sexta-feira, 2 de março de 2012

Cobri meu peito de aço; BH, 040701997.

Cobri meu peito de aço,

Com o albornoz,

O grande manto com capuz,

Usado pelos árabes,

Nas noites frias dos desertos;

Alimentei-me de albume,

A substância que nutre,

A semente de algumas plantas;

E eu sou uma semente,

Eu sou uma planta,

Sou um vegetal,

Vivi de albúmen,

Na minha fase extrema,

Antes de chegar a condição,

De ser humano normal;

Hoje a minha preocupação,

É com certo tipo de proteína,

Que possui a propriedade,

De se coagular pela ação do calor,

Encontrada principalmente,

Na clara do ovo,

Que a minha mulher tanto gosta,

E no soro sanguíneo,

A alça que sustenta a defesa

Do organismo humano,

Com a albuminúria que é a

Existência de albumina na urina;

Com uma alimentação sadia

De verduras, legumes e grãos, a

Compor com a alcachofra,

Planta hortense da família das

Compostas e a alcaçuz, a planta

De raíz adocicada, da família das

Leguminosas, sobrepõe às alimentações

Pesadas, gordurosas e saturadas;

Que causam mais mal ao organismo,

Do que alimentá-lo; intoxicam-no mais

Do que ajudam a preservá-lo.

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