quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Apesar da classe política; BH, 0180601999.

Apesar da classe política,
Do Congresso, (Câmara dos Deputados
E Senado); apesar do Palácio do Planalto,
Da Alvorada e do Jaburu;
Apesar da corrupção,
Do mar de lama
E da podridão que afundou Brasília,
Temos que acreditar,
No pobre povo trabalhador brasileiro;
Do acriano ao gaúcho,
Do natural do Acre,
Ao natural do Rio Grande do Sul;
Apesar do Fernando Henrique Cardoso,
O vulgo FHC, que não gosta do Brasil,
Não gosta dos brasileiros,
Temos que respeitar,
O pobre povo brasileiro,
Do paulista ao mineiro;
Apesar do Poder Legislativo,
Do Poder Judiciário,
E do Poder Executivo,
Não podemos esquecer,
Do Poder do Pobre Povo Brasileiro;
Este é que é o verdadeiro poder,
Poder acreditável,
Poder digno de crédito;
Não ao poder da burguesia,
Não ao poder da elite,
Não ao poder da classe dominante;
Sim ao poder do nosso povo,
De Norte a Sul,
De Leste a Oeste,
Do Oiapoque ao Chui;
Apesar dos ministros,
Empresários e banqueiros,
Do capital especulativo estrangeiro,
Das multinacionais destrutivas
E das importações predatórias;
Apesar da venda e da entrega
Das nossas riquezas,
Não podemos esquecer,
Do homem do pobre povo brasileiro;
O homem da seca,
O sertanejo do Nordeste,
O caipira da roça,
O capiau do interior,
O índio habitante das florestas.

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