sábado, 4 de maio de 2013

Não minha vida não é um éden e nem vivo num paraíso terrestre; BH, 020602001.

Não minha vida não é um édene nem vivo num paraíso terrestre
E segundo a Bíblia; já fui expulso com a minha
Eva e gerei um edema, uma tumefação, uma inchação formada por
Serosidade infiltrada no tecido celular, por castigo;
Não, meu lugar não é edênico, paradisíaco, pelo contrário,
É um eclipse, com desaparecimento temporário, total,
Ou parcial, do meu astro, pela interposição de outro, é
Um buraco negro; já fiz um ex-voto e deixei um quadro e
Uma imagem de modelagem em cera, de todo o meu corpo,
Igual a parte que os fieis deixam em exposição nas igrejas
Católicas para comemorar uma graça recebida ou promessa
Cumprida; só que até agora não recebi a graça e
Nem a cura para o exutório, a ferida artificial que
Era feita para provocar uma supuração permanente;
Quem irá tirar-me do esquecimento? da sepultura
O meu cadáver? e exumar o meu ser? quem irá fazer
A exumação da minha alma? se eu viver, irei
Com certeza regozijar-me; manifestar grande alegria
E exultar de contentamento; se viver, será uma
Exultação minha, pois quem vive, exulta; quem morre
Não pode ser exultante, exuberante em felicidade, superabundante
Em bondade; animado e sem ociosidade, viçoso e sem vícios e
Cheio de alegria, a derramar exuberância e a gritar
Xô Exu, larga fora divindade da mitologia africana;
Sai fora espírito maligno identificado como o Diabo
Nos cultos afro-brasileiros, mas respeitado e cultuado
Até pelo FHC, Fernando Henrique Cardoso, que é ateu e só sabe
Fazer extrusão, tipo de modelagem a quente, na qual o material,
Metal ou plástico é expelido de encontro ao molde; só que FHC,
Fernando Henrique Cardoso usa merda, bosta mesmo e o molde é o
Povo; e o extrudar dele fede e o que é extrudado, quando FHC,
Fernando Henrique Cardoso vai modelar, são fezes, cocô, é o
Produto modelado; é o único, que enquanto o país afunda,
Manifesta mais extroversão; é tão extrovertido,
Ri escancaradamente, a mostrar os dentes, descaradamente,
Com tudo de podre que tem dentro dele; e expande para
Fora, no reviramento de um órgão oco de olho seco e é
Do tipo de personalidade em que os interesses se dirigem
Principalmente para os fatos exteriores; de falsa sociabilidade, de
Falsa comunicabilidade que não pertence à essência da coisa; com
Sentimento só pelo que mostra no exterior, argumento
Extrínseco e que chega a extremos pela mordomia e
Vida de bom vivante; e é excessivo em afeto pelos poderosos,
Extremoso com os corruptos e corruptores: mas tem um
Mérito: conseguiu ser pior do que todos os generais que
Nos presidiram; conseguiu ser pior do que José Sarney, Itamar Franco,
E Collor de Mello juntos, é o extremo da podridão; está no
Ponto mais distante do povo, está no mais alto grau de
Intensidade de um putrefato; imoderado ao comer,
Excessivo na vaidade, descomedido no orgulho, o pecado
Da inveja aplicado no último recurso; carinho excessivo
Pelo poder, se situou na extremidade oposta da verdade,
Sem nenhum tipo de qualidade; sinto que está na ponta,
No limite, na orla da aflição e da miséria extrema
Por dentro; FHC, Fernando Henrique Cardoso, não me canso de dizer,
Espero ansioso o teu tiro de misericórdia, quero estar presente na
Hora em que forem aplicar a tua extrema-unção, o sacramento,
Pelo qual se ungem os moribundos, com os os santos óleos; mais valia
A nossa extremosa, arbusto de flores ornamentais, do que tu com
Todos os teus ornamentos; quisera ser eu um extremista, um
Partidário da doutrina que preconiza soluções violentas
Para os problemas sociais; mas graças a Deus, isto mesmo a Deus,
Que tu tanto abominas, sou um pacifista e não um radicalizador do
Extremismo; mas bem que tu mereces uma ação radical extremável,
Que fizesse com que tu fosses obrigado a desvelar-te de vez por todas;
Pois, não existe o que se pode distinguir em ti, procuro uma única
Ação pra exaltar-te e não encontro; só sinto o mau te extremar,
E nem o fato de teres casado com uma mulher igual a dona
Ruth Cardoso te enaltece; não que seja um extraviador,
Mas começo a escrever e o que acontece, quando me dou
Comigo estou a falar de FHC, Fernando Henrique Cardoso; alguém
Poderia dizer que escrevo e com o tempo extravia o assunto, mas falar
Mal de quem não presta é tão sedutor, que não sei
Como me conter; não gosto de extraviar no texto, e nem
De desencaminhar ninguém, muito menos perverter; mas
Se eu fosse um mágico iria fazer desaparecer o FHC, Fernando Henrique
Cardoso, que botou o país a perder e permitiu subtrair fraudulentamente
A riqueza natural da gente; para de perder-se no caminho,
Não terás como chegar ao destino, num tribunal popular,
E te acusaria por crime de alta traição à pátria; por
Extravio de dinheiro da nação, descaminho do povo
Brasileiro, sumiço e roubo de recursos públicos; e pediria
A pena máxima, e faria um discurso extremado,
Insigne e extraordinário, um discurso exaltado de
Conteúdo veemente e teor radical, e se eu estiver a ser
Injusto, quero ser um atacante, que no futebol, ocupa preferencialmente,
A ponta-direita ou esquerda da linha de avantes,
Que tem a perna quebrada ao meio por um zagueiro viril
Adversário, a ficar inutilizado para o resto da vida;
Mas se tu estás seduzido não há dúvidas; estás também
Desencaminhado, pervertido, abras o olho perdido antes
Que seja tarde; voltes à raiz, extraviado, o povo precisa
Extravasar de felicidade e não de tristeza; o povo quer
Fazer o coração transbordar de alegria e não de infelicidade;
O povo quer derramar de satisfação e não de lágrimas
De dor; basta de extravazamento de esbanjador, dá um
Basta à estroina farrista com dinheiro público; faz voltar
A verdade que anda fora do seu lugar, pára a mentira
Fora do comum; que ser esquisito quer entrar para a
História do Brasil, que vergonha extravagante,
É um disparate ter que aguentar tal coisa; que desejo
Mórbido pelo poder, que farra para vender tudo com
Tanta extravagância; parece que foi gerado extra-uterino,
Uma gravidez que se realizou fora do útero e abalou
A capacidade de competência e de extrato; estragou
A substância que se extraiu dele, em especial a aromática,
Que não serve mais para ser empregada em indústria
De perfumaria; resumo de homem, inacabado, síntese de
Primata atrasado, onde não há nada de puro ou
Refinado; extrator da ganância, o que extrai todo o
Sangue da nação, cartucho detonado, que a peça
Das armas automáticas lança para fora, acabou com
O nosso extrativo; nos deixou sem extração e parou
A atividade da indústria, até a da que extrai produtos
Sem elaborá-los; a nossa soberania nacional é a extraterritorialidade
Americana; é o princípio que ela pensa que tem sobre
O nosso país, a fazer aplicação extraterritorial, a agir
Fora do território dela e a violar o nosso; e nós o
Que fazemos, achamos extraordinário, esquisito, mas
Ordinário: normal e comum a influência yankee;
Excepcional e muito bom o neoliberalismo aqui e
Que é combatido lá; depois de tirar tudo de dentro
De onde estava , arrancar nossas raízes, praticar a extração
E a extinção da nossa tradição nacionalista, separar da
Coisa que estava integrada para ser entregada e
Nada mais restará de extraível em nosso país nós
E nada restará em nós para fazermos pelo nosso país, graças a
FHC, Fernando Henrique Cardoso.

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