sexta-feira, 1 de junho de 2012

O que me é apetecível é a sobrevivência; BH, 0170801999.

O que me é apetecível é a sobrevivência
Da cultura e do conhecimento e do saber;
O que me apetece é só a inteligência,
A solução metafísica e matemática;
A minha apetência não é de pão,
Farofa com arroz e feijão e macarrão;
O meu apetite é de resolução,
De desejo de ter a resposta na ponta da língua;
A ambição de conhecer os mistérios dos universos cerebrais e
Predileção só pela informação que fortalecerá o alicerce intelectual;
Vontade de comer só os frutos da árvore da ciência do bem e do mal
E a sensualidade de saber ouvir e falar e ver e sorrir;
Deixar fluir o que excita o espirito apetitoso,
Para munir-me de apetrechos lógicos e racionais;
E apetrechar-me de noção e nexo,
Petrechos necessários aos caminhos da felicidade;
De uma vida em harmonia como a encontrada num apiário comum,
Local, ou negócio de criação de abelhas,
Verdadeiros exemplos à humanidade,
Que tiram o homem da lama
E o eleva ao estado apical;
O começo da vida no ápice,
O ponto mais alto do universo;
O cume da chegada da maratona,
Cimo da satisfação da alma;
O auge do desejo celestial;
Como o apícola que volta à casa,
Ao final da tarde,
Com os alforges a transbordarem
Do mais puro mel de sua apicultura,
Esperamos a volta do apicultor,
Que colocará no rumo a nossa raça.

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