
Entretanto, as 10 fotografias selecionadas, se não são unanimidades no meio jornalístico e fotográfico (e possivelmente não serão entre os leitores), são referências incontestes de alguns dos momentos mais cruéis da história. Eis, em ordem classificatória, as 10 fotografias selecionadas baseadas nas publicações pesquisadas.
Omayra Sanchez (1985)

A fotografia mostra Omayra Sanchez, uma menina de 13 anos que ficou presa em entulhos deixados pelo deslizamento causado pela erupção do vulcão Nevado del Ruiz, que arrasou com o povoado de Armero, Colômbia, em 1985. Os socorristas não conseguiram resgatá-la. Ela morreu cerca de 60 horas depois de ficar presa. A fotografia ganhou o World Press Photo de 1985 e se tornou uma mais comoventes da história. Fotografia: Frank Fournier
Biafra (1969)

A Guerra Civil da Nigéria ou Guerra do Biafra matou mais de um milhão de pessoas entre 1967 e 1970, principalmente de fome. Milhares de crianças foram acometidas de Kwashiorkor, patologia resultante da ingestão insuficiente de proteínas. O fotógrafo de guerra Don McCullin foi o primeiro a chamar a atenção para a tragédia. Fotografia: Don McCullin
Phan Thi Kim Phúc (1972)

Ganhadora do Prêmio Pulitzer em 1973 e a mais famosa fotografia de guerra de todos os tempos. Kim Phuc (a garotinha nua) corre ao longo de uma estrada perto de Trang Bang, no sul do Vietnã, após um ataque aéreo com napalm. Para sobreviver, Kim arrancou a roupa em chamas do corpo. Fotografia: Nick Ut
Execution of a Viet Cong Guerrilla (1968)

Ganhadora do prêmio Pulitzer, a fotografia mostra Nguyen Ngoc Loan, chefe da polícia sul-vietnamita, disparando sua pistola contra a cabeça de Nguyen Van Lem, oficial Vietcong, em Saigon. Embora chocante, a fotografia não conta toda a história. O homem assassinado havia matado uma família.Fotografia: Eddie Adams
A fome no Sudão (1993)

Fotografia publicada em março de 1993 no “New York Times” e responsável pela ascensão de Kevin Carter como fotógrafo. Em 1994, Kevin ganhou o Prêmio Pulitzer de Fotografia. Embora a fotografia seja impactante, o abutre não estava tão próximo do menino como a fotografia sugere — fato que continua causando controvérsias entre jornalistas e fotógrafos. O garoto da foto chamava-se Kong Nyong e sobreviveu ao abutre, morreu em 2007. Kevin Carter, o fotógrafo, se matou em 1994. Fotografia: Kevin Carter
Hiroshima (1945)

A fotografia mostra o primeiro bombardeio atômico da história. Em 6 de agosto de 1945, a cidade de Hiroshima foi devastada pela bomba atômica de fissão denominada Little Boy, lançada pelo governo dos Estados Unidos, resultando em 258 mil mortos e feridos. Fotografia: George William Marquardt (piloto do avião)
Racismo nos Estados Unidos (1950)

A fotografia, que causou indignação em todo o mundo, mostra bebedouros separados para brancos e negros, na Carolina do Norte, Estados Unidos. Até a década de 1950, os afro-americanos não tinham direito a voto, eram segregados socialmente e compunham a parcela mais pobre da população norte-americana. Fotografia: Elliott Erwitt
Uganda (1980)

Fotografia feita por Mike Wells, em abril de 1980, mostra uma criança da província de Karamoja, Uganda, de mãos dadas com um missionário. O contraste entre as duas mãos serve como um lembrete do abismo que separa países desenvolvidos e subdesenvolvidos. A fotografia permaneceu inédita durante anos. Fotografia: Mike Wells
The Falling Man (2001)

Fotografia feita por Richard Drew, fotógrafo da Associated Press, mostrando um homem caindo da Torre Norte do World Trade Center, em Nova York, durante os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Cinco anos após os ataques, o homem foi identificado como Jonathan Briley, de 43 anos, funcionário de um restaurante instalado na Torre Norte do World Trade Center. Entretanto, oficialmente, sua identidade nunca foi confirmada. Fotografia: Richard Drew
Mãe migrante (1936)

Um ícone da Grande Depressão e uma das fotos mais famosas dos Estados Unidos. Florence Owens Thompson, 32 anos, desolada por não ter comida para alimentar os filhos. Jornalistas americanos passaram décadas tentando localizar a mãe e seus sete filhos. No final dos anos 1970 ela foi encontrada, não prosperara muito. Vivia em um trailer. Fotografia: Dorothea Lange
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