sexta-feira, 18 de abril de 2014

Mas que bobo que sou e que tolo; BH, 01º01002013.

Mas que bobo que sou e que tolo,
Tão pueril, tão infantil, ficar a
Perder noites de sono, ficar com
Insônia por atos de seres humanos;
Que imbecil que sou,
Ficar surpreso com esta raça humana;
Espera aí, nada, mas nada mesmo,
Que apareça destes seres humanos,
Deverá surpreender-me;
E só mesmo eu a ruminar com
Atitudes tão pequenas;
Com ações tão menores,
Quanto quem as praticam
E que só os tornam anões,
Mais pequenos do que já são;
Não pensarei mais nesse tipo de gente,
Não adoecerei mais,
Ou terei pesadelos,
Ou ficarei sem dormir;
Cada um que carregue a própria cruz,
Já tenho as minhas;
E só arrependo-me pelas noites
De sonos perdidas,
Pela raiva sem motivos;
Ora bolas, parei por aqui
E tenho é que ser carregado de
Meus maus e piores pensamentos,
Do que os deles;
E tenho é que demonstrar instintos
Primitivos e mais baixos do que
Os que eles apresentam;
Não os deixarei superar-me nas abominações,
Darei o troco com moedas grandes;
O mau que está intrinsecado,
O mau que está engendrado,
Nas raízes dentro de mim,
Superará a todos,
Será maior do que todos os deles reunidos.

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