quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Curitiba, 2; BH, 00802011.

Falarei a verdade; se falares a
Verdade, morres; não importa,
Falarei a verdade, posso morrer,
Mas a verdade não, e se eu
Morrer, muitos virão  em meu
Lugar e no lugar da verdade,
Não pode vir a mentira, só
A verdade pode vir no lugar da
Verdade; mintas e estarás salvo
Tu e tua casa; não, a verdade
É a única salvação, e  a
Verdade tem que ser escrita,
No maior legado que o homem
Deixou aos homens, a escrita,
A escrita é o dom precioso do
Homem, o maior tesouro, onde existe,
Se viver e se olhar e não precisa
De espelho; não vais mentir, então?
Nunca, não posso negar-me, abrir
Mão de mim; és obstinado, tua
Teima queima-te e não ardes,
Parece que estás feliz com o padecimento;
A verdade alivia qualquer dor e
Quem a sente, é o que quer negá-la,
Trocá-la por uma mentira,
Escudar-se atrás de uma falsidade,
Ao pensar que estarás liberto, mas
Grande é o engano e desconfortável
Cavaleiro que galopar dorso tão
Escorregadio e sondar por caminhos
Largos, pavimentados, porém,
Estreitos no conhecimento da verdade;
Morras, então; mas desde
Quando quem possui tão alta
Primazia pode ser considerado um
Defunto, que seja muito ao contrário.

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