Madalena
Empregada do vizinho
Chupava gostosamente,
Sem medo
Sem nojo
Abocanhava todo tudo
Babava engolia
Com aquela boca grande
De grandes lábios caídos
Grossos gostosos
Parecia mais
Um aparelho sexual
Que tinha
Dentro da boca quentinha
Como gostava de chupar
Gostava de ver
De sentir de observar
O volteio da língua
A delícia da quentura
Do calor que vinha
Da garganta
Da Madalena
Do corpo,
Era de verdadeira fera;
Fazia dum tudo
Dava dum tudo
Sem pestanejar
Só que não dava conta
Do recado que
Tinha para dar
Mas gostava mesmo,
Era da boca dela
Madalena,
Era dos lábios
Dos beijos
Dis beiços da língua
Cujos os quais manejava,
Com maestria
Melhor do que ninguém;
Uma língua grossa saliente,
Tal um enguia
Eletrizante diferente
Depois não sei o que foi
Que aconteceu
Madalena foi mandada embora
Desapareceu
Nunca mais a vi
Só ficou a saudade aqui
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