terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Ai se pudesse com um toque de classe; BH, 02501202012.

Ai se pudesse com um toque de classe
E com um drible de mestre,
Dizer, é assim que tudo acontece;
Ai, se pudesse, modéstia à parte,
Com uma escrita clássica, de obra
De arte, pôr um feliz fim, a rodo, ao
Destino ruim; pais a chorar a morte
De filhos, povos a ser bombardeados
Impiedosamente, nações que vivem
Sob tacões; ai, se pudesse, inverter
Esse agreste, para um verde gentio,
Onde a flor floresce; é a natureza a
Arder, a fauna a doer e a flora a
A secar, florestas viram papel e
Matas virgens são estupradas; ai,
Se pudesse, mas não posso nada,
Nem faço nada; e quando choro
Aedo ferido, a sangrar de lamentações,
O choro cai na areia e não há
Repercussões; não tenho peso de
Opinião, minha atitude é em vão,
Meu comportamento é de um
Anticristão; ai, se pudesse, dar uma
Solução e com uma voz de
Determinação, a partir de hoje,
Nenhum ser sofre mais não; nem
Os povos da floresta e nem os
Povos do sertão; água para todo
Mundo, vinho, trabalho e pão;
Ninguém pode morrer mais de fome
E nem nação subjugar nação; todo
Homem é irmão, toda mulher é mãe,
Toda criança é anjo; ai, se pudesse,
Clarear minha mente, para que evoluísse
E fizesse de mim, um ser com a missão
Cumprida e que agradece, ai, se pudesse.

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