quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Admirável e digna é a mente que nunca será desvendada antes da admiração; BH, 0220230240601999.

Admirável e digna é a mente que nunca será desvendada antes da admiração
Do universo; conheceremos a causa e a admissão de todos os corpos celestes
E da mente nunca nada; e não é estar sob efeito do álcool, admitir o exame
De seleção para ingresso no congresso, do curso ginasial espacial do colégio
De preparação de oficiais da reserva da força inversa; a admissibilidade de
Que tudo é possível ao mesmo tempo impossível àquele que tem a qualidade
Do admissível e a coragem de admitir a covardia e o medo; e o que se deve
E se pode concordar sem admoestação de princípios e fins tem que ser
Severamente sondado por quem deseja acertar e permitir por condescendência;
Colher as teses e as teorias dos antepassados que morreram de olhos abertos a
Olhar para o céu; adotar o diploma de herege e tolerar as chamas e as fumaças
Da fogueira da inquisição; o admoestador da Santa Igreja Católica era torturado
E assado em fogo brando por repreender os santos padres para a verdade caótica
Que estava a surgir na época; admoestar em termos de lucidez e razão de
Pensamento lógico era uma hedionda e fatal heresia; advertir para os conhecimentos
Que estavam a surgir, e as novas leis que regiam a natureza humana, era sinônimo
De bruxaria; e de nada valia aconselhar o admonitor a abrir mão, a negar a si próprio,
Lembrar que a muitos noviços da Companhia de Jesus custou caro por admoestar o
Santo Padre e o admonitório era arrastado pelas ruas e cortado aos pedaços em praça
Pública nas aldeias para poder mostrar o que era capaz de fazer com os mortais a
Veneranda Igreja Católica, representante de Deus na Terra e no Mundo; a alma do
Rebelde era de adobe, (tijolo seco no sol, não cozido no fogo) e o sofrimento adoçante
Para a fortaleza do espírito; o adoçamento para a morte era a descoberta do desconhecido;
E o raciocínio o alívio para as feridas das marcas dos ferros em brasa; o sofrimento era
Mais importante do que a substância orgânica ou inorgânica ou físicas, não calórica e
Obtida de matérias-primas diversas e que proporcionava o saber açucarado aos alimentos
E são adoçantes mais de dez produtos químicos, entre eles a paz e o amor; a sacarina e os
Ciclametos de sódio e de cálcio e o dulcin e a felicidade e a inteligência; os resistentes
Tinham a adoção de condutas de extrema paixão a ponto do sangue não valer nada; morria-se
Por adotar e adoçar o simples ato e efeito humano de pensar diferente da época; morria-se
Na fogueira e não fazia-se suavizar e abrandar e atenuar a dor; só as ideias e o ideal;
A adocicar-se só se for a alma e o espírito e a mente e o ser e o conjunto que forma a áurea;
Em abrir mãos dos princípios, o melhor era adoecer e cair na desilusão de ter as coisas
Elucidadas; ao adoentar e ficar a mulher menstruada, era sinal de esquartejamento e
Mutilamento e decapitação; a lei estava a endoidar-se e a matar os eufóricos e desvendadores
Das normas e dos comportamentos não usados; a adolescência, que era o período de transição
Entre a infância e a maturidade humana, caracterizada por profundas mudanças de ordem
Biológica e psicológica, clara e transparente, transformou-se em tormento ao adolescente,
Jovem corrompido e tirado do seu caminho e destino; a andar na perdição eterna haverá
Sempre respostas aos anseios e pergunta de angústia daqueles que não sabem onde está a
Fortaleza e o rochedo que firmarão os pés inquietos nas raízes sólidas; Adônis com a sua
Beleza e elegância de homem e Narciso com a sua adoração, nada mais seriam na inquisição
Do que um amontoado de carvão e cinzas e brasas e ossos retorcidos e calcinados pelo fogo;
Adorador tinha que ser fingido e adorar e render culto e venerar e encantar para enganar
E não ser enganado; e amar como se ama a um deus que gosta demasiadamente de reverências
A si próprio; ver seus seres adoráveis a arder vivos em sangue e em brasas nas fogueiras
Insaciáveis de outros tempos; o adormecedor e sonhador, que sonhava enquanto dormia,
Acordava um monte de cinzas quentes espalhadas ao vento; adormecer e cair no sono, a
Começar a fechar os olhos, tinha que ser para sempre; entorpecer o papa e acalmar as chamas,
A parar por pegar o sonho de esperança e da realidade, que faltava com o adormecimento a
Enfeitar e para ornar e embelezar as cruzes pagãs e manchadas de pecado; quantos gênios e
Homens sábios e inteligentes padeceram em nome de uma falsa conduta? quantos poetas e
Filósofos viram suas vidas ceifadas em nome de um manto negro que se chama Igreja Católica?  


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