terça-feira, 26 de maio de 2015

Rio Grande do Norte, 916, 16; BH, 030702012.

Tenho muito mesmo, é que pedir perdão,
Muito mesmo e é pouco ao meu coração;
Tenho muito mesmo, é que pedir desculpas,
Redimir e não tornar a cair em tentação;
Erros e falhas e faltas e pecados infinitos,
Que Deus nem quererá saber de perdoar
E restabelecer e reerguer a quem,
Tanta blasfêmia e profanação, já
Lançou aos céus em maldição; não
Estou livre para pensar e à toda
Mão proclamo uma independência,
Que não tenho, tardou, não veio,
Filão de ouro fino, depurado
E pronto a ser explorado; amanhã
Lamurio de novo as mesmas dores,
Lanço os mesmos pranteados e
Assim tento sensibilizar, para não
Vir para o meio dos perdidos; e aí,
Pergunto a todos que respondem-me:
Qual a fórmula do remédio para
Este mal tão incurável? qual a
Química certa e que não tira
Da certeza e não faça voltar à
Incerteza? pergunto e sou ansioso,
Angustiado para encontrar e
Não sou culpado de ter perdido o
Que não foi achado, minhas culpas
Inda são outras muitas ignoradas.

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