sexta-feira, 10 de março de 2017

Há uns bichos apátridas escrotos; BH, 0100302017.

Há uns bichos apátridas escrotos, 
São traficantes de drogas pesadas,
Escondem-se nos poderes, são
Chamados de excelências, mas, 
Com almas de excrescências, são 
Perigosos assassinos e fazem 
Selfies com bovinos; aclamados 
Por jornalistas vira-latas amestrados,
Colonistas entreguistas, calunistas 
Matadores de reputações ilibadas;
Protegidos pela justiça paquidérmica 
Seletiva, nada os abalam, sustentam
Os golpistas, bajulam os usurpadores,
Aninham-se no covil da camarilha dos 
Deputados, fazem colônias de morcegos
No senado; perseguem trabalhadores,
Destroem leis trabalhistas, emparedam
A democracia, emporcalham a educação,
Adoecem a saúde; traidores, aproveitam-se 
Da anestesia geral na eutanásia da nação, 
Covardes, negam tudo de pés juntos, de 
Mãos postas, a segurarem andores de 
Santos de pau oco em procissões da 
Hipocrisia; veneráveis bandidos, nobres 
Defuntos com falsos serviços prestados 
À pátria, fingem-se de vivos, choram 
Lágrimas de crocodilos, hienas, gargalham
Na cara do povo trabalhador brasileiro;
Aves de rapina, predadores, vermes 
Infecciosos, parasitas, párias, apodrecem
Tudo em que tocam, contaminam onde 
Encostam os lábios, a comida amarga-lhes 
Na boca e como um ácido fura-lhes as tripas, 
As vísceras e os estômagos ostomizados.

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