segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Para sobreviver e resistir hoje em dia só com uma bamboleadura; BH, 020902000;Publicado: BH, 0190802013.

Para sobreviver e resistir hoje em dia só com uma bamboleadura
E um ato de bambolear, um bamboleio, para chegar ao final da 
Estrada vivo; e só com muita bambaleadura de bamba e com 
Bambaleamento de profissional e é agir como se fosse pintura;
E a representar cena de folia, não leva a nada, a patuscada é 
Furada, a orgia, então, matou muita gente de aids; a 
Extravagância e o abuso, a falta de moderação bambochatas, 
Matou mais do que a máfia italiana; e é hora de parar de 
Bambochar, de enfeite na cortina para esconder a verdade sob 
A bambinela; o homem não pode se bambinar, agitar-se
Com a aragem como se fosse um ramo, uma pena, uma
Palha; com o movimento do andar, deve ter os pés no
Chão e adejar com o pensamento na racionalidade
Da realidade; bambaré só de mudo, vozeria só na surdina,
Confusão de vozes, só na discussão política, desordem
Ruidosa só atrai o bambaquerê; a dança do bambá,
Que termina em baile campestre, em fandango e é
Certo que o bambalhão cai primeiro; o muito bambo vai
Logo ao chão, o indolente é o último a arrumar alguma
Coisa; o moleirão nunca chega na frente e é certo 
Também, para se chegar a um destino sem cair, só mesmo
Ao aprender o bambaleio, a bambalear e não cair; oscilar,
Não ser derrubado, balancear e não ruir, saracotear,
Não estar firme e ser a fortaleza; e tirar da beleza
O vasto balzaquiano, tudo relativo e pertencente ao
Escritor francês Honoré de Balzac, 1799-1850; tipo o balustrino,
O compasso do desenho, próprio para traçar pequenos círculos
E ser grande como o balurdo, o parafuso que sustenta a
Pedra nos lagares, lugares onde esmaga-se azeitonas para azeite;
A roda delgada das velas latinas, a baluma e a também chamada
Bocuda, na boca da noite do mar e na baluda, espingarda de grosso
Calibre, é que a videira brava e estéril, seja ceifada a baltar; e do
Balsão, insígnia e bandeira antiga, grande estandarte dos 
Templários, Cavaleiros do Templo, ordem militar e religiosa,
Fundada em 1118 e suprimida em 1312; tolu, muito usado
Contra as bronquites, o bálsamo-de-tolu, produto extraído
De uma árvore da família das Leguminosas; e a balsamizar,
Tornar balsâmico e a aromatizar, a aliviar e a consolar,
Ainda pode haver tempo, usar a balsamita, a também
Conhecida por hortelã-romana; e o balsamináceo, eu sei,
É das Balsamináceas, a espécie da família de plantas
Dicotiledôneas, balsâmina dialopétala ornamental beijo-de-frade;
Hoje, banido do convívio, proscrito igual a um escritor maldito,
Exilado no próprio lar, expatriado por sentença, deportado,
Desterrado para colonizar outro coração e chega ao
Banho-de-igreja; pregão de casamento, o banhadal, o
Banhado grande do arrependimento, terremo alagadiço
Da família; e os diversos banhados próximos que interferem
E põem fim ao relacionamento conjugal, o bangue
De cânhamo de que se faz haxixe e cuja folhas, os
Indígenas gostam de mascar; e que bango bandurrista, toca
Aí a bandurra, a bandurrilha pequena; vamos lá vadio,
Meliante a bandurrear, vai lá folia, vem cá vadiar com
A guitarra de braço curto, cordas de tripas e bordões; e é um
Bando sedicioso, uma bandoria de bandola; é de into de
Suspender o polvorinho; as velas de navio desaparelhado,
Bandolim cigano, bandidismo romântico, apaixonado,
0 banditismo, o bandilaço na bandeta; e o bandido na chapa
Estreita de metal e graças à bandeirologia, ao tratado,
Estudos e conjunto de conhecimentos acerca das expedições
Chamadas bandeiras, exterminadores de índios e
Entregadores das riquezas; é o tesouro bandeirístico, do
Bandeirista, do bandeirante, e sinaleiro de estrada de ferro,
A bandeira não oficial; e os fatos referentes à época,
Denominados bandeirismo, o bandeirantismo cuja verdade,
Não conheceremos totalmente nem em outra encarnação.

Nenhum comentário:

Postar um comentário