terça-feira, 29 de maio de 2018

Ao meu irmão Jorge Amado Santos Medina; RJ, 02101101998; Publicado: BH, 01201101998.

Ao meu irmão Jorge Amado Santos Medina:
Rei, cadê tu,
Sumiste, desapareceste?
Meu médico e vereador,
Meu irmão forte,
Meu Tarzan protetor;
Compravas toda briga,
Que eu arranjava
E não aguentava decidir;
E toda vez que eu apanhava na rua,
Chamava o meu Rei,
Que deu um nó cego
No Sputinik,
Que ficou no meio da rua,
A gritar feito louco,
Pois não conseguia se desvencilhar,
Da própria perna atrás do pescoço;
Situação constrangedora,
Que o Jorge o deixou;
Por muito custo é que 
Conseguiu se livrar;
Hoje meu irmão é um grande homem,
Pai de quatro filhos,
Todos encaminhados
E com futuros brilhantes;
Espero revê-lo breve,
Matar a saudade,
Que sinto no peito
E pedir a ti,
Que olhes sempre,
Por papai e mamãe,
Coisas que eu,


Não consigo fazer.

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