segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Noturno Nº 13; BH, 0110702011.

Nem tudo que pensamos e queremos que 
Aconteça conosco é o que almejamos;
Mas penso que temos que entender que 
O que acontece é por que tinha que 
Acontecer; nada é por acaso e poucos
Têm o dom de fazerem o próprio acaso;
Nunca queremos catástrofes, desastres,
Incidentes, acidentes, nada; mas tem
Dia, quando menos esperamos, a casa 
Cai, tudo vem abaixo e nos achamos
Os mais infelizes da face da terra,
Quando não é verdade; se ficarmos
Alerta, não sermos imprudentes, bizarros,
Estúpidos, ignorantes, talvez tenhamos
A chance de evitar muitas mazelas; 
Porém, humano é humano, não vira santo
E nem faz milagres, por mais que um
Seja exceção e passa a ser beatificado,
Canonizado e tenha milagres atribuídos
A ele, acredita quem quiser; fé para 
Mim independe disso; fé para mim
É fazer o bem, é ser bom, é amar
Ao próximo, respeitar; entra também
A civilização, a cultura e a informação;
Quando a raça humana amadurecer,
Será uma beleza, a humanidade evoluirá,
Ficará curada, consciente e conscientizada;
E tem que ir atrás da utopia, tem 
Que esquecer os sonhos mesquinhos, abrir
Mão de privilégios e individualismo;
Colonia é coletividade: pão e água
Para todos; educação sem constrangimento;
Porque ficar envergonhado em ser educado?
Vamos praticar boas maneiras, convivência,
Lucidez, sobriedade: vamos pensar.

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