quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Não há mais nada que possa fazer; BH, 0130702013.

Não há mais nada que possa fazer
Por ti, todos os poços já secaram e
As poças evaporaram; daqui para a
Frente, a jornada é por conta
Própria; tudo que mandei, não
Captaste, tudo que pedi, não
Assimilaste; não percebeste as
Coisas mais singelas, os fatos mais
Simples e definitivamente, não
Há mais nada a ser feito; perdeste
Todas as oportunidades e não foram
Poucas, inúmeras, incontáveis; e as
Chances? deixaste escapar todas as
Chances, não venhas lamentar; não
Quero ouvir mais lamúrias, tuas
Reclamações chegaram ao limite
E incompetência, não há paciência
Que aguente; e prevejo para ti
Que a situação piorará: velhice
Precoce, solidão, sofrimento, não sei
Como te arranjarás no futuro;
É a realidade que terás que
Enfrentar e sozinho, sem nada,
Não plantaste nada e nada
Terás a colher; não guardaste nada
E nada terás para desfrutar;
Foste indiferente a tudo, a todos
E não tens a quem recorrer; é o
Que tenho a dizer-te e nem
Sorte consigo te desejar; pega
Com Deus, para que pelo menos,
Diminua um pouco o teu azar.

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