segunda-feira, 12 de março de 2012

E sei que todas às vezes que; BH, 0200402000.

E sei que todas às vezes que
E me refiro a ti, e não deixo
De anacronizar, de referir a tudo,
Que diz respeito a ti e chego a
Cometer sem querer o anacronismo,
De erro de data e de fato e de
Incompreensão da anacronia de
Linguagem falada, enquanto a
Escrita é entendida;
E por mais que e tenha conhecimento,
Clássico e anacreôntico e tudo mais,
Que for relativo a Anacreonte e à
Composição poética de estilo anacreôntica,
Jamais deixarei de ser um ser anacorético,
Perdido na anacolutia, no anacoluto,
Com toda dependência emocional;
Toda inclinação para a pessoa de quem
Se depende e de tal dependência é
Normal na infância e patológica
No adulto de anáclise medicinal,
A restar apenas a posição horizontal,
De um doente terminal na cama,
Ou na anaclisia, em cadeira inclinada;
Pessoa que depende, ou apoia em
Alguém, como se fosse um verme anaclítico,
Que à refração da luz da anacloridia,
Perde a anáclase indevida,
Por um motivo anaclástico ou anacíclico,
Com inflexão articular, desvio de conduta
Metrificação e troca de lugar e
Tudo que acontece entre
A sílaba longa no fim de um verso
E a breve no começo do verso seguinte,
Que faz o mesmo sentido e apresenta
A mesma palavra, quer se leia de
Diante para atrás ou vice-versa.

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