quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Alameda das Princesas, 756, 82; BH, 0220902012.

Respeito aos escritores, poetas, romancistas,
Ensaístas e a todos os críticos que somos;
Se estamos certos, ou se estamos errados,
Pensamos que somos alguma coisa, que
Pensamos alguma coisa, que escrevemos
Poesias, romances, críticas, pensamentos;
Respeito a esses bilhões de artistas, articulistas,
Escribas, escrevinhadores, poetas que tanto
Eternizam a cultura mundo a fora; respeito
A esses que perpetuam as letras nos
Universos e imortalizam versos até onde
As letras e as palavras são mortas; e todo
O meu respeito a esses poetas que nunca
Vão deixar a poesia ser assassinada e
Nem o poema ser exterminado; são os
Nobres cavalheiros das obras-primas,
Das obras de arte, das obras clássicas,
Eruditas, populares, folclóricas, sertanejas,
Caipiras e gêneros e gêneros de manifestações
Humanas, ou mesmo das que não são
Mais humanas e são captadas pelos
Humanos que têm a capacidade de
Captá-las através da telepatia, psicografia,
Ou outras línguas desconhecidas; e respeito
Aos poetas pré-históricos, aos pais e
Mães de todos os poetas; respeito à
Luzia, a nossa mãe que luzia para fazer
Com que hoje fosse conhecida a sua
Luz; respeito à natureza, à fauna, à flora,
Aos rios, mares, oceanos; respeito aos
Regatos, riachos, arroios e às cachoeiras e
Cataratas; respeito aos morros, nossos
Túmulos, às montanhas e cordilheiras; às
Ossadas que estarão aqui em resistência a
Confirmar o nosso passado, a nossa existência.

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