terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Alameda das Princesas, 756, 99; BH, 0300902012.

A leitura no país deveria ser encarada
Como política de estado; o governo
Deveria incentivar a criação de
Bibliotecas caseiras com os principais
Clássicos universais, estrangeiros e
Nacionais; e deveria facilitar de
Todas as maneiras e sem burocracia
As publicações de livros e premiar
Ledores e escritores; com o superficialismo
Em que vive a nossa sociedade, sem
Ideologia, sem cidadania, sem soberania,
Sem educação, sem cultura, sem leitura,
Sem escrita, totalmente alienada pela
Mídia fácil, é praticamente impossível
Disseminar o vício da leitura; e morto
O hábito da escrita, já que não se
Escreve mais no país, com as raríssimas
Exceções conhecidas; o governo
Precisa intervir com urgência neste grave
Problema social e fazer como uma
Obrigação, um dever, a facilitação do
Povo a ler; sem leitura não há perdão,
Não há salvação e ficamos enfadados
A levar a vida no tédio, no superficial;
Sem escrita, perdemos a fala, os atos,
A atividade, os princípios, a ética, o
Raciocínio, a razão; é necessário,
Urgentemente, a promoção da escrita à
Mão, com valorização dos melhores
Manuscritos, inclusive com exposição
Em praça pública  das melhores
Caligrafias; povo sem escrita, povo
Sem leitura, povo sem identidade,
Povo sem futuro; e só nós mesmos
Somos os únicos culpados, somos
As nossas próprias vítimas.

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