sexta-feira, 10 de julho de 2015

Rio Grande do Norte, 916, 70; BH, 0150702012.

Bem que poderia chover agora de
Madrugada, uma chuva sempre é
Bem-vinda e bem que poderia,
Cair agora, uma chuvinha fininha,
Daquela bem poesia, bem poema,
Bem soneto, acolhedora; gosto de
Qualquer tipo de chuva, mas, amo
Mais, aquelas que viram poéticas,
Que dispersam elegias; ah, mãe
Natureza, manda uma chuvinha
Bem amenizada, uma chuvinha,
Que toda madrugada gosta de
Receber, acompanhada de uma
Brisazinha,  sereno e orvalho; e
Uma chuva agora seria bem-vinda,
Principalmente, que, a chuva não
É este ser estranho que sou; a
Chuva não é este ser indefinido
E sem sentido; a chuva tem toda
A consciência que me falta e
Esta madrugada, só não é
Completa, poeta, por falta da
Musa maior, que inspira um
Poeta caipira, a chorar e a
Pedir em prece uma chuva bem
Oração, bem mansinha, que,
Embale o sono das criancinhas
E que aos homens, os faça sonhar,
A ponto de não quererem acordar.

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