segunda-feira, 7 de setembro de 2015

MIKIO, 111; BH, 0230302013.

O poder que impressiona-me é o de
Compreender, o da compreensão; o
Poder que impressiona-me é o do
Entender, o do entendimento; e
Nietzsche tinha esses poderes e o
Do discernimento e de interpretação;
Por isso que Nietzsche impressiona
Até hoje e sabia ouvir, tinha um
Ouvido musical, educado na música
De qualidade; são poucos os seres
Humanos que carregam a bagagem
Cultural do Nietzsche e tudo por
Causa do seu poder de percepção e
Do poder de sua intuição; analisava
Como ninguém uma obra, criticava,
Via a qualidade, ou o defeito da obra
Que os comuns não viam; detestava
Religião, mediocridade, incompetência
E incapacidade; tinha uma verve poética
Para escrever que, poucos poetas
Equipararam; dos livros importantes
Dos grandes filósofos antigos e dos
Escritores contemporâneos dele, não
Houve um que não tivesse lido e
Dissecado, bem como os compositores
Da sua época, que assistia a quase
Tudo; e ai, se a obra não o agradasse,
Se a obra fosse ruim, medíocre, Nietzsche
Acabava de enterrá-la sem piedade que
Não conhecia, nem compaixão; grande
Professor, amante apaixonado, passava
Toda a sua força, todo o seu poder, sua
Potência pelo olhar; destemido, levou
Longe o nome da Alemanha, hoje uma
Nação formada justamente por tudo que
Nietzsche odiava: uma nação sem cérebros,
Sem gênios, cultura, literatura, música, nada
Hoje diz a Alemanha a não ser alemão.

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