quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Nós não nos conhecemos; RJ, 0270701993.

Nós não nos conhecemos,
Não sabemos o nosso potencial
E não temos nem ideia,
Da força que temos à mão;
Somos acomodados,
Preguiçosos e vazios;
Fazemos corpo mole,
Somos involuntários e passivos;
Não levamos em conta,
A necessidade de evoluir;
Não abrimos mão da burrice,
Da falta de ideal
E da falta de imaginação;
Abrimos mão da genialidade,
Dentro de cada um de nós,
Tem um gênio e
Só nos falta o nosso Aladim;
E nós, cada vez mais,
Aprisionamos o nosso gênio;
Abrimos mão da força de vontade,
Abrimos mão da inteligência;
Não queremos nem saber
Do raciocínio lógico,
Da ética de todo dia;
Nós não sabemos,
O que é que queremos;
Abrimos mão da vida,
Nos apegamos à morte;
Não temos saída
Da nossa condição de humanos
E nos tornamos uns humanoides:
Sem o poder da potência do futuro.

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