segunda-feira, 5 de junho de 2017

Todos os meus instintos são maus e nada pode saciar-me; BH, 03101002000; Publicado: BH, 0210902014.

Todos os meus instintos são maus e nada pode saciar-me
E satisfazer meus desejos sexuais, pois, morto nunca
Estará satisfeito, cadáver não precisa alimentar-se bem,
Enriquecer-se e receber alimentos em grande quantidade
Para engordar-se, cevar-se; olheis bem para mim, pareço
Mais um porco que, se cevou um homem muito gordo e 
Cevado, cuidado à base de planta gramínea, cereal, a
Cevada e o alimento para animais; e no lugar em que se 
Cevam os bichos com a ceva do chá o arbusto da família 
Das teáceas, a folha seca desse arbusto e a infusão da 
Folha de vegetais e ervas; e a reunião dançante social à
Tardinha, ao dar um sumiço e fazer desaparecer, eliminar
E esconder em terreno plano, a matar a fome com a carne 
Da coxa, chã de gado abatido; ao chacal faminto, mamífero 
E carnívoro da família dos canidas que, atacam as chácaras 
E as pequenas propriedades rurais, com habitações e 
Plantações próximas a uma cidade; e q casa de campo, cujo
Chacareiro administrador tenta evitar a chacina, a matança 
E o abater do gado; o chacinar e o partir em postas, o matar 
Em massa no pasto e o perder a grande parte da carne
Fraca; e não quero chatear os leitores, caso apareçam, não 
Quero chocalhar e nem chacoalhar com chacota e zombaria
De chacrinha, de vozerio, desordem, bagunça; e chacotear 
Na hora em que todo mundo quer dormir no chafariz, na 
Fonte em que,  há bicas para fornecimento de água, de
Lágrimas, de vinho; e ao revolver-me no lamaçal e na 
Imundície, tornei-me mais imundo ao perverter-me e ao 
Chafurdar-me cada vez mais a deixar a ferida aberta, a 
Cicatriz da desgraça, a chaga da chalaça, do gracejo;
E o  pesado é o chagar do desprezo, o fazer da 
Desconsideração, o criar do desdém, a repulsa com o nojo 
Do que, vem a provir de um chalé, de uma casa campestre,
De madeira de teto em forma piramidal; em forma de chaleira,
Panela própria para aquecer água; e quem dera se a 
Humanidade transformasse em aduladora, em bajuladora e 
Puxa-saco da natureza;  todo aquele que passa por protetor 
E que, queira chaleirar e a flora adular e a fauna bajular e o 
Verde chalrar; e o vivo conversar à toa ao pé do ouvido,
Emitir sons inarticulados igual criança,  palrar despreocupadamente
E chalrear com a gente num navio pequeno para cabotagem, 
Num barco de velas e remos e numa chalupa de namorados;
E não deixar a chama apagar-se a luz resultante da combustão 
De gases produzidos por matérias incendiadas, labaredas 
E ardor e paixão, fé, fogueira; distante das chamas eternas do
Inferno cheguei ao índice e ao resumo de matéria de jornal que,
Quero ver publicado na primeira página, com sinal gráfico 
Num texto para chamar a atenção sobre nota; sobre erro com 
Verificação de presença, com ato de chamar alguém com
Chamalote,  tecido de lã de camelo, de pelo geralmente com 
Seda e cor; sou uma das causas impossíveis, uma das 
Incongruências do destino, um cruel da vida; e não sou 
Espirituoso e nem chistoso não tenho chiste pilhéria e 
Dito que cause atenção neste mundo desatento com o mundo.

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