Estou acabelado nas ventas aos ventos
Com cria de cabelo na cara toda aos açoites
Deixarei tudo acabelar a encabelar-se o rosto
Com o tempo estou a ficar careca mesmo com
A calvície aos elísios os pelos a cair em
Cima a crescer embaixo não sou mais aquele
Boi que se deixa acabramar a querer ligar com
Cordas os meus chifres aos meus pés para
Tornar-me inofensivo não dará mais certo
Nem se o acabramo a corda de acabramar
For feita de aço com um uivo de acaburro
Um grito de jaburro vou me libertar não vão
Mais me ver com aquele andar acabrunhante
Agora estou libertado forte comi muito
Acaça muita mistura de farinha de milho
Arroz sinto todo o meu ser açacalado
Limpo polido pela luz do sol brunido pelas
Águas do mar luzente reluzente igual as
Estrelas brilhante resplandecente igual ao
Luar lanço velas do meu navio ao vento solar
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