domingo, 12 de julho de 2015

Portugal, 2949, Hangar 77, 7; BH, 0270702012.

O mundo é formado de maldades, muitas
Maldades e ruindades, que, duvidamos
De como é possível, haver tantas ruindades
E maldades assim; irmãos que espinafram
Irmãos, que esculhambam irmãos, correligionários
Políticos  que traem os companheiros,
Verdadeiros Joaquim Silvério dos Reis e
Calabar; ex-esposas que detonam os
Ex-maridos, pais que abandonam filhos;
Impressiona-me a maldade que carregamos,
A ruindade impregnada em nós e até
Contamos a todos, com detalhes, o mal
Que causamos e não nos envergonhamos e
Nem ficamos sentidos, vangloriamos, até,
Por sermos maus; e muitos dos que apelam,
Clamam, oram, pedem a Deus, são os que
Mais cometem malvadezas; rezam aos pés
Dos santos, nos altares das santas e cometem
Todos os tipos de bizarrices e estupidezes;
É inacreditável, comungam, recebem hóstias,
Confessam, crismam, batizam e saem dali
Cheios de ódio e rancor, transbordam de
Ira e cólera e raiva; nunca mais quero saber
De pessoas assim, estou fora dessas pessoas;
Nunca mais quero saber de endeusar quem
Não merece considerações; mas também
Tenho um defeito, gosto de me sentir
Maravilhado por fazer amizades e por
Isto estou sempre a quebrar a cara e não
Aprendo e logo em seguida, estou lá de
Novo a fazer um novo e falso amigo.

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