quinta-feira, 28 de março de 2013

MIKIO, 119; BH, 0270302013.

FHC, vulgo Fernando Henrique Cardoso, na
ABL, Academia Brasileira de Letras, é o
Esperado; lá encontram-se Roberto Marinho,
José Sarney, Merval Pereira, um FHC
A mais, não fará nenhuma diferença; mas,
Penso que ali não é o lugar ideal
Ao pior presidente da República Federativa
Do Brasil; ali é a Casa de Machado de
Assis, o nosso maior gênio literário, o nosso
Maior escritor, e não a casa de quem pediu
Para esquecer o que escreveu e que, teve a 
Coragem de dizer, que assinou documentos sem ler;
E ali é a Casa do grande Austregésilo de Athayde e 
Não a casa de quem chamou aposentado de 
Vagabundo; e independente da minha vontade, já vejo 
FHC, numa cadeira da Academia, como o vi
Na cadeira da Prefeitura de São Paulo; mas
Lá, o Jânio Quadros jogou-o para escanteio,
Depois de desinfetar completamente a
Cadeira; lembro-me que de uma feita, ter
Comprado um livro de Montesquieu, e
Quando o vi, com a tradução de FHC; me desfiz
De imediato do livro, passeio-o adiante sem
Nem sequer lê-lo; a Academia Brasileira de
Letras não ganha nada com a eleição de FHC,
Como não ganhou nas eleições de Sarney,
Marinho, Merval; para ele será bom, muito
Vaidoso, fofoqueiro linguarudo de vários
Idiomas, adora meter a língua a falar mal do
Brasil; e tem o apoio do PIG, Partido da
Imprensa Golpista, conivente; STF, Supremo
Tribunal Federal que o acoberta; PGR,
Procuradoria Geral da República engavetadora;
E de outras entidades comandadas por seus
Comparsas lesa-pátria; na certa, muitos farão
Artigos a comemorar a chegada de mais um
Imortal em avançado estado de decomposição
À ABL, eu repudio, com todo o meu desprezo.


O triste é que o medo me causa uma estranha epigastralgia;
BH, 0120102004;
Publicado: BH, 0280302013.


O triste é que o medo me causa uma estranha epigastralgia, 
E paro por covardia numa falsa epífrase; num acrescentamento 
A uma frase que parecia concluída, para se desenvolver
Ideias acessórias; e com dor no epigástrico, meu
Pranto é de epífora, com o escoamento das lágrimas
Pela face, em virtude de obstrução dos canais lacrimais;
E sozinho, solitário, mais do que só, aumenta
O meu epifitismo, meu estado lamentável de condição
De epífito e aí, sinto-me o vegetal que vive
Fixado em outro, mas sem ser parasita e o
Meu caso então, nem o epifenomenalismo, a doutrina
Que considera os fenômenos psíquicos como meros
Acessórios dos movimentos nervosos, é capaz de explicar;
E este epifenômeno adicional que se superpõe a
Outro, mas sem modificá-lo, nem exercer sobre ele
Nenhuma influência, só o sistema que sobrevém;
A impedir o epicédio, a ceifar a composição poética,
A calar o discurso em memória de alguém, a matar
A elegia, a entristecer ainda mais a nênia; não,
Não posso deixar a epêndima, a membrana que forra
Os ventrículos cerebrais e o canal central da medula,
Seja lesionada, destruída pela burrice, ignorância;
E grito com epêntese, com aumento de som no
Meio da palavra, a tragar no ombro a dor do mundo
E a perder a oportunidade de escoiçar o sofrimento;
O Atlas que carrego no ombro é epentético, é o
Som, é a letra, é a força acrescentada, colocada
No meio da palavra que se quer esbofetear; é
O canzarrão Cérbero, o buraco negro que quer
Engolir o universo; desde o tempo do epeu, é de
Tudo que diz respeito aos epeus, antigo povo do
Peloponeso; a mãe epeia era a que estava sobre
O epilenômeno e antes de iniciada toda forma,
Desaparece o efêmero; vou embaixo buscar a solução,
Trago um epiblema, resolução da epiderme, da
Raiz e outros órgãos subterrâneos dos vegetais;
Dilato o epicanto, a dobra da pele no ângulo
Interno do olho e não enxergo mais, nem por
Dentro e nem por fora; o epicárpico gerado no epicárpio,
A película externa dos frutos, não afasta do epicaule,
Vegetal parasito, que cresce no caule de outros
Vegetais; no espaço quando olho o epiciclo,
Pequeno círculo imaginário da esfera celeste, o
Qual tem o centro da circunferência de outro
Círculo maior, minha dúvida só aumenta;
O mundo epicicloidal, é mais antigo do que a
Humanidade imagina; o epicicloide não pode
Ser e nem é mais moderno, a palavra já é mais
Antiga do que a curva gerada por um ponto
Fixo de uma circunferência que rola, sem escorregar,
Sobre a parte convexa, ou côncava de outra face;
O órgão colocado sobre o receptáculo da flor, o epiclino,
Deveria fazer o papel do epicmástico, que aumenta
Gradualmente a febre; e como outro epacmástico,
Duplicar a febre de vida no universo e o
Universo não pode ser epicondiliano e nem ter
A característica do epicôndilo, a saliência mais
Externa da extremidade inferior do úmero;
Por mais que busquemos entender o universo não
Temos nem início e nem meio e nem fim;
E muito menos efeito que cause qualquer tipo de
Epidemicidade, ou de tudo que tenha qualidade
Daquilo que é epidêmico, a não ser o homem;
O homem é quem é o fator epidemiológico do nosso
Universo e se ele for epidemiologista não saberá
Impedir o fim do futuro; haja epidemiológico,
Haja pessoa versada em epidemiologia, não
Poderá impedir que o epidendro, gênero de
Orquídeas, seja preservada e tudo que
Cresce sobre as árvores e sob também, virará
Cinzas, sombras, penumbras, carvões, simulacros;
Tesouro epigráfico, luxuoso epigramático, satírico
Até, porém, a trazer do epigramatista, um sumo
Epilogador, cujo resumidor de tudo, seja o encontro
Das formas, o sintetizador dos princípios, o epimítio
Das coisas, no entender da moralidade da fábula,
No maior crescimento da face dorsal das folhas, se
A epinastia tem alguma fantasia escondida na
Agonia, ou na angústia da epinefrina, que lança
A adrenalina, na nossa nervosia que às vezes
Não tem o sentido que tem a parte superior do
Filete dos estames das plantas que dão flores
Sinantéreas; já que ninguém procurava a
Epinema no epioolítico, formação posterior à
Do terreno oolítico; no terreno contemporâneo do
Homem, o epiórnis, os tesouros procurados, não são
Encontrados, tais os estames que nascem unidos
À corola; e o epipétalo perdido, levado pelo vento,
Não será o esquecido epipigma, antigo instrumento
Cirúrgico para reduzir as luxações do braço, do epiplo
Peritônio que flutua livremente no abdome na frente
Do intestino delgado, no omento do epíploo; paro no
Organismo epiglótico e não engulo o fantasma epígino,
O estame vegetal que está sobre o ovário, ou acima dele
E com a epiginia no auge do epigeu, e tudo que
Está sobre a terra, ou fora dela, dos cotilédones quando
Durante a germinação, são arrastados pelo caulículo
Para fora da terra, como sucede com os do feijão;
Assim é o gênese da epigeia, o rochedo epígeno, e a
Rocha que apresenta o fenômeno da epigenia.

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