quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Alameda das Princesas, 756, 71; BH, 0120902012.

Dentro das madrassas, crianças em cárceres
Privados, decoram o Al Corão; e têm que
Saber de cor, versículo por versículo, numa
Verdadeira lavagem cerebral; não recebem
Outro tipo de informação, não têm meio de
Conhecimento; e só saem dali, quando estão
Totalmente condicionadas e respondem a
Qualquer pergunta na ponta da língua; e
Viram mujahedins, fazem a jihad e morrem
E matam com disposição, pelo Islã e Alá;
Vivem no fundamentalismo e desprezam
Qualquer outro tipo de vida; amam a morte,
Tanto a própria, quanto a dos semelhantes; e
Aprendem que, ao explodirem-se no meio
Dos cães, o martírio e o extermínio de
Dezenas de pessoas com o ato, os garantirão
No paraíso em companhia de sete belas
Mulheres, sempre sete, o número dos
Mentirosos; desprezam outros deuses,
Ignoram outras religiões e os que não
Seguem a religião do Al Corão, são chamados
De cães infiéis imundos e se possíveis,
Decapitados; as mulheres são tratadas como
Reles, vis, sujas e os únicos bens são as
Armas mortíferas, as barbas, as bombas,
As burcas, o Al Corão, as mesquitas, as
Madrassas; não podem ter mais nada, tudo
Para depois da morte, odeiam aos ocidentais,
Têm cólera aos norte-americanos, isso aí,
Penso que todo mundo tem; e pregam o fim
Do império, como um dos motivos de
Salvação: em pouco tempo transformam
Crianças em criaturas monstruosas.

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