segunda-feira, 12 de maio de 2014

Nunca entenderei o ponto para aonde um objeto é atraído pela força de gravidade; BH, 02601002000.

Nunca entenderei o ponto para aonde um objeto é atraído pela força da gravidade,
Nunca entenderei a gravidade e não é como posso entender qualquer passe com
A bola numa partida de futebol;
E não é como posso entender qualquer chute que um jogador faz da lateral para
O centro da área adversária;
E o comportamento político com posição política equidistante da direita e da
Esquerda? quem poderá entender? como solução procurada em terreiro de
Macumba, ou candomblé? e a associação com o que faz ligar fora da concentração;
Longe do ponto de atração de todos os pontos da superfície duma esfera, ou
Duma circunferência e de que se aproxima na direção dum centrípeto central e
Que se afasta, ou sofre desvio para longe dum centrífugo central;
Não entenderei e não é como passar a bola a um jogador da mesma equipe,
Preciso fixar para determinar o centro da ideia;
Preciso centralizar para canalizar bem o ideal,
Mas, não querer assumir o poder central,
Com atribuições de outros órgãos e
Avocar então e atrair para si a maioria das atribuições,
Nem pensar e é preciso aprender para reunir sem tornar-se central;
E a nossa usina onde se produz a nossa energia elétrica,
O nosso cérebro nuclear onde se localiza a nossa maquinaria,
A nossa empresa de prestação de serviços,
Tem que andar mais do que uma centopeia;
Andar mais do que os quilópodes,
As lacraias e pensar mais do que o cento e produzir multiplicado
Mais vezes do que o múltiplo do conjunto de dez dezenas;
E multiplicado pela centena,
O nosso pensamento não poderá ser cêntimo,
Do tamanho dum centésimo e sim infinita vezes maior,
Do que o centésimo cúbico,
Do volume dum cubo de 1 cm de aresta;
Nosso pensamento abrangerá muitas vezes mais,
Quadrado de área de ado e a centésima parte do metro;
Medirá nossa vida e será muito se nós nos limitarmos só ao nosso tamanho físico;
E o nosso peso físico qualquer centigrama e qualquer parte do grama,
Valerá o nosso peso e a escala dividida dá em cem graus;
E com cada um desses graus centígrados medirá a nossa fria temperatura, de todas
As partes do nosso todo e que ocupa do primeiro ao último numa série onde somos
Menos do que o centesimal e somos menores do que cada número que representamos;
O centeio é cereal da família dos gramíneos e é bem maior do que nós,
Que não entendemos absolutamente nada;
E o centavo da moeda que representa parte da unidade monetária de alguns países,
Vale mais do que nós que nos vendemos;
Somos menos importantes do que o centauro, monstro da mitologia grega,
Metade homem e metade cavalo e a grandeza da constelação austral, sempre nos será negada;
E não chegaremos nem à estrela e nós,
Resultados censitários mais inúteis do que a cenoura,
Umbelífera cujo tubérculo é comestível;
Jamais e naturalmente e por solidariedade e pelo menos mataremos a fome de alguém;
E o que nos espera no fim da nossa vida vazia é só o cenotáfio,
É só o monumento fúnebre em nossa memória,
Mas que não conterá os nossos restos mortais;
Um cenógrafo qualquer que cria, ou pinta cenários,
Com a sua cenografia e a sua arte e técnica de preparar cenários,
Criará uma farsa e um fato cênico teatral e um boato cenarista da pessoa
Que escreve a adaptação dum enredo para um cinema;
E a fazer a sequência das cenas com o roteirista das mentiras das nossas vidas,
Não adianta carranca de cenho e de aspecto severo e tem é que curar-se,
Como se cura a doença entre o pelo e o casco das cavalgaduras;
O nosso panorama é de ilusão e a nossa vista de mentira e o lugar onde se passa algum fato,
É só boato e nossa vida não serve de roteiro e nem de novela de televisão.

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