Sou um lobo da estepe sanguinário
Vou virar um lobisomem da falésia
Quero dilacerar tua garganta beber
O sangue escorrido pelo teu gogó
Pela goela estraçalhada quero abrir
Tua jugular rasgá-la ao meio como
Se rasga papel chupar todo teu
Sangue como se fosse refrigerante
Pelo canudinho tudo sangue quente
Gostoso doce sangue de gente de
Gente nova carente não chegas perto
De mim esse cheiro enlouquece-me
Quando te vejo minha alma padece
Morro vivo de novo transformo-me
Em ser pavoroso capaz de fazer de
Tudo para beber uma gota de sangue
Bom arterial que não faz mal corres
Enquanto tens pernas quando
Apaixono-me viro o diabo não
Contento-me só em amar o corpo
Quero possuir a alma ser espírito
Aprisioná-la durante mil anos
Em meu maldito inferno
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