A poesia morreu
É a morte do poema
Da ode dos sonetos
Morreu a literatura os
Contos os romances
Clássicos enterraram
Os livros as fábulas
As parábolas onde
Estão os hinos? as
Histórias os salmos?
Os cânticos as
Cantatas? ninguém
Ler mais é a fobia
Aos livros imortais
Aos grandes autores
Os escritores clássicos
Que nostalgia me dá
Que saudade que tenho
Se fosse Jesus Cristo
Ressuscitaria a poesia
Não pode acabar não
Pode ser enterrada
Temos que voltar à
Origem salvar o que
Resta ainda da
Destruição geral
Valei-me meu São
Rimbaud voltas
Enquanto é tempo
Ninguém quer mais
Saber do saber
É só apertar botões
De teclas lá se vai
A criatividade
Cérebros enferrujados
Baniram a inspiração
Todos estamos cegos
Perdemos a visão
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