quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Quando e como o Brasil acordará? BH, 02030902001.

Quando e como o Brasil acordará? 
O povo precisa acordar para a cidadania e para a
Soberania; é um absurdo, sessenta por cento dos
Nossos jovens estão atrás das grades, presos e em
Casas de recuperação e que não recuperam
Nada; xô elite, fora burguesia, basta de
Vivermos sem perspectivas e sem razão; quem
Será o emissário de salvação da nossa juventude?
Alguém precisa ser enviado em missão de guiar aos
Bons caminhos, estradas, ruas, o nosso jovem que
Se encontra despreparado e desnorteado e sem
Saber qual destino seguir; o que se pode emitir
Em benefício dos jovens? o que é que tem a
Propriedade de teor emissivo de algo de bem
E de tudo de bom, para levar uma mensagem de
Esperança aos ouvidos sedentos dos moços e
Das moças, que não se fazem de surdos? não
Será com ação de estabelecimento emissor de
Papel moeda; não será com crédito de cifrões,
Não será com emitentes de gestos vãos e nem
Com aparelhos que emitem impulsos elétricos; tem
Que ser com atos concretos, como a música
Correta levada por radiodifusora; por emissora
De rádio que abrange, o maior número possível
De cérebros e mentes e espíritos e almas;
É hora de alguém lançar fora de si um ato
De amor em direção a esses seres perdidos e
Esquecidos pela sociedade; é hora de por em
Circulação uma campanha que venha expedir
Resultados positivos e fazer ouvir na alta esfera
O grito daqueles que não têm oportunidades;
Se preciso apelar até para o emocional, usar
O discurso emocionante; para essa causa que
Tanto nos causa emoção e pela qual na maioria
Das vezes, lavamos as mãos; o povo precisa aprender
A se emocionar e a comover os corações duros
Daqueles que são os responsáveis pela desigualdade
Social; estamos a perder o sentido de nos
Impressionar e de sentir, mesmo a saber
Que este presente pode nos causar muitas
Dores no futuro; agora, só não podemos é emoldurar
Quadro tão grosseiro, não dá para meter em
Moldura situação tão degradante; adornar
Esta feiura é totalmente impossível, a nossa
Realidade precisa de um emoliente eficaz;
A nossa doença precisa urgente, de um mediamento,
Que abranda a inflamação na nossa entranha
E o vencimento suplementar será de um valor
Bem mais elevado; a retribuição será dividida
A todos; a gratificação não terá preço e nenhum
Emolumento pagará o estado de felicidade,
A situação de alegria e de emotividade
Pela mudança conseguida pelo efeito da ação
Movida pela coragem e pelo fim da covardia
De quem quer fazer sinceramente alguma coisa;
É com qualidade de caráter emotivo que espero
Ver a criança faminta abarrotar-se de comer e
Encher muito o estômago mesmo, a ponto de
Empachar, com a certeza que não mais
Faltará comida para ela e para as outras;
É com esse empacho que a fome terá fim,
Fome zero, desperta Brasil, tenha sentido e
Direção; quem empunhará a bandeira de total
Valorização aos jovens? basta de empacotador,
De político que empacota a decisão e não
A transforma em ação; chega de empacotadora, da
Pessoa que é igual máquina de empacotar,
Finge que trabalha pela causa e só pensa
Em se arranjar; usa o empacotamento de
Dinheiro, para pôr as notas em pacotes e mandar
Para e estrangeiro e deixar a criança morrer
Sem nem uma empada para comer; e nas
Festas deles, não sobram nem salgadinhos de
Massa em recheio, assados em formas; afogam-se
De caviar e champanha com soberba e
Presunção; é com a empáfia com que sabem
Desfilar diante da pobreza e da miséria e
Da desgraça, que só merecem mesmo é a
Empalação, antigo suplício em que se espetava
O condenado numa estaca, pelo ânus; é só
O que devemos fazer com os nossos falsos políticos
De hoje, empalar a todos eles e não deixar que
Eles venham nos submeter às suas vontades,
Pois não somos bonecos nas mãos dos empalhadores;
Não vamos ficar à mercê daquele que empalha
A vontade da nação; faz o empalhamento
Do povo, como o envolver ou o revestir com palha;
Como o encher de palha o corpo de animais para
Conservá-los e assim retardar o trabalho de
Salvação da nossa meninada; não podemos
Nos deixar empalhar assim e muito menos
Empalidecer de medo, tornar pálido o nosso
Rosto pelo susto que eles vão querer nos passar,
Nem pensar; nada pode nos fazer perder a cor,
É pecado emarelecer diante dos desafios,
Esconder na palma da mão a solução; escamotear
A resolução, empalmar a resposta e o x do
Problema, do enigma; não podemos viver eternamente
Sob cobertura de circo, servir de palhaços debaixo
Da empanada; não queremos cobrir com panos
A nossa luz, embaciar o nosso sol, encobrir a
Nossa lua e ver a nossa estrela perder o brilho;
Quem lutar para empanar esse ideal estará
Perdido, quem lutar para matar essa ideia na fonte
Estará sucumbido, ainda a pensar e estar vivo.

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