terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Alameda das Princesas, 756, 54; BH, 040902012.

Machu Picchu que era a cidade eterna,
No cimo mais alto da Montanha Velha,
A verdadeira Morada do Sol; e os incas
A construíram no século XV e lá, as
Brincadeiras mais apreciadas eram os
Estudos astronômicos; e os cálculos
Com precisão dos solstícios e dos
Equinócios; a civilização avançada foi
Exterminada pelos colonizadores, com
O assassinato do último nobre imperador,
O Túpac Amaru; essa é a tristeza da
História, o direito que a colônia pensa
Ter, ao exterminar o colonizado; e com
Isso põe fim a um período de sabedoria
E de evolução, além do saquear das
Riquezas; e foi o que aconteceu, também,
Com os astecas e com os maias; e esses
Espanhóis criminosos, inda nos tempos
Modernos, vão à África exterminar a
Fauna, que já quase extinta, principalmente
Os elefantes, como fez a pouco, esse feio
Rei espanhol, Juan Carlo, um grande mau
Exemplo de nobreza; e não chega nem
Aos pés  dum nobre, como foi o Túpac
Amaru; hoje, os espanhóis sofrem as
Maldições lançadas contra eles pelos
Espíritos daqueles que exterminaram; por
Histórias assim, que às vezes me pego a
Chorar e choro por tais crimes, tais almas,
Tais civilizações, que os colonizadores,
Hediondamente, riscaram da face da
História; quem dera se nós tivéssemos a
Sabedoria desses antepassados, o
Conhecimento desses ancestrais sagrados.

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