terça-feira, 25 de agosto de 2015

Acordei bruscamente dum sonho cavernoso; BH, 024082015.

Acordei bruscamente dum sono cavernoso,
Para entrar num pesadelo e deparei, da
Janela do meu quarto, na praça, em pleno
Século XXI, com inúmeros dragões, hidras,
Titãs, ciclopes, polifemos, gigantes, medusas,
Bichos de sete cabeças, medeias, vários dos
Monstros outrora adormecidos, a bradarem
A volta do militarismo, saudações nazistas,
Pedidos de intervenções de nações
Alienígenas na nossa nação, machismo
Explícito, misoginismo, selvageria, linchamentos,
Terrorismos preconceituosos, racismos,
Atentados violentos ao pudor, homofóbicos
E estranhei onde estava, estranhei a minha
Casa, a minha rua, o meu povo; como
Conviver com quem pede o fim da democracia,
A abolição dos direitos humanos e com agressões
À soberania e o impedimento da cidadania?
Como conviver com quem conspira, descaracteriza
A Inconfidência, inconfidente, para apoiar um
Golpe de estado? e fiquei assustado, com o
Alicerce abalado, de medo prostrado, pois
Políticos descarados, desprovidos de princípios,
Pegaram caronas nos ecos desses malditos gritos;
E gritos contra as cotas raciais, bolsa família,
Prouni, Pronatec, minha casa minha vida e
Muitas outras vitórias do povo trabalhador
Brasileiro; e a burguesia e a elite federam,
Ficaram roucas, ficaram loucas, crentes no
Credo do quanto pior melhor, pois, voltariam
A lucrar com as derrocadas do governo e do
Povo que sustenta o governo; e mais uma vez
Quem vencerá é quem só acredita no Brasil e
No seu povo; e mais uma vez sairá vitorioso o
Partido dos Trabalhadores, mesmo com todo o
Ódio pregado por seus opositores.

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