quinta-feira, 1 de março de 2012

É uma tristeza; RJ, 02101101996.

É uma tristeza,
Ver esse grupo,
Que se apoderou do poder,
Entregar assim
A nossa riqueza;
Meu coração fica partido,
Meu espírito dilacerado;
O princípio fica de lado,
O que importa é vender
E entrar em orgasmo hilariante,
Rir igual hiena na carniça,
Quando uma venda é efetuada;
É mais um dinheiro,
Que será repartido entre eles;
Alguém tem que deter,
Esse grupo que está aí;
Chega de entregar,
É hora de integrar;
O Brasil nunca foi nosso,
Sempre fomos escravos,
Sempre ficamos subjugados,
À mercê dos estrangeiros,
À mercê das multinacionais;
Precisamos agora,
Levantar a voz,
Proteger o que é nosso,
Enquanto há tempo;
Amanhã vamos chorar,
Vamos lamentar,
E ter que comprar caro,
O que hoje entregamos
De mãos beijadas.

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