segunda-feira, 13 de julho de 2015

Sempre Vivas, 181, 10; CONT, 0300302012.

Deus e o diabo brigam por minha alma e pastores
E padres querem converter-me e convencer-me
Da salvação; católicos e evangélicos disputam
A hegemonia, de qual a religião é a verdadeira e
É a única; e aqui comigo , não quero nem saber
Se corro perigo, chamam-me de pecador, de ímpio
E de ateu, agnóstico, néscio, incrédulo, niilista e
Profetizam, que, o meu futuro será o fogo do
Inferno; estigmatizam-me, como a um perdido,
Maldito e condenado; mas, não quero nem a
Religião dos padres pedófilos e nem as dos
Pastores financistas; e luto pela liberdade de
Cada um cultuar o que quiser, sem interferência
Do outro, ou fazer como o evangélico, que, ver
O demônio em tudo, de coca-cola à maionese,
De marca de som, à marca de qualquer outra
Coisa, na literatura, cultura e artes; tudo para o
Evangélico é diabólico, o que me faz pensar que,
Seja o mais estúpido; mas, quem ganha e vence é
O marketing dos dois lados; o fiel mesmo, não
Arruma nada, a não ser as promessas e a
Obrigação de sustentar e manter as máquinas
Religiosas, que não podem parar, têm que ser
Sempre azeitadas e querem sempre mais, muito mais
E o dinheiro nunca basta, é sempre pouco; e
Toupeiras e mais toupeiras, em nome de uma
Obra divina, abarrotam as contas infinitas dos
Ladradores vendedores dos céus, ou dos
Infernos, segundo do valor que cada um tem.

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