quinta-feira, 31 de março de 2011

José Alencar Gomes da Silva; BH, 0300302011.

José Alencar Gomes da Silva, o que
De demais triste que vejo em teu
Velório, são as falsas condolências,
Dos mortos que vão levar teus
Ossos; é triste ver José Sarney,
Com cara de sentimentos; qual
Morto acredita num pesar, tristeza,
De um cadáver igual a José Sarney?
Michel Temer com cara de dor?
Quem crê? Aécio Neves de nariz
Vermelho e cara de chorão?
Convencem? quem acredita?
Pêsames de mortos do judiciário?
Condolências desses fantasmas do
Legislativo? dos vermes das
Assembleias; das câmaras municipais?
Dos párias e parasitas do executivo?
José Alencar Gomes da Silva,
Tenho certeza, de que não precisas e
Nem gostas desses tão fisiológicos e
Falsos votos, desses que nunca
Fizeram e nem fazem nada pelo Brasil;
A não ser a causar mais o
Empobrecimento do povo;
Se esses corruptos, que aqui jazem, que
Fingem prantear tua morte, realmente,
Quisessem seguir teu exemplo, a
Corrupção já teria sido banida do seio
Da nação; o país seria olhado com
Outros olhos, há muito tempo;
Falsas lágrimas, falsas lamentações,
Falsas condolências; tua grandeza
Não merece a pequenez desses cães;
Muito obrigado por ser mineiro,
Por ser brasileiro, e mesmo morto,
Agora, nos deixa um legado,
De memória viva:
José Alencar Gomes da Silva.

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