terça-feira, 22 de setembro de 2015

MIKIO, 74; BH, 030302013.

Ontem foi um dia promissor, de grande
Utilidade, muito Philip Glass, Johannes
Sebastian Bach e Heitor Vila-Lobos,
Para fechar a ópera Aida de Giuseppe
Verdi, completa; um dia ganho de uma
Tacada, todos os dias, como ganhei
O de ontem e que não foi perdido e nem
O perdi, repito; e alguns títulos das
Músicas de Philip Glass fizeram-me
Lembrar de Nietzsche e outros de
Wagner; imagino que ele deveria
Ter um vasto conhecimento desses
Dois gênios; Vila-Lobos, o nosso gênio
Nacional, sempre nos encanta em
Qualquer de suas obras; e ontem para
Bach, foi dia das Suítes para Violoncelo
Solo, obras-primas inconfundíveis e
Que dispensam os mais geniais
Comentários; são maiores de que
Quaisquer pensamentos; passar um
Sábado assim, cercado por essas almas,
A sentir esses espíritos nas suas
Criações, são momentos impagáveis,
E qualquer monumento que for
Erigido a esses imortais, fica
Finito, devido à eternidade que
Representam; Aida de Verdi, com
Pavaroti novinho em folha e no
Auge, é outro tesouro de calibre
De posteridade; a mim, resta-me
Agradecer por ter esta oportunidade
De poder, ao gozar essas obras-primas,
Fazer parte dos sonhos desses criadores,
Que, com certeza, fizeram-nas ao
Pensarem em mim, na certa, ou na cesta.

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