terça-feira, 15 de abril de 2014

Maravilhado realmente maravilhado; BH, 02101102013.

Maravilhado realmente maravilhado,
Na última fronteira do universo,
Meu coração pulsa num pêndulo;
E equilibrado, depois de viajar tanto
Tempo desesperado, viu de perto o
Azul do infinito e ouviu o rame-rame
Dos universos que nasciam;
Contou gota por gota do conta-gotas,
De onde pingavam os astros que formavam
Encubadoras e mais encubadoras de
Estrelas bebês e recém-nascidas;
Navegou por todos os sistemas nunca
Dantes navegados, mares e mais mares
Cósmicos, ondas, nuvens, tempestades,
Furacões, tufões e mais tufões,
Turbilhões de corações maravilhosos;
Inda bem que o meu é testemunha, viu,
Comprovou e relatou quasar por
Quasar, cometa por cometa, que se
Escondiam atrás das dunas espaciais,
Do vácuo grávido de cordilheiras,
Cadeias e mais cadeias de oceanos de
Matérias incandescentes vivas;
E luz e luzes que atravessavam opacos,
Luzes que não permitiam sombras,
Penumbras, escuros;
Luzes que atravessavam pálpebras,
Que expunham entranhas das cavidades
Cardíacas;
E enfim,
Não se permitiu mais que os corações
Morressem, todo coração agora é
Transformado num raio de luz.

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